<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054</id><updated>2012-03-03T12:43:18.064-03:00</updated><category term='san andres'/><category term='guayaquil'/><category term='rio grande do sul'/><category term='colônia do sacramento'/><category term='santa catarina'/><category term='ouro preto'/><category term='Bahia'/><category term='bolívia'/><category term='curitiba'/><category term='américa do sul'/><category term='ubatuba'/><category term='nova petrópolis'/><category term='quito'/><category term='gramado'/><category term='foz do iguaçu'/><category term='canela'/><category term='medellin'/><category term='brasilia'/><category term='caribe'/><category term='minas gerais'/><category term='montevidéu'/><category term='uruguai'/><category term='colombia'/><category term='santiago'/><category term='chuí'/><category term='punta del este'/><category term='parana'/><category term='guarujá'/><category term='argentina'/><category term='cartagena'/><category term='florianopolis'/><category term='equador'/><category term='chile'/><category term='cali'/><category term='peru'/><category term='goias'/><category term='canoas'/><category term='cuenca'/><category term='rio de janeiro'/><category term='bogota'/><category term='porto alegre'/><category term='belo horizonte'/><category term='arraial do cabo'/><category term='são paulo'/><category term='santa tereza'/><category term='santos'/><category term='buenos aires'/><category term='brasil'/><title type='text'>Carioca em fuga</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>145</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-4142882799408774467</id><published>2012-02-21T00:36:00.000-02:00</published><updated>2012-02-21T00:36:21.662-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='argentina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='buenos aires'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><title type='text'>25/10 - Buenos Aires: Bombonera, Caminito, Puerto Madero</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-SDZquE80Lqk/TrFL7Gv1cEI/AAAAAAAACDo/3BqQ2L2h2JM/s1600/IMG_2517.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-SDZquE80Lqk/TrFL7Gv1cEI/AAAAAAAACDo/3BqQ2L2h2JM/s1600/IMG_2517.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Nós brasileiros temos o costume de utilizar os argentinos como referências negativas. Isso talvez seja reflexo da rivalidade no esporte, que acaba extrapolando para o lado pessoal. Uma pena, já que nossos vizinhos têm qualidades admiráveis também. Uma dessas características que valorizo é a paixão com que vivenciam elementos de sua cultura. Nesta terça-feira, meu segundo dia em Buenos Aires, pude conhecer melhor dois pontos de intensa carga sentimental para os portenhos: o &lt;b&gt;tango&lt;/b&gt; e o &lt;b&gt;futebol&lt;/b&gt;. Foi sem dúvida um dos melhores dias na capital do país.&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A primeira missão foi conhecer o estádio do Boca Juniors, a famosa e lendária &lt;b&gt;Bombonera&lt;/b&gt;. Do hostel Che Lagarto, descemos até a Avenida Paseo Colón, que fica logo atrás da Casa Rosada. Localizamos o ponto de parada dos ônibus 64 e 152, que são dois que vão para o bairro La Boca. Mas é bom sempre perguntar ao motorista se o bus vai realmente para o destino. Parece que há itinerários diferentes para uma mesma linha. Em 20 minutos se chega ao bairro, que é quase todo decorado com as cores azul e amarelo do time local. Há muitas lojas vendendos artigos futebolísticos, pequenos museus improvisados e um bom número de estátuas de jogadores famosos. Maradona, Messi, Palermo e Riquelme são alguns dos homenageados. Tudo bem turístico, mas muito interessante para quem é louco por futebol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-FU1G-eBJslY/T0L-Z-ZkW5I/AAAAAAAACKw/cDrou4Q3SsE/s1600/boca.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-FU1G-eBJslY/T0L-Z-ZkW5I/AAAAAAAACKw/cDrou4Q3SsE/s1600/boca.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O tour completo por La Bombonera não é dos mais baratos: 50 pesos, aproximadamente 22 reais. Por esse valor, o visitante pode conhecer o bom museu do Boca Juniors e contar com o serviço guiado pelo interior do estádio. Logo na entrada está a loja do clube, que vende diferentes produtos, com destaque para as camisas oficiais. O museu é muito bem organizado e conta com estátuas de jogadores importantes, fotos antigas, a pedra fundamental do estádio, uniformes marcantes, troféus, chuteiras, bolas e flâmulas históricas, só para citar os principais. Há também uma sala onde são projetados vídeos de partidas e campeonatos antigos. Amantes de futebol vão se emocionar no local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A visita guiada começa em um dos setores de visão do gramado, em cadeiras muito íngremes, traço marcante e famoso do estádio, que tem esse nome Bombonera por lembrar uma caixa de bombons. O interessante na estrutura é o fato dela ser toda esquematiza para aproximar os torcedores do gramado e para exercer uma grande pressão sobre os times adversários. Por aqui, um jogo não se ganha apenas "na bola". Os torcedores visitantes, por exemplo, são sempre acomodados em um dos pontos mais altos, em arquibancadas mais distantes, para que sejam pouco ouvidos e abafados pelos cantos da torcida local. A principal torcida organizada, "La 12", se concentra estrategicamente em um setor do estádio que fica logo acima do vestiário do time visitante. Logo, enquanto o adversário está tentando se concentrar no vestiário, tem de ouvir todo o barulho e a intensa movimentação que acontece no teto.&amp;nbsp;A visita inclui ainda o passeio pelos vestiários e área de imprensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/--N3gpb1-OGc/T0L8SRbZ34I/AAAAAAAACKg/3qDynxVXmE4/s1600/caminito.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/--N3gpb1-OGc/T0L8SRbZ34I/AAAAAAAACKg/3qDynxVXmE4/s1600/caminito.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-3eJglMaLaJ8/T0L8XIHY1QI/AAAAAAAACKo/2XepuVfPnPs/s1600/tango.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-3eJglMaLaJ8/T0L8XIHY1QI/AAAAAAAACKo/2XepuVfPnPs/s1600/tango.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Vale lembrar aqui que fomos alertados por diferentes comerciantes locais para tomarmos cuidado com nossos pertences no bairro, mas felizmente nos sentimos seguros a maior parte do tempo e não vimos nenhuma movimentação suspeita nos arredores. Ao sair da Bombonera, a próxima atração é o &lt;b&gt;Caminito&lt;/b&gt;, uma região que parece ter sido toda projetada para seduzir o turista. Apesar de ter um certo clima "artificial", digamos assim, é muito interessante e recomendo do mesmo jeito. Para chegar lá é bem simples, leva apenas alguns minutos de caminhada para quem vem do estádio do Boca Juniors. Não faltam lojas com "souvenirs", artesanatos, roupas, além de restaurantes e exposições artísticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para conhecer a Argentina em seus principais estereotipos, o Caminito é o lugar mais indicado. Pelas suas ruas, há vários elementos que nos passam a sensação de estarmos na Disneylândia argentina. Casas coloridas, decorações caprichadas, representações de personagens importantes na história do país, como Evita Perón, Carlos Gardel e Che Guevara. Além de tudo isso, apresentações de tango são frequentes também no meio da rua. Os chapéus estão devidamente posicionados para que os turistas deixem sua contribuição para os dançarinos. E tem dança mais sensual e ao mesmo tempo elegante como o tango? Fiz questão de tirar uma foto com uma das dançarinas, simulando passos. Claro, pagando uma quantia pelo "serviço, algo como R$ 10. Aliás, figuras cobrando por fotos são frequentes por aqui. Há diferentes tipos de "Maradonas" circulando pelo local em busca de uns trocados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-txdwcnOLIX4/T0MCjPOr9AI/AAAAAAAACLA/AuQWh6OXEMk/s1600/puertomadero2.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-txdwcnOLIX4/T0MCjPOr9AI/AAAAAAAACLA/AuQWh6OXEMk/s1600/puertomadero2.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-dKVbH8Iw2Lo/T0MAg3e6_KI/AAAAAAAACK4/4wt3XhCyMqI/s1600/puertomadero1.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-dKVbH8Iw2Lo/T0MAg3e6_KI/AAAAAAAACK4/4wt3XhCyMqI/s1600/puertomadero1.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se nossa manhã foi marcada por elementos tradicionais da cultura argentina como o futebol e o tango, nossa tarde foi de uma agradável caminhada por um dos lugares mais modernos de Buenos Aires: &lt;b&gt;Puerto Madero&lt;/b&gt;. Antiga região portuária, foi totalmente reformulada e renovada, se tornando o bairro mais caro da cidade. Os velhos armazéns foram substituídos por residências, escritórios, faculdades particulares, hotéis luxuosos e restaurantes chiques ao longo da década de 1990. É, sem dúvida, um dos lugares mais interessantes que o turista pode conhecer por aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As opções de alimentação costumam ser mais caras, voltadas para um público que possui mais grana, mas talvez a desvalorização da moeda ajude se a intenção for fazer uma graça pelo menos um dia. Há uns dois ou três mercadinhos que também contribuem na hora de fazer um lanche. Além da parte gastronômica, Puerto Madero tem alguns museus navais que ficam no interior de pequenas embarcações. Toda a região é interessante tanto de dia quanto de noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia corrido, mas aproveitado ao máximo. Quarta-feira é dia de conhecer o bairro da Recoleta!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-4142882799408774467?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/4142882799408774467/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2012/02/2510-buenos-aires-bombonera-caminito.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/4142882799408774467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/4142882799408774467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2012/02/2510-buenos-aires-bombonera-caminito.html' title='25/10 - Buenos Aires: Bombonera, Caminito, Puerto Madero'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-SDZquE80Lqk/TrFL7Gv1cEI/AAAAAAAACDo/3BqQ2L2h2JM/s72-c/IMG_2517.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-7063980558143891524</id><published>2011-10-28T14:16:00.000-02:00</published><updated>2011-10-30T02:07:11.557-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='argentina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='buenos aires'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><title type='text'>24/10 - Buenos Aires: caminhada pelo centro histórico</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-3BC9ds9CMw4/TqrCfFkAdJI/AAAAAAAACCo/_pcbU_Ms5pc/s1600/IMG_2455.png" /&gt;&lt;/imageanchor="1"&gt;&lt;/div&gt;Primeiro dia de mochilão e Buenos Aires como o capítulo inicial dessa aventura por Argentina e Chile. Até a Patagônia, ainda falta muito chão, então nada melhor que começar a viagem desfrutando dos prazeres de uma grande capital. Contrariando a previsão do tempo, já fui recepcionado por um solzão e céu azul, com poucas nuvens. Cidade aparentemente tranquila, mesmo sendo o dia seguinte à eleição presidencial, que confirmou mais um mandato para a Cristina Kirchner. E nada de descanso após o voo de três horas do Rio para cá. Nesta segunda-feira, optei logo por um roteiro básico: o centro da cidade, com as construções históricas, políticas e os prédios comerciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desembarquei no Aeroporto Internacional de Ezeiza às 11h, mas fiquei mais de 30 minutos enrolado com os procedimentos para passar pela imigração, pegar a mochila, passar ela no raio-x, etc. Lá dentro, já troquei uma pequena quantia de reais por pesos, em uma cotação pouco favorável: 1,86. Não queria me arriscar nos caros e não tão confiáveis táxis (li várias histórias de turistas sendo enrolados). Nem estava com tanta disposição para encarar os ônibus convencionais. Então utilizei o serviço do ônibus executivo da empresa Manuel Tienda León. Não era baratinho, mas era mais confortável e seguro. Saiu por 65 pesos, aproximadamente 30 reais. O ônibus leva a pessoa até uma estação em Puerto Madero. De lá, eles agrupam os passageiros com destinos próximos e um carro deixa cada um na porta da sua respectiva hospedagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://diariodemochileiro.com/category/destinos/america-do-sul/argentina/buenos-aires/"&gt;Mais detalhes de como sair e chegar dos aeroportos de Buenos Aires, no Diário de Mochileiro&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encontrei com o meu amigo Eduardo no hostel Che Lagarto lá pelas 13h, fizemos o check-in e saímos logo em seguida para o almoço. O albergue fica bem localizado na parte central da cidade, no bairro San Telmo. A localização é muito boa, principalmente porque os restaurantes e lanchonetes mais baratos ficam por aqui, além de ser bem fácil chegar em vários pontos turísticos a pé, de ônibus ou metrô (chamado de subte por aqui).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois do almoço, seguimos para a famosa Plaza de Mayo, principal praça da cidade, centro da vida política. Ela tem esse nome em referência ao movimento política de maio de 1810 que iniciou os processos de independência pela América do Sul. Nessa praça, são comuns as manifestações políticas de vários tipos. A mais famosa delas é a das "Madres de Plaza de Mayo", mulheres que se reúnem periodicamente com fotos de seus filhos desparecidos durante a ditadura militar que teve início na década de 70.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-XjWd9q5ozTo/TqrYQxQCEXI/AAAAAAAACDI/WAQiIHP4vVw/s1600/IMG_2445.png" /&gt;&lt;/imageanchor="1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao redor da praça estão vários prédios interessantes para ver e bater foto: a Casa Rosada (sede do Poder Executivo na Argentina), o Cabildo Histórico, a Catedral Metropolitana e o prédio central do Banco La Nación. Neste último, estão as melhores cotações que encontramos para câmbio. O real estava valendo 2,24 pesos por lá. O lugar é grandioso e a gente tende a se perder logo de cara. Para fazer o câmbio é preciso descer um andar e estar com algum documento de identidade. &lt;b&gt;A dica&lt;/b&gt; é sempre contar bem o seu dinheiro e já ter noção de quanto a pessoa deve lhe dar em troca. No meu caso, a mulher do caixa ia "sem querer" me dando 100 pesos a menos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A próxima caminhada foi na Avenida 9 de Julio, a principal de Buenos Aires, tida como uma das mais largas do mundo (em alguns lugares contei 8 faixas para os veículos). É nela que está outro monumento famoso, o Obelisco. Bom ponto de referência quando se está perdido. A Avenida tem muitas opções de comércio, gastronomia e entretenimento. E é lá que se sente o real movimento e agitação da capital argentina. A cidade estava especialmente bonita por causa do tempo e da estação do ano (Primavera). Várias árvores e flores davam um tom colorido diferente e mais charmoso. Apesar do solzão, não dava para andar sem casaco. Um vento traiçoeiro gelado tornava obrigatório o uso do casaco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-9AtZc5h_TUQ/TqrYaeOZKII/AAAAAAAACDQ/TDfANCoaIhQ/s1600/IMG_2472.png" /&gt;&lt;/imageanchor="1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de muitas qualidades, Buenos Aires não é assim um lugar 100% seguro. Nada que comprometa a viagem, já que são raros os assaltos com armas e uso de violência. Agora, furtos têm sido muito comuns. Então é muito importante estar atento a todos os pertences durante a estadia por aqui. Carregá-los em lugar mais seguro. Eu sempre guardo dinheiro e documentos naquele porta-dinheiro que vai por dentro da roupa. Enquanto descansava em uma praça, vi um cara mal-encarado circulando e observando as pessoas. Ele fingia ser um desses limpadores de vidro de carros, que tentam ganhar dinheiro nos sinais de trânsito. Mas quando viu uma mulher distraída esperando para atravessar pela faixa de pedestres, arrancou rapidamente o colar dela e saiu correndo pela 9 de Julio. Todo cuidado é pouco para evitar esses aborrecimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra dica importante é em relação a tomadas. Aqui seguem um padrão diferente do brasileiro. Procure por adaptadores assim que chegar. Eu comprei os meus com um ambulante na Calle Florida. Saíram por 5 pesos&amp;nbsp;(aproximadamente 2 reais)&amp;nbsp;cada. Para quem viaja com eletrônicos é sempre bom ter pelo menos uns dois desses adaptadores.&amp;nbsp;Para terminar o dia, fiz um lanche caprichado no Pampa Libre, que fica em uma rua lateral do Obelisco. Por 12 pesos (5 reais), um hambúrguer grande e bem recheado, pouco gorduroso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar do tempo mais curto nessa segunda, o dia foi bem produtivo. Terça é dia de futebol e tango!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-7063980558143891524?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/7063980558143891524/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/10/2401-buenos-aires-caminhada-pelo-centro.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/7063980558143891524'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/7063980558143891524'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/10/2401-buenos-aires-caminhada-pelo-centro.html' title='24/10 - Buenos Aires: caminhada pelo centro histórico'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-3BC9ds9CMw4/TqrCfFkAdJI/AAAAAAAACCo/_pcbU_Ms5pc/s72-c/IMG_2455.png' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-9100011762883595208</id><published>2011-10-24T00:54:00.002-02:00</published><updated>2012-03-03T12:43:18.209-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='argentina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='chile'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><title type='text'>Em busca de um sonho antigo: a Patagônia</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-OAyeWu9taHY/TqDn3OFx63I/AAAAAAAACBM/D1wXcC9c1Ho/s1600/rotpatagonia.png" /&gt;&lt;/imageanchor="1"&gt;&lt;/div&gt;Não é que o tempo passa voando mesmo? Há quase três anos o "Carioca" planejava a sua primeira "Fuga" mundo afora. O plano inicial era audacioso perto da rotina mais pacata que eu vivia naquela época: encarar uma viagem de ônibus sozinho até Ushuaia, cidade famosa por ser a última antes do Pólo Sul. Literalmente, o fim do mundo.&amp;nbsp;A postagem que iria inaugurar este blog deveria ser uma apresentação da expedição pela Patagônia. Mas faltou grana, faltou experiência, faltou coragem. Resultado, o batismo na vida mochileira veio através de uma aventura de 20 dias pela Bahia em janeiro de 2009, com o sonho de conhecer o sul da Argentina e Chile sendo adiado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas férias dos anos seguintes, a possibilidade de fazer viagens pelo norte do Chile, Bolívia, Peru, Colômbia e Equador em companhia de amigos causou novo adiamento dos planos. A vida sofreu umas reviravoltas, saí do trabalho para viver um ano sabático e eis que surge finalmente a possibilidade de vivenciar esse sonho antigo. Não pensei duas vezes. Mochila arrumada, roupas de frio separadas e muita animação para percorrer mais uma parte do nosso continente. A América do Sul que eu aprendi a amar cada vez mais, mesmo com todas as suas mazelas e defeitos. Até porque também são muitas as qualidades e riquezas de paisagens, povos e culturas. A partir desta segunda-feira, 24 de outubro, o "Carioca em Fuga" conseguirá enfim realizar o roteiro que motivou a criação do blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A aventura desta vez começa em Buenos Aires e segue pelo litoral da Argentina. Pelo caminho, cidades como Mar del Plata, Puerto Madryn, Comodoro Rivadavia, Río Gallegos e Ushuaia. A ideia é conhecer também as geleiras em El Calafate, as cidades chilenas de Punta Arenas e Puerto Natales, além do badalado Parque Nacional Torres del Paine. Se a disposição, o dinheiro e as cinzas do vulcão Puyehue&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 16px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;permitirem, o roteiro segue contemplando a região dos Lagos na Argentina (Bariloche, Villa Angostura e San Martín) e no Chile (Pucón e Puerto Varas). Pela mesma lógica, viriam Santiago, Mendoza e Córdoba. Salta e regiões próximas podem ser um bônus ao fim da longa jornada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem quiser me acompanhar durante a viagem no conforto de casa, basta seguir em tempo real os detalhes através das redes sociais. Tentarei manter uma boa frequência de postagens também por aqui e no &lt;a href="http://diariodemochileiro.com/"&gt;Diário de Mochileiro&lt;/a&gt;. Vou ali atrás de um sonho. Até a volta!