[dropcap style=”style3″]B[/dropcap]om, para registrar os meus bons momentos de folga e ajudar os que querem conhecer o Rio, vou postar, sempre que tiver opções, os detalhes dos passeios turísticos pela cidade. Nesta sexta-feira, pré-Carnaval, os escolhidos foram a Ilha Fiscal e o Maracanã. Os dois feitos após às 12h, porque em dia de folga, o melhor mesmo é dormir até tarde, não é? E para tornar os passeios mais completos, utilizei três meios diferentes de transporte: ônibus, metrô e barca. Mais completo só se tivesse trem. Para quem quiser experimentar o sistema de transportes do Rio, fica aí a sugestão. No meu caso, foi mais por pobreza mesmo, já que posso utilizar o vale-transporte. Nos textos a seguir, darei mais informações sobre o passeio pela Ilha Fiscal.
 
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Funcionamento regular de quinta-feira a domingo, verifique disponibilidade nos feriados pelo telefone: (21) 2233-9165. Há três horários de saída da escuna que leva os turistas até a Ilha: às 13:00, 14:30 e 16:00. O preço é R$ 10 e, particularmente, acho muito bom. O custo/benefício é ótimo. Para chegar lá é mole. De ônibus salte na Praça XV e procure pelo Espaço Cultural da Marinha. Para quem está de frente para o terminal das Barcas, fica à esquerda. No próprio Espaço Cultural há um pequeno museu com artigos históricos náuticos e a Galeota de Dom João VI (uma espécie de barco de luxo para passeio). A entrada é paga. Há também um submarino e um helicóptero desativados que viraram espaços de visitação. Esses são gratuitos.

Fiz o primeiro horário de passeio para a Ilha Fiscal, o das 13:00. Retornei para o Espaço Cultural às 15:00. Vale muito pela volta de escuna na Baía de Guanabara, a vista do centro do Rio, a vista do Pão de Açúcar, do Aeroporto Santos Dumont (os aviões passam muito, muito próximos da Ilha). Se o dia estiver ensolarado, aproveite a paisagem e a brisa marítima. Outro ponto forte é a riqueza histórica e arquitetônica. A realeza sempre prezou pelo detalhismo e pela frescura, em certos casos. Ou seja, desde os vitrais até os móveis, os lustres, os banheiros, quadros e os detalhes estruturais do “castelinho”, tudo é muito bem trabalhado. Para quem gosta, uma ótima pedida.

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Rafael Cardoso

Carioca da Ilha do Governador, Rafael é formado em Jornalismo. Defende a filosofia mochileira de viagens econômicas, independentes, que respeitam a natureza e as culturas de cada lugar. Adora contar e ouvir histórias desde pequeno. Descobriu que escrever sobre turismo e viagens é uma ótima terapia de vida.

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