[dropcap style=”style3″]O[/dropcap] trajeto é bem simples. Assim que eu chegar no aeroporto de Confins, pego o ônibus da UNIR, que faz a integração com a rodoviária de Belo Horizonte. Lá me encontrarei com dois amigos: a Vanessa e o Anderson, que estão vindo de ônibus de São Paulo. No terminal, já pegaremos o ônibus da viação Pássaro Verde para Ouro Preto. O objetivo é chegar antes das 12h na cidade, para dar tempo de arrumar tudo no hostel e bater perna pela cidade. Vamos então as coordenadas detalhadas e resumidas:

AEROPORTO DE CONFINS x RODOVIÁRIA DE BELO HORIZONTE
Quem faz? A viação UNIR.
Quanto custa? R$ 8.
Duração do percurso? 1 hora.
Quais os horários? Diversas opções por dia. Consultar o site.

BELO HORIZONTE x OURO PRETO
Quem faz? A viação Pássaro Verde.
Quanto custa? R$ 20.
Duração do percurso? Média de 1 hora e 45 minutos.
Quais os horários? Saídas a cada hora a partir das 6h.

HOSPEDAGEM
Como a rede Hostelling Internacional (HI) no Brasil ainda não me decepcionou (no Chile foi frustrante), sigo indicando os albergues credenciados como as melhores formas de hospedagem tanto para os mochileiros quanto para os que procuram opções econômicas de qualidade. Em BH, procure pelo Chalé Mineiro Hostel. Em Ouro Preto, há duas opções: Ouro Preto Hostel e Brumas Hostel. No Estado de Minas, outras cidades com albergues da rede são Mariana, São João Del Rey, Tabuleiro e São Lourenço.

MARIA-FUMAÇA

Pelo tempo curto, descartamos o passeio do trem Maria Fumaça, que faz a ligação entre Mariana e Ouro Preto. Mas costuma ser um dos mais procurados pelos turistas e sempre bem recomendado. Então, acho válido deixar aqui algumas dicas. Ele funciona de sexta a domingo e nos feriados. O preço de ida e volta é de R$ 30. Há apenas um horário diário de saída de cada uma das cidades. Saída de Ouro Preto acontece às 10h, a saída de Mariana acontece às 14h. No total, são 18km percorridos em pouco mais de 1 hora.


Rafael Cardoso

Carioca da Ilha do Governador, Rafael é formado em Jornalismo. Defende a filosofia mochileira de viagens econômicas, independentes, que respeitam a natureza e as culturas de cada lugar. Adora contar e ouvir histórias desde pequeno. Descobriu que escrever sobre turismo e viagens é uma ótima terapia de vida.

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