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt; &lt;table border="0" style="text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;u&gt;&lt;b&gt;Twitter&lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://twitter.com/cariocaemfuga" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-agRTepe2pkg/TqTRsZiWYcI/AAAAAAAACCA/hPKZ_f3qT6o/s1600/Twitter_128x128.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt; &lt;td&gt;&lt;u&gt;&lt;b&gt;Facebook&lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.facebook.com/pages/Carioca-em-fuga/186472044749129" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-Sf1sJxaeKW8/TqTRwLGqDBI/AAAAAAAACCI/9BWRWO5oh_g/s1600/FaceBook_128x128.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Flickr&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/cariocaemfuga" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-ASn3-5ajQMk/TqTSQ1cQV_I/AAAAAAAACCQ/5Wjp--efdag/s1600/social_flickr_box.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: black; color: white;"&gt;O ROTEIRO PARCIAL&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-GOH0UaY6q3k/TqTQbWBYbmI/AAAAAAAACB4/D5-3Ao811es/s1600/Sem+t%25C3%25ADtulo.png" /&gt;&lt;/imageanchor="1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-9100011762883595208?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/9100011762883595208/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/10/em-busca-de-um-sonho-antigo-patagonia.html#comment-form' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/9100011762883595208'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/9100011762883595208'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/10/em-busca-de-um-sonho-antigo-patagonia.html' title='Em busca de um sonho antigo: a Patagônia'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-OAyeWu9taHY/TqDn3OFx63I/AAAAAAAACBM/D1wXcC9c1Ho/s72-c/rotpatagonia.png' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-1588974693847343627</id><published>2011-09-28T03:02:00.002-03:00</published><updated>2012-02-22T21:01:16.777-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='brasilia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><title type='text'>Catedral Metropolitana, Parque da Cidade, Lago Paranoá e Torre de TV: esqueça os políticos e aproveite bem Brasília</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-3hOvvrfY4x4/ToKkiW27bAI/AAAAAAAACAA/QJ6C7oj-MVE/s1600/SAM_0180.png" /&gt;&lt;/imageanchor="1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Vamos imaginar a seguinte situação: você está passeando em Brasília e não aguenta mais aquela atmosfera política, os prédios públicos, os engravatados e seus carros de luxo. Já viu todas as construções mais clássicas e famosas, refletiu bastante sobre como o país ainda tem muito a melhorar e como pode ter tanta gente desonesta por aí. Deve, por certo, ter ficado com raiva e vontade de bater em um deputado ou um senador. Mas para quê se estressar? O negócio é curtir a viagem e deixar para pensar em casa na melhor forma de ajudar o país e como ser menos mané na hora de votar. A dica para dar sequência na viagem é fugir do roteiros ligados ao clima político e conhecer outros lados da capital federal. A Torre de Televisão, a Catedral Metropolitana, o Parque da Cidade e o Lago Paranoá são algumas boas sugestões para esse objetivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não necessariamente nessa ordem, consegui conhecer todos eles mais o Eixo Monumental em apenas um dia e meio. Foi naquele estilo meio maratona, mas nem por isso deixei de aproveitar bem. O &lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #0b5394;"&gt;Lago Paranoá&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; já conheci logo na sexta-feira à noite, depois de aterrissar em Brasília. O lugar para observá-lo não poderia ter sido melhor: no &lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #0b5394;"&gt;Pontão do Lago Sul&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;. Trata-se de uma área gastronômica localizada em uma das partes nobres da cidade, às margens do Lago Paranoá, logo ao lado da ponte Costa e Silva. O lugar tem bons restaurantes, bares e uma loja para surfistas (o que não fez muito sentido pra mim, já que não existe praia ou ondas por aqui). Entre um estabelecimento e outro, o legal é caminhar pelas margens do lago. O calçadão é novinho e bem preservado. E a vista, o ponto alto da noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-7PeePFpiXnc/ToK7W-81YRI/AAAAAAAACAE/dUJq_JDGX1c/s1600/SAM_0043.png" /&gt;&lt;/imageanchor="1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #0b5394;"&gt;Parque da Cidade&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; foi o meu primeiro passeio na manhã do sábado. Nele a única lembrança que o visitante tem de política é o nome oficial, já que foi batizado de Parque Sara Kubitschek. Mas deixemos a esposa do Juscelino de lado, que o parque tem uma boa área de lazer para ser aproveitada. É possivelmente o principal centro de lazer ao ar livre dos brasilienses. Tem lagos artificiais, quadras de esportes, um parque de diversões (bem "chulé") e pistas para o pessoal caminhar, correr, andar de bicicleta, patins, etc. O movimento estava grande nesse dia, com alguns eventos esportivos acontecendo em cantos diferentes, além de um ensaio de percussão, só com garotas batucando. Também o que não faltava lá eram os vendedores de sorvete, bebida, doces e outras opções para enganar a fome. No geral, o lugar é bem legal para ver outras pessoas e bater perna, mas a conservação dos espaços está deixando um pouco a desejar. Para chegar lá, basta se dirigir para o centro da cidade, junto à Asa Sul. Fica aberto diariamente das 5h até meia-noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No fim da tarde, reservamos alguns minutos para conhecer a &lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #0b5394;"&gt;Catedral Metropolitana&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;. Até para quem não é católico, como eu, a visita vale muito a pena, pois trata-se de uma obra de arte, talvez a mais bonita do Oscar Niemeyer. Fica localizada no Eixo Monumental, na Esplanada dos Ministérios. Logo na entrada, já há quatro estátuas interessantes, que representam os quatro evangelistas da bíblia: Mateus, João, Marcos e Lucas. Para conhecer a catedral, é preciso descer uma rampa, já que a parte principal fica mesmo no subsolo. Ela é iluminada naturalmente através dos raios de luz que atravessam os vitrais coloridos, como pode ser visto na foto que abre esse post. A visita pelo interior acontece das 8h às 18h, diariamente. Mas quando está acontecendo uma missa, eles fecham o acesso dos turistas à parte principal. Somente entra quem for participar. Como não era o meu caso, fiquei satisfeito com as fotos logo na entrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-vwUlk8rivhM/ToK-H3p-ilI/AAAAAAAACAI/K4r9flqsc2o/s1600/SAM_0186.png" /&gt;&lt;/imageanchor="1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O último passeio do dia, já quando o sol ia se pondo, foi a &lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #0b5394;"&gt;Torre de TV&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;, localizada no Eixo Monumental Oeste. Antes de subir, porém, fizemos uma pausa estratégica na sua base, onde há uma feira de artesanatos e de gêneros alimentícios brasileiros variados. Aproveitei para aumentar a minha coleção de miniaturas turísticas e ainda experimentei o acarajé em uma lanchonete especializada em comida baiana (há opções paraenses, mineiras, entre outras). Na minha viagem para a Bahia em 2009, deixei de experimentar o famoso quitute por problemas de saúde (dor de barriga, mesmo, para ser claro), então foi a chance de preencher essa lacuna. Não curti muito, mas a tapioca de coco com leite condensado como sobremesa fechou bem o momento gastronômico. A feirinha costuma funcionar diariamente, das 9h às 19h. Para subir até o alto da Torre de TV basta encarar a fila entre 14h e 18h na segunda-feira, ou de terça a domingo das 8h às 18h. O mirante lá de cima é ótimo, dá para ver Brasília em 360 graus, ter uma noção maior do desenho do Eixo Monumental, das Asas Norte e Sul, além de se ter uma ótima vista da cidade iluminada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com tanta coisa interessante para fazer, os pensamentos passam longe do Sarney e da Dilma...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-rt96GqRX3Mo/ToK-TB1XacI/AAAAAAAACAM/Zx7EXupqeFQ/s1600/SAM_0201.png" /&gt;&lt;/imageanchor="1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-1588974693847343627?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/1588974693847343627/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/09/catedral-metropolitana-parque-da-cidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/1588974693847343627'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/1588974693847343627'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/09/catedral-metropolitana-parque-da-cidade.html' title='Catedral Metropolitana, Parque da Cidade, Lago Paranoá e Torre de TV: esqueça os políticos e aproveite bem Brasília'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-3hOvvrfY4x4/ToKkiW27bAI/AAAAAAAACAA/QJ6C7oj-MVE/s72-c/SAM_0180.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-3497440728754367255</id><published>2011-09-24T17:12:00.000-03:00</published><updated>2011-09-28T03:02:52.438-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='brasilia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><title type='text'>Brasília: um roteiro clássico no centro político do país</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-PDFK-CKj9zw/Tlxa9WFvvsI/AAAAAAAAB_g/7EALYhX7lsA/s1600/SAM_0136.png" imageanchor="1" style="clear: left; display: inline !important; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-PDFK-CKj9zw/Tlxa9WFvvsI/AAAAAAAAB_g/7EALYhX7lsA/s1600/SAM_0136.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Desde que um amigo meu de infância se mudou para Brasília, venho sempre prometendo uma visita e nada de conseguir cumprir. Eis que no início de junho, inquieto de ficar olhando para as paredes do meu quarto, resolvi comprar as passagens "no susto". Liguei para ele confirmando a disponibilidade e já embarquei no dia seguinte, mais especificamente na sexta-feira, dia 3. Voo tranquilo, chegando no início da noite. Voltaria na tarde do domingo para o Rio, tendo praticamente só o sábado mesmo para passear pela capital do país. Com esse tempo mais curto, não houve outro jeito se não optar pelos pontos turísticos clássicos, que fazem parte do roteiro político da cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproveitei o guia/amigo para percorrer os atrativos de carro, o que facilitou em muito a minha vida. Pelo muito que ouvi e percebi neste fim de semana, o transporte público da cidade deixa muito a desejar. Tanto pela condição dos ônibus, quanto pela sua frequência. Depois de acompanhar um ensaio da escola de samba Gigantes da Colina na parte da manhã, separamos a tarde para bater perna pelo Eixo Monumental, onde fica a Esplanada dos Ministérios, a Praça dos Três Poderes, a Catedral Metropolitana e o Memorial JK. Para quem não sabe, o desenho principal da cidade lembra o de um avião. Essa área, conhecida como Plano Piloto, engloba o Eixo Monumental (que seria o "corpo do avião"), a Asa Sul e a Asa Norte (onde ficam residências e estabelecimentos comerciais) .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-euQcyW6C1u8/Tn4lTpUyNlI/AAAAAAAAB_0/BHbkioq4yJc/s1600/SAM_0075.png" /&gt;&lt;/imageanchor="1"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;À esquerda, bandeira nacional e Panteão da Pátria. À direita, Supremo Tribunal Federal e estátua da Justiça&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não dá para negar que estar no centro político do Brasil desperta sentimentos diferentes. Olhar de perto as construções onde são tomadas as principais decisões do país é uma experiência legal. Lugares que vemos sempre nos noticiários, acompanhados geralmente de uma entonação mais séria. Raras foram as exceções em que se tornaram palco de uma notícia mais cômica, como aquela cambalhota ridícula do Vampeta bêbado em 2002 na rampa do Palácio do Planalto. Mas também é impossível não lembrar que essas mesmas construções abrigam um bom número de corruptos. Passear pela cidade é uma boa oportunidade para admirar a arquitetura moderna e refletir mais sobre a nossa estrutura problemática de poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, voltando a parte turística, a maioria dos prédios importantes de Brasília pode ser conhecida também por dentro. O &lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #0b5394;"&gt;Palácio do Planalto&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; é a sede do Poder Executivo, ou de forma mais simples, o lugar onde o presidente trabalha. É aberto ao público aos domingos das 9h30min às 14h. Pelo horário restrito, costuma ser um passeio bem disputado. À direita está a bandeira nacional e o &lt;span class="Apple-style-span" style="color: #0b5394;"&gt;&lt;b&gt;Panteão da Pátria&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;. Este último foi construído em memória ao ex-presidente Tancredo Neves e aos "heróis" do país. Pode ser visitado de terça a sexta, das 9h às 18h; aos sábados, domingos e feriados das 10h às 18h. Também nessa área fica a &lt;span class="Apple-style-span" style="color: #0b5394;"&gt;&lt;b&gt;escultura dos Candangos&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;, de Bruno Giorgi, uma homenagem aos 80 mil trabalhadores que fizeram parte da construção de Brasília. Quem nasce aqui é conhecido como "candango", apesar do gentílico oficial ser "brasiliense".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo em frente ao Palácio do Planalto fica o &lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #0b5394;"&gt;Supremo Tribunal Federal&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;. Este prédio é a casa do Poder Judiciário, que tem como missão julgar os casos mais importantes do país em última instância. Do lado de fora está a famosa estátua da Justiça, com seus olhos vendados, por supostamente ser imparcial nas decisões. Na prática, sabemos que ela anda meio cegueta, fazendo "vista grossa" a certos interesses políticos e econômicos. Para conhecer o prédio por dentro, basta aparecer por lá nos sábados, domingos e feriados, entre 10h e 16h30min, saídas a cada 30 minutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-MZN9nSAymgo/TlxrpB7iMpI/AAAAAAAAB_o/urnKCpZ-kKU/s1600/SAM_0099.png" /&gt;&lt;/imageanchor="1"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;b&gt;No sentido horário: "esporte" atrás do Congresso, Palácio Itamaraty, "mesa da Lei Áurea" e escada interna&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um pouco mais a frente, em uma posição mais central, está o Congresso Nacional, casa do Poder Legislativo, onde são discutidas e aprovadas as leis na Câmara dos Deputados e no Senado. Esse sim é um lugarzinho complicado. Casos de deputado ou senador aprontando não são nenhuma raridade, sem mencionar que o prédio costuma ser pouco frequentado. Quem quiser conhecer os prédios melhor que muitos políticos, basta ficar atento aos horários de visitação. Para conhecer a &lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #0b5394;"&gt;Câmara dos Deputados&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;, visitas abertas de segunda a sexta das 09h30min às 12h e das 14h30min às 16h30min. Sábados e domingos das 9h às 13h. &amp;nbsp;Para conhecer o &lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #0b5394;"&gt;Senado&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;, visitas abertas de segunda a sexta das 9h às 11h30min e das 15h30min às 16h30min. Sábados e domingos das 10h às 14h.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-DKElgft4fjA/TlxuGUKPr4I/AAAAAAAAB_s/52IJdWiqiWw/s1600/SAM_0079.png" /&gt;&lt;/imageanchor="1"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="font-size: 13px; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Monumento aos Candangos&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Seguindo mais em frente, na direção de quem sai do Eixo Monumental, estão localizados os prédios dos Ministérios. Dois dos mais importantes são o da Justiça (&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #0b5394;"&gt;Palácio da Justiça&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;) e o das Relações Exteriores (&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #0b5394;"&gt;Palácio Itamaraty&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;). Do primeiro, que tem visitação liberada de segunda a sexta das 8h às 12h e das 14h às 18h, apenas tirei fotos externas. Interessado mesmo eu estava no segundo, que é o órgão responsável por acompanhar e tratar das relações do Brasil com os demais países e organismos internacionais. Já há um tempo que eu me interesso bastante por questões diplomáticas e Relações Internacionais. Quem sabe um dia não trabalho na área? Por ora, fiquei satisfeito com a visitação interna e as explicações da excêntrica guia. Ela tinha uns tiques nervosos, falava sempre com uma empolgação meio sinistra, mas cumpria bem a função, com explicações diretas sobre cada sala do prédio. Os mais interessantes foram os salões de recepção às autoridades internacionais, a escada helicoidal (une o térreo ao segundo andar, não tem corrimão e parece flutuar no ar: uma obra de arte) e a mesa onde foi assinada a Lei Áurea pela Princesa Isabel em 1888 (quando teoricamente a escravidão foi abolida no país). A foto da mesa eu acabei tirando escondido, já que não era permitido. Baita frescura, vale a recordação, né? Quem também quiser fazer essa visita interna, anota aí os horários: de segunda a sexta das 15h às 17h; sábados, domingos e feriados das 10h às 14h.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além dos outros prédios ministeriais, Brasília também tem estruturas políticas que podem ser conhecidas pelo turista. Dois exemplos são o&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #0b5394;"&gt;Palácio Buriti&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; (sede do Governo do Distrito Federal) e o&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #0b5394;"&gt;Palácio da Alvorada&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; (residência oficial do presidente, onde ele/ela tira uma soneca). Este último não está no Eixo Monumental, fica localizado às margens do Lago Paranoá. Nenhum dos dois podem ser visitados por dentro. Um outro que não tive a oportunidade de conhecer mais profundamente, mas que deve ser muito interessante é o &lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #0b5394;"&gt;Memorial JK&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;. Trata-se de um museu dedicado ao ex-presidente que fundou Brasília. Lá estão os restos mortais dele, pertences pessoais e outros artigos importantes da sua vida. As visitas acontecem de terça a domingo, das 9h às 18h.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No próximo post, falarei de outros pontos turísticos que fogem um pouco desse viés político.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-OW_akgSTgK0/Tn4pFkmJDyI/AAAAAAAAB_4/pyNP_wwu0fM/s1600/SAM_0177.png" /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-OW_akgSTgK0/Tn4pFkmJDyI/AAAAAAAAB_4/pyNP_wwu0fM/s1600/SAM_0177.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/imageanchor="1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="43" src="http://3.bp.blogspot.com/-dJPvB7cQA6E/TVA5EeNgeZI/AAAAAAAABmA/RlwMQp35hJI/s400/pranchetada.jpg" width="400" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/imageanchor="1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Apesar de ser considerada uma das cidades mais caras do país, a vantagem é que os principais pontos turísticos de Brasília são gratuitos. As visitas internas aos prédios são liberadas, desde que dentro do horário correto. Afinal, tudo foi feito e continua sendo sustentado pelo dinheiro de toda a população brasileira. Então, aproveite para bater muita perna sem precisar se preocupar com as moedinhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O passeio interno pelos prédios e estruturas políticas exigem um pouco mais de formalidade dos visitantes. Evite usar bermudas, camisas regatas, roupas muito curtas e chinelos nesses lugares. Você pode ser impedido de entrar em alguns ou convidado a se retirar de outros. Para evitar o estresse, só optar pelo básico: calça comprida, tênis e uma camisa com manga. Para as mulheres, há também a opção dos vestidos e saias, mas é bom evitar as peças muito curtas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-3497440728754367255?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/3497440728754367255/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/09/brasilia-roteiro-classico-no-centro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/3497440728754367255'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/3497440728754367255'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/09/brasilia-roteiro-classico-no-centro.html' title='Brasília: um roteiro clássico no centro político do país'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-PDFK-CKj9zw/Tlxa9WFvvsI/AAAAAAAAB_g/7EALYhX7lsA/s72-c/SAM_0136.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-2964846377284581173</id><published>2011-09-24T17:11:00.000-03:00</published><updated>2011-09-28T15:37:19.256-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='brasilia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='goias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><title type='text'>Mapas e rotas de Brasília e Goiás</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-Gen7EkpPRdM/ToNk1G7EEeI/AAAAAAAACAo/wVfyMnkoZXI/s1600/mapagoias.png" /&gt;&lt;/imageanchor="1"&gt;&lt;/div&gt;Meu passeio por Brasília se resumiu a um fim de semana. Mas pesquisei bastante antes sobre possíveis rotas alternativas caso eu pudesse esticar mais a minha viagem. Compartilho aqui as informações sobre lugares próximos localizados no Estado de Goiás, que podem ser alcançados a partir da capital nacional de ônibus ou carro. Podem ser úteis para quando eu voltar a bater perna por essas bandas ou para outros leitores do blog que também estejam interessados no roteiro. Alto Paraíso é a cidade base para conhecer o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros. Pirenópolis é famosa pelos passeios de ecoturismo e por cerimônias de cunho religioso, como a tradicional Festa do Divino. Goiânia é a capital de Goiás e só por esse motivo já vale a visita. Capitais são sempre lugares interessantes para conhecer mais do povo local. Caldas Novas é um lugar atrativo por suas águas termais e marcou minha infância nos longínquos anos 90.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguem as infos de deslocamento abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="400" marginheight="0" marginwidth="0" scrolling="no" src="http://maps.google.com.br/maps?f=d&amp;amp;source=s_d&amp;amp;saddr=Alto+Para%C3%ADso+de+Goi%C3%A1s+-+GO&amp;amp;daddr=Bras%C3%ADlia+-+DF,+Brasil+to:Piren%C3%B3polis+-+GO+to:Goi%C3%A2nia+-+GO+to:Caldas+Novas+-+GO&amp;amp;geocode=FcxWKP8dE-Eq_SkVjSC42H5FkzGgmA4wJxHShw%3BFcw2D_8drqgk_SmjkVvkGD1akzF_XdgLYtPoJA%3BFRQXDv8dpvMU_SlBTXoG-mtckzGTrVSW0G3rDg%3BFa2EAf8dUjwQ_Sn3jCTh7fBekzHRH8HQv__tug%3BFe448f4dhAca_Sl7DXyYNDGnlDFW8WiURV0Ucw&amp;amp;aq=0&amp;amp;sll=-15.411319,-48.372803&amp;amp;sspn=3.171758,4.938354&amp;amp;vpsrc=6&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;mra=ls&amp;amp;ie=UTF8&amp;amp;t=m&amp;amp;ll=-15.792254,-48.383789&amp;amp;spn=4.227776,6.800537&amp;amp;z=7&amp;amp;output=embed" width="620"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table border="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353; font-family: Arial, Verdana;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #6aa84f; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;BRASÍLIA x ALTO PARAÍSO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt; &lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Quem faz?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.realexpresso.com.br/"&gt;Real Expresso&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Quanto custa?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;R$ 35.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="color: #535353; font-family: Arial, Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Duração do percurso?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;3 horas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b style="background-color: white;"&gt;Frequência&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;b&gt;?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Saídas às 10:00 e às 21:00. &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353; font-family: Arial, Verdana;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #6aa84f; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;BRASÍLIA x PIRENÓPOLIS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt; &lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Quem faz?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.viacaogoianesia.com.br/"&gt;Viação Goianésia&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Quanto custa?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;R$ 20.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Duração do percurso?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;3 horas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Frequência&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Duas saídas diurnas, três noturnas. &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #6aa84f; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;BRASÍLIA x GOIÂNIA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt; &lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Quem faz?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.viacaogoiania.com.br/"&gt;Viação Goiânia&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.viacaosaoluiz.com.br/"&gt;São Luiz&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.eucatur.com.br/"&gt;Eucatur&lt;/a&gt;&amp;nbsp;e &lt;a href="http://www.araguarina.com.br/"&gt;Araguarina&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Quanto custa?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;entre R$ 30 e R$ 45.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Duração do percurso?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;4 horas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Frequência&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;saídas a cada hora. &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353; font-family: Arial, Verdana;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #6aa84f; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;BRASÍLIA x CALDAS NOVAS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Quem faz?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.viacaoanapolina.com.br/"&gt;Viação Anapolina&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.alfaluz.tur.br/"&gt;Alfa luz&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Quanto custa?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;R$ 52.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Duração do percurso?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;5 horas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Frequência&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;checar diretamente ou por telefone, sites são umas porcarias.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;table border="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #6aa84f; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;PIRENÓPOLIS x GOIÂNIA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Quem faz?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.viacaogoianesia.com.br/"&gt;Viação Goianésia&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Quanto custa?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;R$ 15.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Duração do percurso?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;2 horas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Frequência&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;?&lt;/b&gt;&amp;nbsp; Única saída às 09:00. &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt; &lt;td&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #6aa84f; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;GOIÂNIA x CALDAS NOVAS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Quem faz?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Viação Estrela, Paraúna e &lt;a href="http://www.nacionalexpresso.com.br/"&gt;Nacional Expresso&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Quanto custa?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;R$ 27.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Duração do percurso?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;2h30min.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Frequência&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Pelo menos 8 saídas diárias.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-2964846377284581173?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/2964846377284581173/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/09/mapa-e-rotas-de-brasilia-e-goias.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/2964846377284581173'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/2964846377284581173'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/09/mapa-e-rotas-de-brasilia-e-goias.html' title='Mapas e rotas de Brasília e Goiás'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Gen7EkpPRdM/ToNk1G7EEeI/AAAAAAAACAo/wVfyMnkoZXI/s72-c/mapagoias.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-8401489793248597408</id><published>2011-08-29T14:12:00.000-03:00</published><updated>2011-08-29T14:19:18.777-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='florianopolis'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='santa catarina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><title type='text'>Não se perca: circulando por Florianópolis</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-R0mgYzC0l5Q/TlcPD6cFEoI/AAAAAAAAB_M/eXJBsGUHXLM/s1600/ilhadefloripa.png" /&gt;&lt;/imageanchor="1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Um bom viajante independente ou mochileiro que se preze precisa andar a pé ou de ônibus nas cidades por onde passa. Criei esse post para facilitar a vida de quem chega em Floripa pela primeira vez, não conhece muito a capital catarinense e quer saber como circular por ela. Considerando que a pessoa chegue na ilha via rodoviária ou aeroporto, seguem as informações de transporte a partir desses pontos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="background-color: #cccccc;"&gt;Aeroporto Internacional Hercílio Luz&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Localização&lt;/u&gt;: Avenida Deputado Diomício Freitas, s/nº. Fica a 12km do centro.&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Táxi&lt;/u&gt;: uma corrida para o centro custa em torno de R$ 25 a R$ 30.&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Ônibus&lt;/u&gt;: para o centro, a &lt;a href="http://portal.pmf.sc.gov.br/servicos/index.php?pagina=onibuslinha&amp;amp;idLinha=6120%20%20&amp;amp;menu=2"&gt;linha executiva 6120&lt;/a&gt; opera de segunda a sexta, a partir das 06:10, com saídas a cada uma hora. Último horário de saída é 19:15. Passagem custa R$ 4.&lt;br /&gt;Linhas convencionais fazem o trajeto até o centro todos os dias, mas nos fins de semana as frequências são menores, principalmente no domingo. Tanto a linha &lt;a href="http://portal.pmf.sc.gov.br/servicos/index.php?pagina=onibuslinha&amp;amp;idLinha=183%20%20%20&amp;amp;menu=2"&gt;183&lt;/a&gt; quanto a &lt;a href="http://portal.pmf.sc.gov.br/servicos/index.php?pagina=onibuslinha&amp;amp;idLinha=186%20%20%20&amp;amp;menu=2"&gt;186&lt;/a&gt; passam em frente ao aeroporto e seguem até o TICEN (terminal central de ônibus). Passagem custa R$ 2,90 e o trajeto é feito em 25 minutos em condições normais de trânsito.&lt;br /&gt;Para chegar em outros bairros, a melhor opção é seguir até o TICEN e fazer a integração para os terminais de outros cantos da ilha (só paga uma passagem).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #cccccc;"&gt;&lt;b&gt;Terminal rodoviário Rita Maria&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Localização&lt;/u&gt;: Avenida Paulo Fontes, s/nº. Fica no centro da cidade, ao lado do TICEN.&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Ônibus&lt;/u&gt;: para destinos que ficam no próprio centro, dá para fazer tudo tranquilamente a pé. Caso a bagagem esteja muito carregada, opte pelo táxi.&lt;br /&gt;Para seguir até outros cantos da ilha, vá ao TICEN e siga as direções que virão no esquema a seguir, explicando como funciona cada terminal de ônibus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #cccccc;"&gt;&lt;b&gt;Circulando de ônibus pela ilha de Floripa&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Existem seis terminais espalhados estrategicamente pela ilha. A partir de cada um, há linhas alimentadoras que circulam pelos bairros e ruas mais próximos. O passageiro paga apenas uma vez e faz essa integração até o momento de desembarcar em seu destino. Em cada terminal, há a relação dos ônibus que partem para cada canto. Na dúvida, a melhor alternativa é sempre procurar alguém que trabalhe na área e se informar melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Oriente-se&lt;/u&gt;: TICEN (Terminal Centro), TIRIO (Rio Tavares) para quem vai para o sul, TITRI (Trindade) também próximo ao centro, TILAG (Lagoa da Conceição) para a região leste, TISAN (Santo Antônio de Lisboa) para o noroeste da ilha e TICAN (Canasvieiras) para o norte. Veja onde fica cada terminal especificamente na foto/mapa que abre o post.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="background-color: #cccccc;"&gt;Passeios a pé&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Tanto os pontos turísticos do centro, quanto o mirante da ponte Hercílio Luz e a Avenida Beiramar Norte podem ser percorridos a pé, exigindo pouco esforço físico. Veja o mapa e as sugestões de roteiro:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-q4D1BoQkCjQ/TlvA6teDFdI/AAAAAAAAB_Y/c2p5f033HNw/s1600/mapaflorianopolis.png" /&gt;&lt;br /&gt;Tomei como referência de partida o Hostel Floripa, que foi o meu lugar de hospedagem econômica na cidade. Na primeira sugestão de roteiro, &lt;b&gt;setas pretas&lt;/b&gt; indicam o roteiro pelo centro. &lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;Setas vermelhas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;, para a ponte. &lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #38761d;"&gt;Setas verdes&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;, para a Av. Beiramar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1. Centro Histórico&lt;/b&gt;: descer pela rua Duarte Schutel, virar à esquerda na Felipe Schimidt. Observar o movimento da rua, as opções de comércio e entretenimento. Dobrar à direita na rua Jerônimo Coelho, passear pelo Mercado Público, ver o Largo da Alfândega. Dobrar à esquerda na rua Arcipreste Paiva. Passear pela Praça XV, &amp;nbsp;tirar fotos com a Figueira, visitar o Museu Histórico de Santa Catarina e a Catedral Metropolitana. Retornar pela Felipe Schimidt ou pela rua Tenente Silveira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2. Mirante da Ponte Hercílio Luz&lt;/b&gt;:&amp;nbsp;descer pela rua Duarte Schutel, virar à direita na rua Hoepcke. Seguir ao longo da avenida Paulo Fontes até avistar a ladeira à esquerda que dá acesso ao mirante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;3. Avenida Beiramar Norte&lt;/b&gt;: subir pela rua Duarte Schutel, dobrar à direita, pegar a rua Almirante Lamego e virar à esquerda, passando pela rua Arno Hoeschel. Seguir em frente até chegar na avenida Beiramar. Para alcançar o shopping Beiramar basta seguir por &amp;nbsp;toda a avenida e dobrar à direita na rua Altmiro Guimarães.&lt;/imageanchor="1"&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-8401489793248597408?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/8401489793248597408/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/08/nao-se-perca-circulando-por.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/8401489793248597408'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/8401489793248597408'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/08/nao-se-perca-circulando-por.html' title='Não se perca: circulando por Florianópolis'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-R0mgYzC0l5Q/TlcPD6cFEoI/AAAAAAAAB_M/eXJBsGUHXLM/s72-c/ilhadefloripa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-7412327939520532257</id><published>2011-08-25T23:43:00.000-03:00</published><updated>2011-08-25T23:59:51.846-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='curitiba'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='parana'/><title type='text'>Ônibus da Linha Turismo em Curitiba: roteiro estratégico</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-fX--4BuAs7M/TlSK85KEJUI/AAAAAAAAB-8/W8YvYQdZX2M/s1600/SAM_8569.png" /&gt;&lt;/imageanchor="1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem já leu outros posts aqui do blog sabe que não sou muito fã de "city tours" preparados por agências e outros meios que reúnem turistas em grupos para conhecer alguma localidade.&amp;nbsp;O estilo econômico e, principalmente, independente é o que procuro seguir nas minhas viagens.&amp;nbsp;Uma rara exceção já aconteceu em &lt;a href="http://cariocaemfuga.blogspot.com/2010/09/1808-punta-del-este-la-manosan-rafael.html"&gt;Punta del Este em 2010&lt;/a&gt; e novamente agora em Curitiba. Muita coisa na cidade pode ser feita a pé ou em ônibus convencionais. Mas alguns lugares da capital paranaense não são assim tão fáceis de serem alcançados para quem está sem carro e depende diretamente dos ônibus. Pelo tempo curto que teríamos no nosso último dia cheio em Curitiba, optamos por utilizar a Linha Turismo, que se mostrou uma ótima alternativa para visitar os pontos turísticos mais afastados do centro. Estrategicamente, demos conta mais uma vez de um bom número de atrativos em apenas um dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Linha Turismo é uma linha de ônibus especial que circula por 24 pontos turísticos da cidade. Você compra um passe de R$ 25 e tem direito a um embarque e quatro reembarques. Funciona de terça a domingo das 9h às 17h30min. Ao meu ver, não faz muito sentido utilizá-la para pontos mais próximos do centro, que podem muito bem ser conhecidos a pé ou em outros ônibus mais baratos. O valor de R$ 25 só compensa quando a pessoa monta o roteiro de forma a privilegiar pontos mais distantes, onde os ônibus convencionais são menos frequentes e uma corrida de táxi sai bem mais cara. Na teoria, o ônibus da Linha Turismo passa a cada 30 minutos em cada parada. Na prática, esse intervalo varia para mais ou para menos de acordo com o trânsito. Mas é óbvio que certos lugares pedem mais tempo que 30 minutos, por isso cada pessoa deve se organizar para aproveitar cada passeio da forma que lhe é mais conveniente. Os seguintes pontos turísticos são atendidos pela linha especial:&lt;br /&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Praça Tiradentes&amp;nbsp;&lt;/b&gt;- primeiro horário: 09h / último horário: 17h30&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Rua das Flores&lt;/b&gt; - primeiro horário: 9h06 / último horário: 17h36&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Museu Ferroviário&lt;/b&gt; - primeiro horário: 09h20 / último horário: 17h41&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Teatro Paiol&lt;/b&gt; - primeiro horário: 09h27 / último horário: 17h57&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Jardim Botânico&lt;/b&gt; - primeiro horário: 09h36 / último horário: 18h06&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Estação Rodoferroviária&lt;/b&gt; - primeiro horário: 09h43 / último horário: 18h13&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Teatro Guaíra e UFPR&lt;/b&gt; - primeiro horário: 09h49 / último horário: 18h19&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Paço da Liberdade&lt;/b&gt;&amp;nbsp;- primeiro horário: 09h51 / último horário: 18h21&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Passeio Público e Memorial Árabe&lt;/b&gt; - primeiro horário: 09h52 / último horário: 18h22&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Centro Cívico&lt;/b&gt; - primeiro horário: 09h55 / último horário: 18h22&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Museu Oscar Niemeyer&amp;nbsp;&lt;/b&gt;- primeiro horário: 09h57 / último horário: 18h27&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Bosque do Papa (Memorial Polônes)&lt;/b&gt; - primeiro horário: 10h00 / último horário: 18h30&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Bosque Alemão&lt;/b&gt; - primeiro horário: 10h11 / último horário: 18h41&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Univers. Livre do Meio Ambiente&lt;/b&gt; - primeiro horário: 10h15 / último horário: 18h45&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Parque São Lourenço&lt;/b&gt; - primeiro horário: 10h25 / último horário: 18h55&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Ópera de Arame &lt;/b&gt;- primeiro horário: 10h28 / último horário: 18h58&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Parque Tanguá&lt;/b&gt; - primeiro horário: 10h31 / último horário: 19h01&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Parque Tingui&lt;/b&gt; - primeiro horário: 10h38 / último horário: 19h08&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Memorial Ucraniano&lt;/b&gt; - primeiro horário: 10h42 / último horário : 19h12&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Portal Italiano&lt;/b&gt; - primeiro horário: 10h47 / último horário : 19h17&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Santa Felicidade&lt;/b&gt; - primeiro horário: 10h56 / último horário : 19h26&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Parque Barigui&lt;/b&gt; - primeiro horário: 11h04 / último horário : 19h34&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Torre Panorâmica&lt;/b&gt; - primeiro horário: 11h09 / último horário : 19h39&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Setor histórico&lt;/b&gt; - primeiro horário: 11h17 / último horário : 19h47&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;Como ficamos hospedados em frente ao Museu Ferroviário, já descartamos de cara as nove primeiras opções, todas conhecidas a pé no dia anterior ou em ônibus convencional, assim como a última opção, o Setor Histórico. O Centro Cívico, o Museu Oscar Niemeyer, o Bosque do Papa e o Bosque Alemão, também fizemos a pé, mas forçando um pouco a barra. Principalmente os bosques podem ser feitos com mais tranquilidade pela Linha de Turismo. Para chegar na Torre Panorâmica também é relativamente tranquilo utilizar ônibus convencional. &lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #0b5394;"&gt;Conclusão&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;: indico utilizar seus tíckets para desembarcar nos pontos dos números 12 ao 22.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-_f9m9x2g2hM/TlcHlIY8iWI/AAAAAAAAB_A/08h1WLqMC1U/s1600/SAM_8524.png" /&gt;&lt;/imageanchor="1"&gt;&lt;/div&gt;Nosso roteiro durante este dia foi o seguinte: embarcamos na Linha Turismo no ponto do Shopping Estação / Museu Ferroviário. De lá seguimos para a Universidade Livre do Meio Ambiente, que é uma organização não-governamental para estudos sobre o meio ambiente e projetos de sustentabilidade urbana. Existem cursos específicos lá para quem quiser investir nessa área de conhecimento. Sinceramente, achei meio sem graça. Vale pela vista que se tem no topo da universidade, mas no geral não há nada muito turístico a oferecer. O próximo ponto visitado foi a Ópera de Arame, um teatro todo construído com tubos de aço. Tem um formato circular, uma ponte de acesso e um lago artificial ao seu redor. É uma estrutura bonita, inserida em uma paisagem natural que valoriza o lugar. Mas vale apenas uma visita rápida, para tirar fotos e curtir a originalidade da arquitetura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para poupar um tícket de embarque, resolvemos ir andando até o Parque Tanguá. Não era assim tão pertinho como estávamos pensando, mas nada desesperador também. A foto que abre o post é de lá. O parque é um dos principais da cidade, possui dois lagos, conta com ciclovia, posto de corrida, estacionamento e uma lanchonete, onde fizemos o nosso "almoço". Ele foi construído em cima de duas pedreiras, que já estão desativadas. Dois lugares muito bonitos que passamos no meio do caminho e acabamos não parando foram o Parque Tingui e o Memorial Ucraniano, um do lado do outro. As áreas verdes de Curitiba merecem elogios, aliás, são muito bem conservadas e limpas. Outro ponto interessante é o bairro Santa Felicidade, famoso pela variedade de opções gastronômicas. A mais badalada delas é o Madalosso, restaurante considerado o maior das Américas, que tem como especialidade a culinária italiana. Nosso plano era ir nele no período da noite, mais o cansaço acabou sendo mais forte e tivemos de adiar para uma outra oportunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-W1OkNeVV19I/TlcH584h_ZI/AAAAAAAAB_E/N8w4Hj-Q74c/s1600/SAM_8546.png" style="margin-left: auto; margin-right: auto;" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #cfe2f3;"&gt;Nas duas fotos de cima, a Ópera de Arame. Abaixo, da esquerda para a direita: Parque Tanguá e o restaurante Madalosso&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;/imageanchor="1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Nossa parada mesmo foi no Parque Barigui, que é um dos maiores e mais frequentados da capital. Várias famílias e jovens vão pra lá, assim como é comum ver pessoas correndo e andando de bicicleta a todo momento. Mas os humanos não são os únicos por essas bandas. Vários animais como capivaras e aves dividem o espaço com os esportistas. Escolhemos o lugar para ficar largados na grama, descansando e curtindo boa parte da nossa tarde. Um cochilo revigorante, a propósito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-yM_iIPX3sPY/TlcIIqMIIRI/AAAAAAAAB_I/ddYuURdBvNo/s1600/SAM_8594.png" style="margin-left: auto; margin-right: auto;" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #cfe2f3;"&gt;Da esquerda para a direita: Parque Barigui e vista da cidade de Curitiba da Torre Panorâmica da Oi&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;/imageanchor="1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Nosso último passeio em Curitiba foi a Torre Panorâmica, estrategicamente escolhida para que pudéssemos ver o pôr-do-sol lá de cima (o último tícket de embarque gastamos para voltar de para o albergue). A estrutura pertence a Oi atualmente, que a utiliza para os seus serviços de telecomunicação na cidade. O lugar é privilegiado principalmente pela possibilidade única de ter uma vista em 360° da capital paranaense. Depois que você conhece vários pontos interessantes de Curitiba de perto, tem a oportunidade de vê-los lá de cima, sob um novo ângulo. A torre fica aberta para visitação de terça a domingo, das 10h às 19h. O que é tempo suficiente para ver a cidade iluminada pelo sol, contemplar o mesmo se pondo no horizonte e curtir a paisagem noturna igualmente linda da cidade. Não há melhor forma de constatar que Curitiba é show!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-7412327939520532257?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/7412327939520532257/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/08/onibus-da-linha-turismo-em-curitiba.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/7412327939520532257'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/7412327939520532257'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/08/onibus-da-linha-turismo-em-curitiba.html' title='Ônibus da Linha Turismo em Curitiba: roteiro estratégico'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-fX--4BuAs7M/TlSK85KEJUI/AAAAAAAAB-8/W8YvYQdZX2M/s72-c/SAM_8569.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-6003541858503850042</id><published>2011-08-23T21:29:00.000-03:00</published><updated>2011-08-24T15:29:05.090-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='curitiba'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='parana'/><title type='text'>Maratona de passeios em Curitiba: centro histórico, Couto Pereira, Mercado Municipal, Bosque Alemão e muito mais...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-EIgvzuyYk2k/TlREjGOrO7I/AAAAAAAAB-k/0500PDAOitQ/s1600/curitiba22.png" /&gt;&lt;/imageanchor="1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não era brincadeira quando eu escrevi no post passado que Curitiba oferece um grande número de atrativos turísticos. Parece que a cidade foi toda planejada para obrigar o turista a não querer deixá-la nunca. Nessa nossa viagem pelo sul do Brasil, tive a missão de planejar os roteiros e passeios. Na capital paranaense, tive de quebrar a cabeça para juntar o máximo de lugares em tão pouco tempo. Não sei se foi o ideal, mas nós queríamos conhecer tudo que fosse possível nos dois dias que nos restavam na cidade. Para essa quarta-feira, o roteiro era o seguinte: Mercado Municipal, centro histórico, Passeio Público, Memorial Árabe, estádio Couto Pereira, Museu Oscar Niemeyer, Bosque do Papa e Bosque Alemão. A missão: gastar o mínimo de dinheiro com o máximo de diversão. Estava dada a largada à maratona turística.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nosso primeiro ponto de parada foi o Mercado Municipal. Não é assim tão grande, mas concentra um bom número de estabelecimentos e barraquinhas. Muitas frutas, doces, enlatados, vinhos, artesanatos e tudo o que é típico de um mercadão como esse. Tem de tudo um pouco. Reserve uma graninha para as compras. Se a ideia for levar presentes e lembrancinhas para casa, esse é o lugar. Principalmente no que se refere a gêneros alimentícios. Na parte de "souvenirs", eu preferi as lojinhas da Rodoferroviária, que fica bem próxima ao Mercado. Seguindo a lógica do mapa, seguimos andando em direção ao centro histórico pela rua Mariano Torres e dobrando à esquerda na rua XV de Novembro. Passamos pela Capela Santa Maria, pelo Teatro Guaíra e paramos em frente ao prédio da Universidade Federal do Paraná (UFPR), que fica na Praça Santos Andrade, para tirar umas fotos e reabastecer as energias. A arquitetura da faculdade é linda, com suas seis pilastras que lembram muito o estilo grego da Antiguidade. O prédio foi inaugurado em 1915. Mais a frente, na praça Generoso Marques, fica o Paço da Liberdade, prédio antigo que abriga um espaço cultural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-AcYqX8hwLMU/TlSEKx3HxkI/AAAAAAAAB-o/gU21nHxfY4Q/s1600/SAM_8239.png" style="margin-left: auto; margin-right: auto;" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #9fc5e8;"&gt;Na primeira foto à esquerda, interior do Mercado Municipal. Ao lado, a UFPR, seguida do Passeio Público e Museu Niemeyer&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;/imageanchor="1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Seguimos pela rua XV de Novembro, que no seu trecho inicial é conhecida como Rua das Flores. Ela é exclusiva para pedrestres, nada de carros por aqui. Um ótimo lugar para passear tanto de dia quanto de noite. Concentra diferentes bares, restaurantes e prédios históricos. Tem canteiros de flores por toda a sua extensão, daí o nome popular. Também é comum ver artistas de todos os tipos apresentando suas produções, sejam músicas ou pinturas, ou atuando como "estátuas humanas" e palhaços. Seguimos até o local onde fica o Palácio Avenida, que hoje pertence ao Banco HSBC. Além da agência bancária, também abriga um espaço cultural. É lá que acontece a famosa apresentação do coral de Natal todo ano, com crianças cantando músicas típicas da data.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltamos pela Rua das Flores e entramos à esquerda na rua Monsenhor Celso, até avistar a praça Tiradentes, a mais antiga da cidade, o marco oficial onde nasceu Curitiba. Abriga também a Catedral Metropolitana. Subindo e virando à esquerda na rua São Francisco começa a lista de prédios: Casa Romário Martins, Igreja da Ordem, Memorial de Curitiba, Igreja Presbiteriana Independente, Igreja do Rosário e a Mesquita Muçulmana. Demos meia-volta pela mesma rua e dobramos à esquerda na rua Presidente Faria, onde logo avistamos o Passeio Público e o Memorial Árabe. O primeiro foi todo reformado há pouco tempo e tem diferentes espécies de pássaros, como se fosse um zoológico mesmo. O que não falta também são árvores, lagos e até ilhotas. Tem também restaurante lá dentro para quem quiser almoçar. Do lado de fora, no prédio que homenageia a cultura árabe, há um café, uma biblioteca e uma pinacoteca com obras típicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-Bi3BicqY9-Y/TlSEaeDOzTI/AAAAAAAAB-s/GsM8lMBlznA/s1600/SAM_8255.png" style="margin-left: auto; margin-right: auto;" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #9fc5e8; font-family: Times, 'Times New Roman', serif; font-size: small;"&gt;Da esquerda para a direita: Paço da Liberdade na praça Generoso Marques, Mesquita Muçulmana e Memorial Árabe&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;/imageanchor="1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A partir do centro começamos a fase de caminhadas mais longas. A parada seguinte foi no estádio Couto Pereira, casa do Coritiba, que fica no bairro Alto da Glória. Ao invés de fazermos uma visita guiada pelo interior, optamos por gastar nosso tempo almoçando na churrascaria do estádio. O dinheiro economizado em ônibus e táxis durante o dia foi "investido" na alimentação. Por uns R$ 30 cada, comemos até não sobrar um milímetro de espaço no estômago. O valor dava direito ao rodízio de carnes e massas, bebidas pagas à parte. Foi uma espécie de recompensa para os meus dois companheiros de "maratona" por Curitiba, que não estavam acostumados ao ritmo doido das minha viagens. Comida de alta qualidade, recomendo muito. Na saída da churrascaria, demos uma passada pela loja do clube para ver o preço das camisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi aí que, bem alimentados, resolvemos explorar mais três lugares na cidade que eram mais distantes. Primeira parada no Museu Oscar Niemeyer, que de longe parece um olho. Além da arquitetura vistosa, abriga exposições com conteúdos ligados ao ramo das artes visuais e do design. Funciona de terça a domingo, das 10h às 18h, com ingressos sendo vendidos até ás 17h30min. A visita custa R$ 4. Nossa segunda parada foi no Bosque do Papa João Paulo II. Entrada gratuita, tem uma área verde muito bonita, casinhas de madeira no estilo polonês e jardins com muitas flores coloridas. Abriga também o Memorial da Imigração Polonesa. Conversamos, inclusive, com uma senhora que tinha vindo da Polônia e&amp;nbsp;trabalhava na loja de artesanatos. Falava&amp;nbsp;um português perfeito. Perguntou se estávamos achando Curitiba fria e, diante da &amp;nbsp;resposta positiva, afirmou que nem se comparava ao frio do país dela, onde as pessoas não podiam sair de casa em determinados períodos do dia no inverno, com o risco de morrerem congeladas. Fez um certo drama, mas a conversa foi boa. Outra coisa legal é o número de araucárias que estão espalhadas por esse bosque. Essa árvore é a mais característica do Paraná, um símbolo do Estado. O bosque fica aberto todos os dias das 6h às 20h.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-ojheYHQ8eTk/TlSITMRwyfI/AAAAAAAAB-w/TYO0U6o6qUs/s1600/SAM_8318.png" style="margin-left: auto; margin-right: auto;" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #9fc5e8;"&gt;No sentido horário: Estádio Couto Pereira, interior do Bosque do Papa, Portal do Bosque Alemão e a Torre dos Filósofos&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;/imageanchor="1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A última parada do dia, antes da concentração para o jogo da noite na Arena da Baixada foi o Bosque Alemão. Vale dizer que ele está situado em uma área nobre de Curitiba, o bairro Vista Alegre. Só casarões no estilo Hollywood. Chegamos no bosque no fim da tarde, já escurecendo. À primeira vista, pensamos que se resumia apenas ao portal, mas percebemos que atrás dele estava a passagem para o bosque propriamente dito. O lugar é uma homenagem aos imigrantes alemães, que vieram em massa para a cidade no século XIX. Funciona todos os dias das 8h às 20h. Todo o lugar é muito lindo, com muita vegetação e nascentes de água. Existe uma trilha principal com painéis de azulejo que vão contando a história de João e Maria, escrita pelos irmãos Grimm. Como a primeira placa que lemos estava escrito "e foram felizes para sempre", percebemos que tínhamos começado o passeio pela saída. Não que fizesse tanta diferença, apenas tivemos de ler a história de trás pra frente. Em meio a trilha existe uma biblioteca infantil chamada de Casa da Bruxa ou Casa dos Contos, onde acontecem apresentações de teatro para as crianças. O ponto final da nossa caminhada, que na verdade deveria ter sido o inicial, foi a Torre dos Filósofos, onde se tem uma vista privilegiada do bosque e do centro de Curitiba ao fundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-kxwCFT8HWlc/TlSJ4jecftI/AAAAAAAAB-0/zGfoHhQCDmM/s1600/SAM_8433.png" /&gt;&lt;/imageanchor="1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltamos para o hostel e iniciamos a concentração para o jogo entre Vasco e Atlético-PR. Fomos andando até o estádio pela avenida Sete de Setembro, virando à esquerda na rua Buenos Aires, depois de mais de dez quadras. O que eu não comentei antes é que compramos ingressos para ficar na torcida do Atlético, por julgar que a localização da torcida do Vasco no estádio seria muito ruim, num canto diagonal ao gramado. Mas a ideia acabou não sendo muito boa. Estava difícil disfarçar, em meio a torcida do Furacão, que estávamos torcendo justamente para o time visitante. Na hora do gol do Vasco, o impulso de comemorar teve de ser contido. Mas não deu para esconder a irritação quando veio o empate. Tanto que torcedores rubro-negros atrás da gente ficaram nos sacudindo por notar que estávamos completamente parados, enquanto o restante do estádio pulava. No fim das contas, o 2x2 acabou sendo bom para o Vasco. Gostamos muito da estrutura da Arena, da experiência de ver nosso time jogando lá e até da animação da torcida local, que lotou as arquibancadas. Mas legal ainda foi saber semanas depois que fizemos parte da campanha que nos tornou campeões da Copa do Brasil pela primeira vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ufa! Lá pela meia-noite, a primeira corrida turística tinha acabado...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-yDQHZW8kMfc/TlSKI0r_DEI/AAAAAAAAB-4/540wBPaya2A/s1600/SAM_8476.png" /&gt;&lt;/imageanchor="1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-6003541858503850042?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/6003541858503850042/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/08/maratona-de-passeios-em-curitiba-centro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/6003541858503850042'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/6003541858503850042'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/08/maratona-de-passeios-em-curitiba-centro.html' title='Maratona de passeios em Curitiba: centro histórico, Couto Pereira, Mercado Municipal, Bosque Alemão e muito mais...'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-EIgvzuyYk2k/TlREjGOrO7I/AAAAAAAAB-k/0500PDAOitQ/s72-c/curitiba22.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-8466535428581180770</id><published>2011-08-23T18:08:00.000-03:00</published><updated>2011-08-23T20:57:07.977-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='curitiba'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='parana'/><title type='text'>Curitiba: Jardim Botânico e Arena da Baixada</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-Vt1r3AjVp20/TlPH7utY7_I/AAAAAAAAB-U/GfCmOslEBf4/s1600/SAM_8196.png" /&gt;&lt;/imageanchor="1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Paraná talvez seja o Estado do Brasil para onde eu mais viajei durante estes 26 anos de vida. Desde que parte da família se mudou para lá há anos atrás, fiz vários trajetos de ônibus para Cascavel, sempre dando um pulinho em Foz do Iguaçu e em Ciudad del Leste, no Paraguai, que são bem próximas. No caminho também passava por Londrina, Maringá, Campo Mourão, entre outras cidades. Mas nesse tempo todo nunca tinha tirado alguns dias para visitar Curitiba. No período em que fiquei na cidade, constatei que já devia ter vindo muito antes, pois a capital paranaense é sensacional. O clima e o número de atrativos turísticos é bem grande. Assim como aconteceu em Floripa, chegamos à conclusão de que três dias seriam pouco para aproveitar tudo o que a cidade oferecia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegamos na Rodoferroviária de Curitiba às 11h aproximadamente. Nosso ônibus saiu pontualmente às 7h de Florianópolis. Logo na saída nos dirigimos até um quiosque de informações turísticas, para pegar folhetos e mapas, que foram muito úteis na hora de organizar os roteiros e passeios. Fomos andando dali até o nosso albergue, seguindo pela Avenida Sete de Setembro, que é continuação da Avenida Presidente Afonso Camargo. Cinco quadras depois dobramos na Rua Barão do Rio Branco e chegamos no Roma Hostel, que é credenciado pela Hostelling Internacional. Em frente está a praça Eufrásio Correia. Atravessando o sinal da Av. Sete de Setembro logo ao lado, fica o Shopping Estação. Demos a sorte de ficar em um quarto coletivo onde não havia mais ninguém além de nós três. A acomodação estava muito bem limpa, com chuveiros fortes e de água quente, camas com cobertores e uma televisão. Café da manhã de boa qualidade e com grande variedade de frutas, bolos e sucos, além de um atendimento bom e localização perfeita (em bairro colado ao centro da cidade). Recomendo muito este hostel. Há um outro credenciado pela rede que fica no bairro de Campo Comprido, o Eco Hostel. Pelas fotos e descrições parece ser ótimo, mas a localização não ajuda muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-Yfw4Tg2hmx4/TlQc37NBZUI/AAAAAAAAB-Y/5a6PViJhRjM/s1600/SAM_8146.png" /&gt;&lt;/imageanchor="1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Nosso almoço foi na praça de alimentação do Shopping Estação, que como o nome já indica foi uma estação ferroviária no passado. Hoje, além de lojas, restaurantes e lanchonetes, possui um museu dedicado à história dos trens na cidade. Bem alimentados, resolvemos conhecer um dos principais cartões-postais de Curitiba, o Jardim Botânico, que fica há uns 15 minutos de ônibus dali. Também foi uma boa oportunidade para conhecer o tão famoso sistema de transporte público da cidade. Os ônibus expressos já serviram de inspiração para outros lugares no mundo como Bogotá (Colômbia), Los Angeles (EUA) e para o que está sendo implantado no Rio. A lógica é simples: existem terminais de conexão localizados estrategicamente em diferentes bairros da cidade. Uma linha principal integra esses terminais. Uma vez neles, existem linhas alimentadoras que conectam o passageiro para ruas e regiões secundárias. Os ônibus circulam em faixas exclusivas, os demais veículos tem de trafegar em outras vias separadas. O embarque nos ônibus, que são aqueles grandões biarticulados, acontece em Estações Tubo, onde a pessoa paga a passagem, passa pela roleta e espera o seu ônibus. Isso agiliza as viagens, porque quando o ônibus para no ponto, os passageiros entram direto e, em poucos segundos, as portas se fecham e o veículo segue seu destino. Nesse ponto, assemelha-se ao que acontece no metrô.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-Lj7H0RcHuBc/TlQdB5xTR_I/AAAAAAAAB-c/PkBMcQiJ3qs/s1600/SAM_8189.png" /&gt;&lt;/imageanchor="1"&gt;&lt;/div&gt;Para chegar no Jardim Botânico basta descer no ponto de mesmo nome. O lugar é lindo, muito bem conservado, com muito verde, árvores, lagos e jardins coloridos. Existe uma sala de Exposições, estacionamento, espaço cultural e um museu botânico, além da estufa que é o símbolo principal do lugar. Ela é toda feita de uma estrutura metálica e vidro. Tem três abóbodas, é toda climatizada e conta com diferentes espécies de vegetação. Imperdível. A entrada no Jardim Botânico é gratuita, o horário de funcionamento é de 6h às 20h durante todos os dias. No horário de verão, o visitante ganha uma hora a mais e pode ficar lá até 21h. Depois de bater perna, o melhor é ficar largado na grama curtindo a paz do local. Foi o que fizemos durante um bom tempo, até termos a ideia de conhecer o estádio do Atlético-PR antes do anoitecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos enrolamos com o ônibus para chegar lá. As pessoas não nos souberam informar muito bem as direções a serem seguidas. Com muito custo, depois de dar umas voltas desnecessárias, chegamos na Arena da Baixada. O estádio também é conhecido no Brasil pela sua estrutura, muitos dizem ser o mais moderno do país. Será uma das sedes da Copa de 2014. Fomos conferir se ainda havia ingressos para o jogo do dia seguinte entre o time da casa e o nosso Vasco. Resposta positiva, mas a um custo muito alto: R$ 60 reais cada um! Pensei bastante antes de comprar, mas refleti que seria uma oportunidade única de ver nosso time em ação na Copa do Brasil, em um estádio tido como referência. Nosso amigo Vanderson, que é Fluminense, obviamente não quis gastar essa quantia para ver a partida. Com o meu ingresso e o do meu irmão garantidos, demos uma volta pela loja do time, também moderna e bem estruturada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-qczzmXSkvOE/TlQdMxVM9LI/AAAAAAAAB-g/K214W9WVb0s/s1600/SAM_8229.png" /&gt;&lt;/imageanchor="1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Optamos por não fazer a visita guiada, até porque conheceríamos o interior da Arena no dia seguinte durante o jogo. Mas para quem deseja fazer a visitação, basta comparecer ao Posto de Informações localizado na entrada pela Rua Buenos Aires. O passe custa R$ 7, obrigatoriamente em dinheiro, e as visitas são feitas praticamente &amp;nbsp;todos os dias. Os horários são 10h, 11h, 12h, 14h, 15h e 16h. Em dia de jogos as visitas são feitas até 4 horas antes da partida. Já no primeiro dia útil após os jogos, só começam a partir das 14h.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resolvemos voltar andando do estádio. A caminhada é longa, mas dá para fazer com tranquilidade. Se soubéssemos que não era nenhum absurdo, nem tínhamos ido de ônibus para lá. No dia seguinte, essa seria nossa opção para ir até o jogo, até para fugir dos ônibus lotados de torcedores bagunceiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-8466535428581180770?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/8466535428581180770/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/08/curitiba-jardim-botanico-e-arena-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/8466535428581180770'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/8466535428581180770'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/08/curitiba-jardim-botanico-e-arena-da.html' title='Curitiba: Jardim Botânico e Arena da Baixada'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-Vt1r3AjVp20/TlPH7utY7_I/AAAAAAAAB-U/GfCmOslEBf4/s72-c/SAM_8196.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-3753150894013372984</id><published>2011-08-23T00:35:00.000-03:00</published><updated>2011-08-23T01:33:01.721-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='florianopolis'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='santa catarina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><title type='text'>Ribeirão da Ilha e Lagoa da Conceição: sul e leste de Floripa</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-a_QEwgLfY28/TlLLUIzem3I/AAAAAAAAB94/VLvE9qnplBo/s1600/floripa3.png" /&gt;&lt;/imageanchor="1"&gt;&lt;/div&gt;Além das praias bonitas, do povo simpático e do centro histórico limpo e organizado, Floripa conta com outros encantos. Separamos a nossa segunda-feira, último dia na cidade, para conhecer a parte sul e leste da ilha. As praias mais famosas do sul são: Campeche, Morro das Pedras e Armação. No leste, Moçambique, Barra da Lagoa, Praia Mole e Joaquina são as mais badaladas. Novamente por causa da nossa dependência dos ônibus, tivemos de privilegiar apenas um lugar em cada uma dessas partes. Durante a manhã passeamos por Ribeirão da Ilha, guardando a tarde para conhecer a Lagoa da Conceição. Na minha opinião, acabaram sendo escolhas muito boas, porque este seria o nosso melhor dia na cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ir até Ribeirão da Ilha andamos até o TICEN (Terminal Central) e de lá pegamos um ônibus para o sul. No caso, deveríamos descer dessa vez no TIRIO (Terminal de Integração Rio Tavares), o mais setentrional da ilha. Chegando lá, pegar um novo ônibus que nos deixasse em Ribeirão. Mais uma vez, foi fácil se deslocar de um lugar para o outro. Os horários de saídas dos ônibus costumam vir escritos nas pilastras ou paredes dos terminais, e foram todos cumpridos com disciplina. Também contamos com a boa vontade da maioria das pessoas, que nos davam informações com simpatia. O trajeto até Ribeirão demora um pouquinho, aproximadamente uma hora para quem vem do centro.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-AFMsgBraRo0/TlMk4ZKIrWI/AAAAAAAAB-A/NJ7pDULbHG0/s1600/fotosfloripapa.png" /&gt;&lt;/imageanchor="1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As águas no sul de Floripa são muito calmas, quase paradas mesmo. A areia é mais escura e densa. Creio que o mar é próprio para banho, mas não vi nenhum banhista por onde passei. As pessoas preferem as praias do leste e norte para mergulhar e se bronzear. Na verdade, o que mais se vê na água são bóias coloridas com redes para o cultivo de ostras, especialidade local. A região é a maior produtora deste tipo de molusco no Brasil. A maior graça de passear por Ribeirão da Ilha é curtir o clima "paradão". As ruas são estreitas e as casinhas coloridas, muitas do século XVIII, herança da colonização açoriana. Tudo muito bem conservado, o que faz com que a gente se sinta realmente voltando no tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o horário do almoço se aproximando, resolvemos experimentar o que a região oferece de melhor, que são os frutos do mar. O prato principal foi composto de ostras, macarrão, queijo e salada. Nunca tinha comido ostras antes. Gostei bastante. A aparência não é muito convidativa, mas o sabor é muito bom. O preço também saiu em conta: R$ 30 reais para uma travessa que dava facilmente para três pessoas. A maioria dos restaurantes fica na beira da água, o que torna a atmosfera mais especial para a refeição. Satisfeitos com a ótima comida, seguimos caminhando e tirando fotos, com destaque para a Igreja de Nossa Senhora da Lapa e o cemitério que fica logo ao lado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-E6Hn5s2fX5k/TlMlHONlCGI/AAAAAAAAB-E/E10m4Ie_YfI/s1600/SAM_8028.png" /&gt;&lt;/imageanchor="1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O ônibus para voltar demorou um pouco. Os pontos não são muito bem sinalizados, então sentamos na porta de uma casa qualquer e ficamos esperando até que ele passasse por ali. Voltamos até o terminal de Rio Tavares (TIRIO) e de lá pegamos um outro ônibus para o Terminal Lagoa da Conceição (TILAG). Chegando lá, novo ônibus. Não sabíamos exatamente em que ponto da lagoa descer, por isso subimos em qualquer um que desse uma volta por ela. Descobrimos depois que ela é separada em duas partes por um estreito, sobre o qual foi contruída uma ponte. Seguindo para o lado direito, ao sul, está a Lagoa de Dentro. Para o lado esquerdo, direção norte, a Lagoa de Fora. Foi nessa última que paramos para curtir a nossa tarde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário de Ribeirão da Ilha, a região da Lagoa da Conceição é bem agitada. Tem vida noturna intensa, muitos bares e restaurantes. As principais opções de hospedagem também estão nesse lado de Floripa. Ao longo da Avenida das Rendeiras ficam concentradas as principais opções de entretenimento, comércio e gastronomia. Mas é essa mesma avenida que costuma dar dor de cabeça aos motoristas durante o verão, feriados e em fins de semana, por causa do engarrafamento. Não tivemos esse azar em nossa passagem por aqui, talvez por ser uma segunda-feira. Mas acho que até se eu pegasse um trânsito complicado, não ficaria estressado. O visual é lindo e bem relaxante. Tanto é que nos acomodamos em um pequeno píer, deitamos por lá mesmo e ficamos cochilando, ouvindo música e conversando até o pôr-do-sol, que foi belíssimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-tItD8oMh8Ks/TlMpszaLINI/AAAAAAAAB-M/TS6cTL5dHkI/s1600/SAM_8053.png" /&gt;&lt;/imageanchor="1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Voltamos andando até o terminal de ônibus. Na caminhada pela Avenida das Rendeiras, nos deparamos com as dunas que ficam em frente à lagoa, já invadindo o asfalto devido à ação dos ventos. Mesmo com o céu quase escuro, arriscamos uma subida para conferir o visual. Não dava pra ver no horizonte onde exatamente terminava aquela grande faixa de areia. Decidimos não explorar até o fim por causa da falta de iluminação. Consultando o mapa, descobri depois que seguindo em frente daríamos na Praia da Joaquina, uma das mais famosas da cidade. Antes de pegar o ônibus, paramos em um mercado para comprar besteiras e um vinho catarinense de Nova Trento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encerramos nossa noite em Florianópolis comendo pizza, salgadinhos e tomando um ótimo vinho. Na manhã seguinte, embarcaríamos logo cedo para Curitiba. Sairia feliz por ter conhecido mais uma capital brasileira, que me surpreendeu positivamente. Poucas cidades no país se enquadram no perfil que eu escolheria para morar, que me seduziriam a deixar o Rio. Nesse meu ranking imaginário de opções, Floripa está facilmente na disputa pela primeira colocação. Nada mais justo do que terminar nosso passeio pela cidade em grande estilo, brindando, mesmo que em um copo tosco de vidro, pelos ótimos três dias desfrutados na Ilha da Magia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-ZiCk8cHmzTk/TlMmf8tnhfI/AAAAAAAAB-I/qVKMRLUvQLc/s1600/SAM_8131.png" /&gt;&lt;/imageanchor="1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-3753150894013372984?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/3753150894013372984/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/08/ribeirao-da-ilha-e-lagoa-da-conceicao.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/3753150894013372984'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/3753150894013372984'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/08/ribeirao-da-ilha-e-lagoa-da-conceicao.html' title='Ribeirão da Ilha e Lagoa da Conceição: sul e leste de Floripa'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-a_QEwgLfY28/TlLLUIzem3I/AAAAAAAAB94/VLvE9qnplBo/s72-c/floripa3.png' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-1163046732520879177</id><published>2011-08-22T18:09:00.000-03:00</published><updated>2011-08-23T21:01:57.177-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='florianopolis'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='santa catarina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><title type='text'>Litoral norte de Florianópolis: Jurerê e Canasvieiras</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-9n2XAeA5TC8/TlCd4ZD2S0I/AAAAAAAAB9Q/XIYzTPwtOLk/s1600/floripa2.png" /&gt;&lt;/imageanchor="1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O domingão amanheceu ensolarado, com o céu bem azul. Cenário ideal para curtir uma praia. Nem precisa dizer que isso é o que não falta em Floripa. Diante de tantas opções, resolvemos escolher o litoral norte da ilha, especificamente duas praias: Jurerê e Canasvieiras. Daria até para passear por outras se estivéssemos de carro, mas como não completei nem um ano de carteira de habilitação, não poderia alugar um. E apesar de ser fácil utilizar ônibus na cidade, a frequência deles não é assim tão boa, principalmente nos fins de semana. Por isso, o roteiro teve de se limitar a essas duas praias durante a manhã e o início da tarde. A partir das 16h, teríamos de correr atrás de uma televisão, pois o dia era de finais de campeonatos estaduais pelo Brasil. Em nome do nosso vício pelo futebol, não poderíamos perder os jogos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Utilizando o sistema de terminais, pegamos o ônibus no TICEN (Terminal de Integração Centro) e descemos no TICAN (Terminal de Integração Canasvieiras). De lá, novo ônibus, para saltar mais ou menos perto da praia de Canasvieiras. Por toda "viagem" só é cobrado o valor de uma passagem. Para encontrar o lugar certinho, só perguntando mesmo para os nativos e ir caminhando. Mas tudo bem tranquilo. A praia é de areia fina e clara, com extensão média para os lados, mas &amp;nbsp;curta entre o mar e a vegetação ou o muro das casas. A foto que abre o post é de lá, dá para ter uma boa noção do lugar. O legal nesse dia é que a movimentação na praia também não estava grande, deu para aproveitar o lugar com mais tranquilidade. Não sei se é sempre assim ou se tinha a ver com a época (maio/outono). O mar costuma ser sempre calmo, com ondas bem fraquinhas. Passamos a manhã toda aproveitando o visual e descansando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-PxkP9k5LIbI/TlLJR9-Yx_I/AAAAAAAAB9s/_dWizFck5K8/s1600/SAM_7905.png" /&gt;&lt;/imageanchor="1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira ideia era ir andando pela orla até Jurerê, mas descobrimos que isso era impossível. Não há uma faixa de areia ligando as duas praias, apenas uma barreira de rochas e vegetação densa no caminho. Percebemos que não dava para seguir por ali. O jeito foi retornar para o asfalto e seguir o fluxo dos carros. O caminho não era tão curtinho quanto pensávamos e a travessia era cansativa principalmente pelo sol do meio-dia que castigava nossas costas. O estômago já começava a roncar e também não facilitava a caminhada. Fomos achar um restaurante aberto só próximo à entrada da praia de Jurerê, que aliás se divide em duas: a Tradicional e a Internacional. A primeira fica mais ao oeste, a segunda mais a leste. A faixa de areia também é curta por aqui, as residências e condomínios praticamente invadem a praia. Apesar disso, conta com uma boa vegetação. As águas são calmas e a areia fina. Pelo estilo das casas e dos iates que ficam ancorados em um ponto específico, percebe-se que é frequentada mais por uma galera com dinheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/--b5CkwoCdEE/TlLJoEcQ9lI/AAAAAAAAB9w/HdpP37THPKE/s1600/SAM_7951.png" /&gt;&lt;/imageanchor="1"&gt;&lt;/div&gt;Quando eram umas 15h30min, resolvemos sair da praia e correr atrás de uma televisão. A ideia era ver a final da Taça Rio, que seria disputada entre Vasco e Flamengo. Achei que seria uma missão relativamente tranquila, porque há muitos vascaínos em Santa Catarina. Mas por onde passávamos, víamos apenas televisões ligadas no jogo entre Avaí e Chapecoense, times locais. Várias casas estavam, inclusive, decoradas com bandeiras do Avaí, que tem sede na capital do Estado. Perdemos o primeiro tempo inteiro nessa brincadeira. No intervalo dos jogos, passamos por um supermercado e perguntamos se sabiam quanto estava o placar do clássico carioca. Um mísero 0x0. Do nada, uma mulher doida passou por nós e gritou um estridente "Urra, Leão!" em nossos ouvidos, em referência ao mascote do Avaí, time que ganhava a final catarinense por 2x0 naquele momento. A frase viraria um dos bordões da viagem, principalmente porque o Chapecoense empataria o jogo no segundo tempo e seria o campeão desse ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-Q9vdc4EpwxQ/TlLJ2opo_OI/AAAAAAAAB90/KvyMNoRv3V4/s1600/SAM_7956.png" /&gt;&lt;/imageanchor="1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Depois de mais de uma hora e meia de procura, chegamos no centro de Canasvieiras, onde só achamos televisões ligadas no jogo local ou no clássico entre Internacional e Grêmio. Impressionante a quantidade de gaúchos por essas bandas. Esbarramos até em um mendigo argentino no caminho, que também foi algo, digamos, fora do comum. Quando já estávamos desistindo, vimos um bar movimentadíssimo. Várias camisas de times diferentes. Eram três TV's, uma ligada no clássico paulista, outra no gaúcho e finalmente uma no clássico carioca. Nesta última, apenas um garoto estava com os olhos fixos. Mas usava a camisa rival, do Flamengo. Ficamos em pé, do lado de fora do bar, assistindo ao jogo. O mais engraçado é que os três jogos foram para as cobranças de pênalti, o que tornou o clima no lugar ainda mais tenso. Bom, o final dessa história não foi muito boa. Flamengo, Corinthians e Internacional foram os vencedores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O negócio foi voltar para o albergue, esfriar a cabeça e dormir para esquecer o jogo. Precisaríamos estar bem dispostos e animados para o dia seguinte, nosso último em Floripa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-1163046732520879177?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/1163046732520879177/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/08/litoral-norte-de-florianopolis-jurere-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/1163046732520879177'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/1163046732520879177'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/08/litoral-norte-de-florianopolis-jurere-e.html' title='Litoral norte de Florianópolis: Jurerê e Canasvieiras'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-9n2XAeA5TC8/TlCd4ZD2S0I/AAAAAAAAB9Q/XIYzTPwtOLk/s72-c/floripa2.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-4169767079229658411</id><published>2011-08-21T02:03:00.000-03:00</published><updated>2011-08-21T02:51:36.082-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='florianopolis'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='santa catarina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><title type='text'>Florianópolis: centro histórico e ponte Hercílio Luz</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-yXMSOLWISk8/TjY7gyWEdmI/AAAAAAAAB6Y/GemHDSwZ82w/s1600/floripa1.png" /&gt;&lt;/imageanchor="1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A última lembrança que tínhamos de Santa Catarina era da interiorana cidade de Caçador. Há mais de 20 anos, meus pais tiveram a ideia de fazer uma visita surpresa aos nossos tios e primas que moravam lá. Na época, fazia um frio absurdo e os dias amanheciam sempre com os jardins e plantações castigados pela geada noturna. Foi uma viagem muito agradável, que nos deixou &amp;nbsp;ótimas recordações do Estado. Mas nosso retorno às terras catarinenses agora seria bem diferente. Era a hora de conhecer a capital e viajar de forma mais independente. Meu irmão e eu chegamos em Florianópolis perto das 10h, mas tivemos que esperar nosso amigo Vanderson até as 12h30min no aeroporto. Enquanto aguardávamos o atrasado, vimos a delegação do time de futebol do Avaí embarcando para Chapecó, onde faria a final do campeonato estadual contra o Chapecoense. Também tive tempo suficiente para elaborar os detalhes do nosso roteiro durante os 3 dias que passearíamos pela cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como metade do dia já havia sido perdido em aeroportos e aviões, o jeito era conhecer os atrativos mais próximos do nosso albergue. Optamos por bater perna pelo centro histórico e conhecer a ponte Hercílio Luz (principal cartão-postal da cidade) logo após o almoço. No domingo, iríamos para o norte da ilha e deixaríamos a segunda-feira para visitar o sul e a área da Lagoa da Conceição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-szkp77kTSTI/TlCbrUtj0OI/AAAAAAAAB9I/EwYQYPTuRew/s1600/SAM_7839.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-szkp77kTSTI/TlCbrUtj0OI/AAAAAAAAB9I/EwYQYPTuRew/s1600/SAM_7839.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Florianópolis possui um bom número de albergues, mas a maioria fica localizada perto das praias do norte e do leste. Na minha opinião, se hospedar no centro é estrategicamente mais interessante. De lá pode-se pegar ônibus com facilidade para os outros cantos da ilha. Há mais opções de comércio em volta, a rodoviária é facilmente alcançada a pé e o aeroporto não fica assim tão longe também. Nossa opção foi o HI Hostel Floripa, que fica na rua Duarte Schutel 227. Achamos a estrutura boa para o padrão nacional e o atendimento ótimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-50YUqkYvbNo/TlCbomGmJZI/AAAAAAAAB9E/zX73Mby38W8/s1600/SAM_7815.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-50YUqkYvbNo/TlCbomGmJZI/AAAAAAAAB9E/zX73Mby38W8/s1600/SAM_7815.png" /&gt;&lt;/a&gt;A caminhada pelo centro da cidade começou pelo calçadão da Felipe Schimdt, uma rua fechada, por onde não transitam veículos. Nos dias de semana, costuma ficar lotada de pessoas andando em todos os sentidos. Há boas opções de lojas, livrarias, lanchonetes, que disputam espaço com os ambulantes. Logo ali perto está o Mercado Público Municipal, que reúne lojas de roupas e de artesanatos, &amp;nbsp;bares e alguns restaurantes. No sábado, não estava muito bem frequentado, tanto em quantidade como na qualidade. Na segunda, quando voltamos lá, a movimentação já era bem maior e melhor. Mas sinceramente, não gostei muito da estrutura do lugar. Achei pequeno, mal conservado e sem muita variedade de produtos e serviços, principalmente se comparado a outros mercados públicos das capitais brasileiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro ponto de referência no centro é a praça XV de Novembro. Segunda os historiadores é o marco fundamental de Floripa, onde a cidade nasceu em 1662, ainda com o nome de vila de Nossa Senhora do Desterro. No centro dela fica a Figueira Centenária, envolta em histórias e superstições. Está ali plantada deste 1871, ramificando seus galhos por quase toda a praça. Vale a pena conhecer e tirar um foto. Ao redor da praça, há mais dois atrativos para visitar. Um deles é a Catedral Metropolitana, uma construção amarela que possui grande acervo de arte sacra. O outro é o Palácio Cruz e Souza, um prédio rosa que abriga o Museu Histórico de Santa Catarina. No interior há exposições que tratam da história e cultura catarinense, assim como um mobiliário antigo e obras de arte da época em que o governador do Estado morava lá. O prédio é do século 18 e tem uma fachada bem bonita. Para visitá-lo, é bom ficar atento aos horários: de terça a sexta, das 10h às 18h, sábado e domingo, das 10h às 16h. O ingresso custa míseros R$ 2, mas na nossa correria de conhecer mais coisas na cidade, acabamos não entrando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-iMoJHbs1n9w/TlCbncRIjlI/AAAAAAAAB9A/0Y8fA9tkyhE/s1600/hercilioluz.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-iMoJHbs1n9w/TlCbncRIjlI/AAAAAAAAB9A/0Y8fA9tkyhE/s1600/hercilioluz.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Depois da parte histórica, continuamos em direção à ponte Hercílio Luz, que nada mais é que um símbolo decorativo da cidade. Foi construída na década de 20 para conectar a parte insular de Floripa com a parte continental. Antes essa travessia só era feita por barcos. O nome dela é uma homenagem ao governador que idealizou sua construção. Ela foi interditada em 1991 e hoje em dia é apenas um monumento histórico da cidade. A travessia entre as duas partes da capital é feita pela ponte Governador Pedro Ivo Campos. De vários ângulos da cidade dá para tirar boas fotos da Hercílio Luz, que fica muito bonita com a iluminação noturna. Mas não deixa de ser interessante conhecer ela mais de perto através do mirante, que fica na extremidade ligada à ilha. É preciso encarar uma pequena caminhada e subida para chegar lá, nada que vá deixar você de língua de fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passamos o nosso fim de tarde no mirante, conversando e apreciando a vista da cidade. O tempo estava nublado, mas nem por isso estragou nosso primeiro dia de viagem. Durante o período em que ficamos parados, muitos carros passaram pelo local. A maioria das pessoas apenas parava para tirar fotos e saía logo em seguida. Alguns casais é que aproveitavam a paisagem para dar uma namorada com mais tranquilidade. Como não queríamos ficar muito tempo segurando vela, resolvemos seguir nosso passeio pela orla mais ao norte. O calçadão é paralelo à Avenida Jornalista Rubens de Arruda Ramos. Muita gente estava correndo, passeando com o cachorro e andando de bicicleta. A conservação do local estava muito boa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terminamos nosso dia no Beiramar Shopping, lanchando, ouvindo a banda do Corpo de Bombeiros que se apresenta em uma das praças e apreciando, deslumbrados, a beleza das mulheres catarinenses. Uma mistura de rostos europeus com corpos brasileiros. Nunca vi no Brasil uma concentração tão grande de loiras e morenas lindas como em Floripa. Some-se isso à simpatia da maioria da população florianopolitana, tive motivos de sobra para encerrar a minha primeira noite na cidade com um largo sorriso de satisfação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-36hmVbtSr9M/TlCbvaLUcnI/AAAAAAAAB9M/VCvYG8OMOEQ/s1600/SAM_7891.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-36hmVbtSr9M/TlCbvaLUcnI/AAAAAAAAB9M/VCvYG8OMOEQ/s1600/SAM_7891.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-4169767079229658411?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/4169767079229658411/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/08/florianopolis-centro-historico-e-ponte.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/4169767079229658411'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/4169767079229658411'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/08/florianopolis-centro-historico-e-ponte.html' title='Florianópolis: centro histórico e ponte Hercílio Luz'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-yXMSOLWISk8/TjY7gyWEdmI/AAAAAAAAB6Y/GemHDSwZ82w/s72-c/floripa1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-290011084547315164</id><published>2011-08-18T17:15:00.000-03:00</published><updated>2011-09-28T17:55:59.042-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='curitiba'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='parana'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='foz do iguaçu'/><title type='text'>Mapas e rotas do Paraná</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-Op-Uhfpi1Mg/Tk1Ym79V_-I/AAAAAAAAB7w/iMy17kBtDD8/s1600/mapaparana.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na viagem realizada em abril de 2011 no Paraná, nos detivemos apenas na capital. Foram 3 dias, mas poderiam até ter sido mais, visto que a cidade oferece um bom número de atrativos turísticos. Reuni neste post algumas orientações para quem deseja dar um pulo em outras cidades nos arredores. Por ter família em Cascavel e já ter ido para lá várias vezes, conheço bem as rotas que ligam alguns municípios paranaenses. Mais um lugar incrível do Brasil que merece ser percorrido com calma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;No mapa acima, &lt;b style="background-color: #cccccc;"&gt;(A)&lt;/b&gt; representa Morretes, &lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #cccccc;"&gt;&lt;b&gt;(B)&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; Paranaguá, &lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #cccccc;"&gt;&lt;b&gt;(C)&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; Curitiba, &lt;b style="background-color: #cccccc;"&gt;(D)&lt;/b&gt; Londrina, &lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #cccccc;"&gt;&lt;b&gt;(E)&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; Cascavel, &lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #cccccc;"&gt;&lt;b&gt;(F)&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; Foz do Iguaçu.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Ao leste de Curitiba, Morretes é uma cidade histórica na região litorânea, famosa por sua gastronomia e preservação da arquitetura antiga. Seguindo mais em direção ao mar, Paranaguá é a cidade mais antiga do Estado e abriga também o seu principal porto. Ambas as cidades estão na rota do disputado passeio de trem pela Serra do Mar, maior área preservada da Mata Atlântica no Brasil. Também de Paranaguá partem embarcações em direção a Ilha do Mel, outro balado destino de praias no Paraná.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Em direção ao norte fica Londrina, a segunda maior cidade do Estado e importante pólo industrial. Seguindo viagem pelo lado oeste, chega-se em Cascavel, que ainda conta com poucos atrativos turísticos, mas que não deixa de ter o seu charme. Finalmente, na fronteira com o Paraguai e a Argentina, está Foz do Iguaçu, um dos principais destinos turísticos do Brasil, graças à imponência de suas cascatas de água. Seguem abaixo, as principais informações de deslocamento para ampliar a sua viagem por essas bandas do sul do país:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #cccccc;"&gt;&lt;b&gt;Entre Estados&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table border="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353; font-family: Arial, Verdana;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #6aa84f; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;CURITIBA x FLORIANÓPOLIS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Quem faz?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://catarinense.net/" style="color: #059cb2; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; text-decoration: underline;"&gt;Viação Catarinense&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background-color: #f9f9f9;"&gt;&lt;div style="color: #535353; font-family: Arial, Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Quanto custa?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;entre R$ 45 e 50.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #535353; font-family: Arial, Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Duração do percurso?&lt;/b&gt;&amp;nbsp; 4 horas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Frequência&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;saídas a cada uma hora. &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353; font-family: Arial, Verdana;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #6aa84f; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;CURITIBA x SÃO PAULO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Quem faz?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.viacaocometa.com.br/pt/"&gt;Viação Cometa&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.itapemirim.com.br/"&gt;Itapemirim&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background-color: #f9f9f9;"&gt;&lt;div style="color: #535353; font-family: Arial, Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Quanto custa?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;R$ 65.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #535353; font-family: Arial, Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Duração do percurso?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;6h.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Frequência&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;saídas quase de hora em hora.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="background-color: #cccccc;"&gt;Para o Leste&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;table border="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #6aa84f; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;CURITIBA x MORRETES&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Quem faz?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.viacaograciosa.com.br/"&gt;Viação Graciosa&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background-color: #f9f9f9;"&gt;&lt;div style="color: #535353; font-family: Arial, Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Quanto custa?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;R$ 17.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #535353; font-family: Arial, Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Duração do percurso?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;1h20min.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Frequência&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;2 saídas pela manhã, 6 pela tarde.&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #6aa84f; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;CURITIBA x PARANAGUÁ&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Quem faz?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;a href="http://www.viacaograciosa.com.br/"&gt;Viação Graciosa&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background-color: #f9f9f9;"&gt;&lt;div style="color: #535353; font-family: Arial, Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Quanto custa?&amp;nbsp;&lt;/b&gt;R$ 21.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #535353; font-family: Arial, Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Duração do percurso?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;1h30min.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Frequência&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&amp;nbsp;saídas quase de hora em hora.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #6aa84f;"&gt;MORRETES x PARANAGUÁ&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Quem faz?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;a href="http://www.viacaograciosa.com.br/"&gt;Viação Graciosa&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background-color: #f9f9f9;"&gt;&lt;div style="color: #535353; font-family: Arial, Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Quanto custa?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;R$ 5.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #535353; font-family: Arial, Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Duração do percurso?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;50 minutos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Frequência&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;saídas a cada hora.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #6aa84f;"&gt;CURITIBA x PONTAL DO SUL&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Quem faz?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;a href="http://www.viacaograciosa.com.br/"&gt;Viação Graciosa&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background-color: #f9f9f9;"&gt;&lt;div style="color: #535353; font-family: Arial, Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Quanto custa?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;R$ 27.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #535353; font-family: Arial, Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Duração do percurso?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;2h15min.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Frequência&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;5 saídas diárias.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #6aa84f; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; font-weight: bold; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;DE TREM PELA SERRA DO MAR&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Quem faz?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.serraverdeexpress.com.br/"&gt;Serra Verde Express&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background-color: #f9f9f9;"&gt;&lt;div style="color: #535353;"&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Quanto custa?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;até Morretes R$ 70 (Turístico), R$101 (Executivo) e R$ 270 (Luxo). At&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;é Paranaguá os preços são&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;R$ 70 (Turístico) e R$ 101 (Executivo)&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #535353; font-family: Arial, Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Duração do percurso?&lt;/b&gt;&amp;nbsp; 3 horas até Morretes, 5 horas até Paranaguá.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Frequência&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;única saída diária de Curitiba às 08:15. &lt;u&gt;Só no domingo&lt;/u&gt; o&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&amp;nbsp;trem segue até Paranaguá&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #6aa84f; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;COMO CHEGAR NA ILHA DO MEL&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;Há dois portos para embarque, um em Paranaguá, outro em Pontal do Sul. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Por Paranaguá:&lt;/b&gt; duas saídas diárias, às 09:30 e 15:30. Tempo de viagem é de 1h45min. Passagem de ida e volta custa R$ 28.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Por Pontal do Sul:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;saídas de hora em hora das 08:00 às 17:30. Tempo de viagem é de 30 minutos. Passagem de ida e volta custa R$ 23.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="background-color: #cccccc;"&gt;Para o Norte e Oeste&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;table border="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #6aa84f;"&gt;CURITIBA x LONDRINA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Quem faz?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.viacaogarcia.com.br/"&gt;Viação Garcia&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.viacaoourobranco.com.br/"&gt;Ouro Branco&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background-color: #f9f9f9;"&gt;&lt;div style="color: #535353; font-family: Arial, Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Quanto custa?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;entre R$ 80 e 90.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #535353; font-family: Arial, Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Duração do percurso?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;7 horas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Frequência&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;8 saídas diárias.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #6aa84f;"&gt;CURITIBA x CASCAVEL&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Quem faz?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;a href="http://www.viacaogarcia.com.br/"&gt;Viação Garcia&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background-color: #f9f9f9;"&gt;&lt;div style="color: #535353; font-family: Arial, Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Quanto custa?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;R$ 96.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #535353; font-family: Arial, Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Duração do percurso?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;7 a 8 horas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Frequência&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;4 saídas diárias.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #6aa84f;"&gt;CURITIBA x FOZ DO IGUAÇU&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Quem faz?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;a href="http://www.catarinense.net/"&gt;Viação Catarinense&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background-color: #f9f9f9;"&gt;&lt;div style="color: #535353; font-family: Arial, Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Quanto custa?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;R$ 96.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #535353; font-family: Arial, Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Duração do percurso?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;10 horas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Frequência&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;10 saídas diárias.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #6aa84f;"&gt;CASCAVEL x FOZ DO IGUAÇU&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Quem faz?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.catarinense.net/"&gt;Viação Catarinense&lt;/a&gt;&amp;nbsp;e &lt;a href="https://www.eucatur.com.br/"&gt;Eucatur&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background-color: #f9f9f9;"&gt;&lt;div style="color: #535353; font-family: Arial, Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Quanto custa?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;entre R$ 24 e 40.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #535353; font-family: Arial, Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Duração do percurso?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;2 horas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Frequência&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;8 saídas diárias.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-290011084547315164?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/290011084547315164/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/08/mapa-e-rotas-do-parana.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/290011084547315164'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/290011084547315164'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/08/mapa-e-rotas-do-parana.html' title='Mapas e rotas do Paraná'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Op-Uhfpi1Mg/Tk1Ym79V_-I/AAAAAAAAB7w/iMy17kBtDD8/s72-c/mapaparana.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-4059078486594339151</id><published>2011-08-18T03:55:00.000-03:00</published><updated>2011-09-28T15:38:42.107-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='florianopolis'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='santa catarina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><title type='text'>Mapas e rotas de Santa Catarina</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-PXjYmkSRttA/TkylZVEj1iI/AAAAAAAAB7A/cFy9ncsWQN0/s1600/mapasantacatarina.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-PXjYmkSRttA/TkylZVEj1iI/AAAAAAAAB7A/cFy9ncsWQN0/s1600/mapasantacatarina.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353; font-family: Arial, Verdana;"&gt;Este post serve mais como apoio para quem estiver em Florianópolis e quiser dar uma esticadinha por cidades mais próximas. No nosso caso, em maio de 2011, fizemos apenas o trajeto de ônibus entre Floripa e Curitiba, até porque o tempo era curto e teríamos que aproveitar muito bem nossos dias nessas duas cidades incríveis.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Das opções de cidades mais turísticas no norte de Santa Catarina, Joinville e Blumenau se destacam pela grande influência da cultura européia em sua formação, principalmente a alemã. Essa herança é percebida na arquitetura, culinária e hábitos da população. Blumenau é famosa por ser sede da segunda maior Oktoberfest do mundo, enquanto Joinville ostenta o título de maior cidade do Estado. Ainda no norte, Balneário Camboriú atrai os turistas pela beleza das praias e costuma ser um dos maiores redutos de argentinos em solo brasileiro. Já Penha é a cidade onde fica localizado o parque temático de Beto Carrero World.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353; font-family: Arial, Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Para o sul de Santa Catarina, Garopaba reúne algumas das praias mais procuradas do Estado. Mais abaixo, Criciúma é conhecida pela riqueza mineral de seu solo. Não possui tantos atrativos turísticos, mas pode ser uma parada estratégica antes de chegar no Rio Grande do Sul.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;Seguem abaixo, as infos, para ampliar a sua viagem por essas bandas do sul do Brasil:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353; font-family: Arial, Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Verdana;"&gt;&lt;b style="background-color: #cccccc;"&gt;Entre Estados&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #535353; font-family: Arial, Verdana;"&gt;&lt;table border="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;div style="font-family: 'Times New Roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #6aa84f; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;FLORIANÓPOLIS x CURITIBA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #f9f9f9;"&gt;&lt;div style="color: #535353; font-family: Arial, Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Quem faz?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://catarinense.net/"&gt;Viação Catarinense&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #535353; font-family: Arial, Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Quanto custa?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;entre R$ 45 e 50.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #535353; font-family: Arial, Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Duração do percurso?&lt;/b&gt;&amp;nbsp; 4 horas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Frequência&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;saídas a cada uma hora. &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #6aa84f; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;FLORIANÓPOLIS x PORTO ALEGRE&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #f9f9f9;"&gt;&lt;div style="color: #535353; font-family: Arial, Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Quem faz?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.eucatur.com.br/"&gt;Eucatur&lt;/a&gt;&amp;nbsp;e &lt;a href="http://www.santoanjo.com.br/index.php"&gt;Santo Anjo&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #535353; font-family: Arial, Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Quanto custa?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;entre R$ 70 e 80.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #535353; font-family: Arial, Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Duração do percurso?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;8 horas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Frequência?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;8 horários diários. &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #cccccc; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Para o Norte&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;table border="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;div style="background-color: #f9f9f9;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #6aa84f; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;FLORIANÓPOLIS X JOINVILLE&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Quem faz?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;a href="http://catarinense.net/"&gt;Viação Catarinense&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background-color: #f9f9f9; color: #535353;"&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Quanto custa?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;R$ 35.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Duração do percurso?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;3 horas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Quais os horários?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;saídas a cada uma hora. &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;div style="background-color: #f9f9f9;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #6aa84f; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;FLORIANÓPOLIS X BLUMENAU&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9;"&gt;&lt;b style="color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;Quem faz?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;a href="http://catarinense.net/"&gt;Viação Catarinense&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Quanto custa?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;R$ 30.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background-color: #f9f9f9; color: #535353;"&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Duração do percurso?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;3 horas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Quais os horários?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;saídas a cada uma hora.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #274e13; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #6aa84f; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;FLORIANÓPOLIS X BALNEÁRIO CAMBORIÚ&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Quem faz?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;a href="http://catarinense.net/"&gt;Viação Catarinense&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Quanto custa? &lt;/b&gt;R$ 16&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Duração do percurso?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&amp;nbsp;1h30min.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Quais os horários?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&amp;nbsp;saídas a cada meia hora.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #6aa84f; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;FLORIANÓPOLIS X PENHA&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Quem faz?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.santoanjo.com.br/index.php"&gt;Santo Anjo&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Quanto custa?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;R$ 15.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Duração do percurso?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;1h.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;Quais os horários?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353;"&gt;&amp;nbsp;5 horários diários.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;div style="background-color: #f9f9f9;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f9f9f9; color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #cccccc; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Para o Sul&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table border="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #6aa84f; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;FLORIANÓPOLIS X GAROPABA &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Quem faz?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.paulotur.com.br/"&gt;Paulotur&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Quanto custa?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;R$ 15.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Duração do percurso?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;1h30min.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;Quais os horários?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353;"&gt;&amp;nbsp;saídas a cada uma hora.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #6aa84f; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;FLORIANÓPOLIS X CRICIÚMA&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Quem faz?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.santoanjo.com.br/index.php"&gt;Santo Anjo&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Quanto custa?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;R$ 45.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;Duração do percurso?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;3h.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;Quais os horários?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353;"&gt;&amp;nbsp;7 horários diários.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-4059078486594339151?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/4059078486594339151/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/08/mapas-e-rotas-de-santa-catarina.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/4059078486594339151'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/4059078486594339151'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/08/mapas-e-rotas-de-santa-catarina.html' title='Mapas e rotas de Santa Catarina'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-PXjYmkSRttA/TkylZVEj1iI/AAAAAAAAB7A/cFy9ncsWQN0/s72-c/mapasantacatarina.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-3537617265292364915</id><published>2011-08-01T01:16:00.000-03:00</published><updated>2011-08-20T16:44:01.437-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='florianopolis'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='curitiba'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='santa catarina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='parana'/><title type='text'>Roteiro Florianópolis e Curitiba (Abril e Maio de 2011)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-DUN9_mw_nwQ/TjYoiSpzS1I/AAAAAAAAB58/zE_VrDEoEN0/s1600/709px-Bandeira_Santa_Catarina.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-DUN9_mw_nwQ/TjYoiSpzS1I/AAAAAAAAB58/zE_VrDEoEN0/s1600/709px-Bandeira_Santa_Catarina.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Depois de cinco anos trabalhando em um ritmo muito forte, senti que era hora de descansar. Muitas coisas estavam me deixando estressado e decidi tirar o sonhado ano sabático. Juntei as moedinhas e dei início a esse novo período de vida em abril de 2011. Acho que o mochilão para o Equador e a Colômbia foi um dos grandes responsáveis por essa mudança. Quando voltei de lá, fiquei com a sensação que um mês tinha sido pouco para descansar, para revigorar a mente, colocar as ideias no lugar. Na verdade, a cabeça começou a ficar ainda mais confusa. Era hora de apertar o Stop. A viagem para Florianópolis e Curitiba inaugurou essa nova fase.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-y7Zi9LrvQig/TjYo5fbQLqI/AAAAAAAAB6A/Yu7Qs0dLk5c/s1600/bandeira+do+paran%25C3%25A1.png" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-y7Zi9LrvQig/TjYo5fbQLqI/AAAAAAAAB6A/Yu7Qs0dLk5c/s1600/bandeira+do+paran%25C3%25A1.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O roteiro surgiu da seguinte maneira. Eu queria muito fazer uma viagem com meu irmão. Como ele também havia deixado o trabalho, a hora era essa. Cogitei até ir com ele em Buenos Aires, por ele sempre ter sido um fã do futebol argentino (vai entender). Mas ele preferiu um passeio aqui mesmo em terras brasileiras. Escolheu Santa Catarina e eu sugeri uma esticada até Curitiba. Simples assim. Sete dias fora de casa conhecendo duas novas capitais no Sul do Brasil. Contamos ainda com uma companhia de última hora. Nosso amigo Vanderson, que é deficiente visual, mas que sabe aproveitar uma viagem como ninguém. Além de ser o cara que anima as bagunças. É isso. Malas arrumadas e novas descobertas pela frente!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;30/04&lt;/b&gt; - Rio / Florianópolis&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;01/05&lt;/b&gt; - Florianópolis&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;02/05&lt;/b&gt; - Florianópolis&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;03/05&lt;/b&gt; - Florianópolis / Curitiba&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;04/05&lt;/b&gt; - Curitiba&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;05/05&lt;/b&gt; - Curitiba&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;06/05&lt;/b&gt; - Curitiba / Rio&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-3537617265292364915?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/3537617265292364915/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/07/roteiro-florianopolis-e-curitiba-abril.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/3537617265292364915'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/3537617265292364915'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/07/roteiro-florianopolis-e-curitiba-abril.html' title='Roteiro Florianópolis e Curitiba (Abril e Maio de 2011)'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-DUN9_mw_nwQ/TjYoiSpzS1I/AAAAAAAAB58/zE_VrDEoEN0/s72-c/709px-Bandeira_Santa_Catarina.png' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-2780471171057873167</id><published>2011-08-01T00:10:00.000-03:00</published><updated>2011-08-18T04:23:48.830-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ubatuba'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='são paulo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><title type='text'>Motivos para fugir do litoral carioca e paulista nos feriados...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-9i8Y_Q4eJwQ/TjWyXJvTX1I/AAAAAAAAB5s/kYNFEGXFQEE/s1600/ubatuba.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-9i8Y_Q4eJwQ/TjWyXJvTX1I/AAAAAAAAB5s/kYNFEGXFQEE/s1600/ubatuba.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;N&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;a Semana Santa, em abril de 2011, resolvi fazer um passeio pelo litoral paulista, mais especificamente em Ubatuba. Era uma boa oportunidade para rever os amigos Ratto e Vanessa, além de conhecer uma praia que já havia recebido muitos elogios da minha mãe e irmão. Também conheci pessoas muito legais que foram conosco, em um grupo de mais ou menos dez "cabeças". Alugamos um apartamento e a estrutura do lugar era boa, confortável e barata. Até aí, tudo ok. Mas o estresse com trânsito e super lotação da cidade fazem não só do lugar, mas de todo o litoral paulista e carioca lugares impossíveis para descansar e curtir as paisagens durante os feriadões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ônibus saem lotados das rodoviárias e as estradas não são assim muito seguras. Muita gente age de forma imprudente nesses períodos, se empolga na bebida e acaba causando acidentes. Comigo mesmo aconteceu um livramento. Ia pegar um ônibus na madrugada pela viação Útil. Mas achei que o horário era ruim demais, chegaria muito cedo em Ubatuba e preferi pegar o seguinte, que saíria pela manhã. Quando cheguei na rodoviária da cidade, fiquei sabendo que o ônibus anterior havia derrapado na pista, capotado e três pessoas morreram. O motorista foi imprudente em uma curva, causando o acidente. Episódio infeliz, que graças a Deus eu me livrei. Vale também o alerta de que as pessoas que se machucaram menos foram as que estavam com cinto de segurança. Praticamente ninguém usa o cinto em ônibus. Eu passei a usar em todas as viagens depois de saber dessa história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na questão do trânsito, é para deixar qualquer um maluco. Engarrafamentos são constantes o dia inteiro. Até para ir no mercado ou padaria você enfrenta uma fila de carros. Tentamos em um dos dias ir para Paraty e tivemos de voltar depois de mais de uma hora parados na estrada. Também nas ruas, nos restaurantes e nas lojas o que não falta é gente entupindo cada canto. Concluindo, as praias são ótimas, mas prefira conhecer elas fora dos feriadões, porque um mar de gente vai para esses lugares e vai tornar a sua viagem estressante. Para completar a minha história, peguei um engarrafamento monstruoso na volta para o Rio. Ao invés de levar 5 horas para chegar, fiquei preso na cadeira do ônibus durante horripilantes 9 horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, reclamações à parte, Ubatuba tem boas praias. Gostei de Itamambuca, a que mais frequentei por lá nesse período. A cidade tem a fama de chover com frequência, mas é sempre uma boa pedida. Seguem as infos de serviço para o trajeto Rio-Ubatuba:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-_RMlX-xqUCE/Tky9w5j7LxI/AAAAAAAAB7E/J1ZDHqIlrGg/s1600/util.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-_RMlX-xqUCE/Tky9w5j7LxI/AAAAAAAAB7E/J1ZDHqIlrGg/s1600/util.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Quem faz?&lt;/b&gt; &lt;a href="http://www.util.com.br/"&gt;Viação Útil/Normandy&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Quanto custa?&lt;/b&gt; Entre 50 e 70 reais, depende do serviço. Pode ser Semi-leito, Executivo e Convencional.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Duração do percurso?&lt;/b&gt; 5 horas.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Quais os horários?&lt;/b&gt; São quatro ônibus diários. Saindo do Rio, ha dois ônibus saindo às 08:30 e dois saindo às 23:00. Voltando de Ubatuba, dois saem às 10:40 e dois saem às 23:40.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-aKtgPKJ4qQA/TjYY_L-QQcI/AAAAAAAAB5w/jcaLh_VL8Cg/s1600/mapaubatuba.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-aKtgPKJ4qQA/TjYY_L-QQcI/AAAAAAAAB5w/jcaLh_VL8Cg/s1600/mapaubatuba.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-2780471171057873167?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/2780471171057873167/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/07/motivos-para-fugir-do-litoral-carioca-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/2780471171057873167'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/2780471171057873167'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/07/motivos-para-fugir-do-litoral-carioca-e.html' title='Motivos para fugir do litoral carioca e paulista nos feriados...'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-9i8Y_Q4eJwQ/TjWyXJvTX1I/AAAAAAAAB5s/kYNFEGXFQEE/s72-c/ubatuba.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-4649647090021451979</id><published>2011-07-31T14:40:00.003-03:00</published><updated>2012-02-22T20:41:38.326-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='colombia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bogota'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><title type='text'>Bogotá: perdendo um ônibus e um avião no mesmo dia...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-amOGAB1ML-E/TjWPa_kdScI/AAAAAAAAB5g/uS_pe--9IEc/s1600/zfotos+1043.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-amOGAB1ML-E/TjWPa_kdScI/AAAAAAAAB5g/uS_pe--9IEc/s1600/zfotos+1043.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;O&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;dia 1º de fevereiro seria oficialmente o nosso último em terras estrangeiras. No início da noite, pegaríamos o avião com destino ao Brasil. Viajar é sempre bom demais, mas às vezes bate saudades de casa também. Ratto, meu amigo mochileiro de Campinas, e eu queríamos aproveitar intensamente a nossa despedida da Colômbia. Na noite anterior já havíamos curtido a Zona T, que são duas ruas que se cruzam na &amp;nbsp;Zona Rosa e que tem os melhores bares e restaurantes da região. Curtimos a boa comida e um ótimo som ao vivo, admirando mais uma vez a beleza das colombianas. Acordamos dispostos e resolvemos ir até o bairro da Candelária, que fica ao lado do centro da cidade. Mas desde o início do dia, algo já indicava que a tal Lei de Murphy ("se alguma coisa tem que dar errado, dará da pior forma possível") ditaria o nosso ritmo em Bogotá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira "grande" ideia do dia surgiu assim: "Que tal experimentarmos o sistema de ônibus da cidade?". A capital colombiana adota o sistema de corredores expressos, que parecem metrôs na superfície. Ficou famosa mundialmente por isso. Mas não é tão simples assim, se você não se informa direitinho sobre as linhas e destinos. Saímos da Zona Rosa e tomamos um ônibus que nos deixou quase fora dos limites da cidade. O fiscal de um dos terminais nos deu a informação errada e fomos parar no fim do mundo. Aí, fomos perguntar a outras pessoas como fazer para voltar para o bairro da Candelária. Nos indicaram um ponto ali perto, pegamos um outro ônibus, dessa vez um comum, fora daquele sistema expresso. E realmente estava escrito Candelária na frente dele. Entramos pela frente e nos sentamos lá atrás. Pensamos que eles seguiam a mesma ideia do Equador, onde a passagem é paga a um cobrador que fica circulando dentro do ônibus. Mas o berro do motorista lá na frente, xingando a gente em espanhol, mostrou que não era bem assim. Tinha que pagar ao próprio logo na entrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de muito tempo no ônibus começamos a ver pela janela uma paisagem muito feia e pobre. Um lugar meio abandonado e com gente mal encarada. Resolvemos perguntar ao motorista se a Candelária estava perto e ele disse que era ali mesmo. Acontece que Candelária também era o nome de uma favela na região metropolitana de Bogotá. Tinha duas Candelárias e a gente não sabia! Descemos naquele lugar sinistro e resolvemos apelar, tomar um táxi para o centro. Nessa brincadeira, metade do dia já havia sido perdido. Mas para quê o estresse? Almoçamos e o Ratto teve a ideia de ficar paradão na Plaza de Armas, observando a movimentação local e curtindo a tarde por lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sol estava se pondo e eu insistia para irmos embora, mas o Ratto pedia sempre mais um minuto. Nosso voo era às 20h, teríamos de estar no aeroporto às 19h. Lá pelas 17h, depois de muita insistência saímos da praça e fomos atrás de um táxi para nos levar até o hostel e depois seguir até o aeroporto. Pelo cálculo do horário nas vezes anteriores, em menos de 30 minutos estaríamos no aeroporto. Acontece que Bogotá fica uma loucura no horário do "rush". É tanto carro e gente circulando pelo centro da cidade que fica quase impossível de andar. Para pegar um táxi, então, só um milagre. Todos passam lotados e alguns até recusam fazer alguns trajetos por causa do engarrafamento. Nunca fiquei tanto tempo caçando um táxi como nesse dia. Para piorar o trânsito estava tão ruim, que o desepero foi batendo. O relógio correndo rápido e a gente parado no mesmo lugar. Quando enfim conseguimos chegar no hostel, arrumamos nossas coisas correndo, sem nem tomar banho e corremos atrás de outro táxi para o aeroporto. Novo engarrafamento e só fomos chegar lá às 19h50min, tarde demais para embarcar. Assim como aconteceu na ida, eu havia conseguido perder um avião novamente. Chegamos a ver o preço de passagens na TAM e Avianca para um horário mais tarde, mas todos estavam acima da realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desenrolando muito com um funcionário da Avianca, conseguimos entrar por uma área restrita, que fica atrás do balcão de atendimento do check-in e falamos com o pessoal da Varig/Gol sobre o nosso voo perdido. Resolvemos nosso problema de uma forma menos traumática, sem grandes prejuízos financeiros, mas teríamos de passar mais um dia em Bogotá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltamos desanimados para o hostel depois de toda aquela correria e tivemos de aguentar mais uma noite o francês fedorento no quarto. No dia seguinte, 2 de fevereiro, nem quisemos nos afastar da Zona Rosa. Apenas curtimos os shoppings e estabelecimentos comerciais do bairro e saímos com uma antecedência exagerada para não perder mais um voo. Enfim, embarcamos de volta ao Brasil. Ratto ficando em São Paulo, eu pegando mais um avião para o Rio. Chegava oficialmente ao fim mais um mochilão pela América do Sul. Dois países incríveis desbravados, paisagens lindas descobertas, momentos incríveis em uma ilha caribenha e um vulcão ativo no "currículo" de viajante, além de várias histórias para contar ao povo de casa. Hora de planejar as próximas...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-4649647090021451979?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/4649647090021451979/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/07/bogota-1-e-2-de-fevereiro.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/4649647090021451979'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/4649647090021451979'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/07/bogota-1-e-2-de-fevereiro.html' title='Bogotá: perdendo um ônibus e um avião no mesmo dia...'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-amOGAB1ML-E/TjWPa_kdScI/AAAAAAAAB5g/uS_pe--9IEc/s72-c/zfotos+1043.png' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-7052889096738056894</id><published>2011-07-31T01:42:00.003-03:00</published><updated>2012-03-03T12:30:05.109-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='guayaquil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='equador'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><title type='text'>Guayaquil: visitando Las Peñas e a praça das iguanas</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TVC1QEPMCsI/AAAAAAAABoY/E-vRa87AC8o/s1600/guayaquil%2B31-01.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TVC1QEPMCsI/AAAAAAAABoY/E-vRa87AC8o/s1600/guayaquil%2B31-01.JPG" style="cursor: hand; height: 281px; width: 616px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TVC1QEPMCsI/AAAAAAAABoY/E-vRa87AC8o/s1600/guayaquil%2B31-01.JPG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A foto que abre o post pode surpreender um leitor desavisado, já que não é assim muito comum ver um bichinho como este passeando em praças públicas. Por mais curioso que ele seja, é bom ligar o alerta ao passear por Guayaquil. Em outros lugares, o normal é você se preocupar com os torpedos dos pombos, mas aqui a maior preocupação é com as iguanas. Sim, há iguanas espalhadas em pleno centro econômico do Equador! Elas são uma atração à parte no agitadíssimo ritmo de vida da cidade e não estão nem aí para os demais. Têm o seu território muito bem demarcado e ai de quem passar despreocupado por baixo das árvores onde elas costumam escalar. Não será uma lembrança assim tão agradável para levar para casa. Neste nosso último dia em terras equatorianas, percorremos as praças onde elas habitam, andamos pela avenida principal 9 de Octubro e conhecemos o lindo bairro histórico de Las Peñas. Fugir do cocô das iguanas foi apenas a nossa última "aventura" antes da despedida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caminhando pelo Malecón 2000 até uma de suas extremidades chega-se a um dos acessos ao bairro de Las Peñas. O lugar, construído no início do século XVIII, é o único que ainda preserva a arquitetura da época colonial na cidade. Muitos políticos e presidentes do país moraram no bairro. Já resistiu a alguns incêndios, foi restaurado e reconstruído. Hoje, conta com uma boa estrutura para o turista conhecer. Alguns avisam que é preciso ficar esperto com malandros que rondam a área, mas nos sentimos seguros a maior parte do tempo. O policiamento parecia adequado. Há casas antigas bem coloridas e até carros daqueles clássicos parados em algumas portas (acho que propositalmente para reforçar o cenário). Ao longo do bairro, há também alguns artistas que aproveitam o espaço para expor suas obras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-28BDYEgtkm0/TjWjOlYU7PI/AAAAAAAAB5o/doxRvkXxMmA/s1600/zlaspenas.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-28BDYEgtkm0/TjWjOlYU7PI/AAAAAAAAB5o/doxRvkXxMmA/s1600/zlaspenas.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Existe apenas uma rua em Las Peñas, a Numa Pompillo Llona, toda de paralelepípedos. O restante do bairro é percorrido através de escadas e becos. Achamos todo o bairro bastante charmoso e "vivo". Os moradores locais aproveitam o movimento dos turistas para esquentar o comércio local. Do alto do bairro, se tem uma ótima vista de Guayaquil. Outros lugares legais para conhecer no alto do bairro são o Museo El Fortín del Cerro Santa Ana, o farol e uma modesta igrejinha. O primeiro é um espaço dedicado à memória das Forças Armadas do Equador e como era feita a defesa do território no passado. É uma exposição ao ar livre, que destaca principalmente como era a proteção contra os piratas. O farol e a igrejinha ficam no lugar mais alto de Las Peñas, e formam um belo cartão-postal da cidade. Tentei até tocar um piano velho que estava dentro da igreja, mas estava muito desafinado e cheio de teias de aranha. A conservação, pelo visto, não era das melhores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois do passeio, para otimizar o nosso tempo curto, pegamos um táxi e percorremos as principais avenidas da cidade. O engarrafamento não ajudou muito e estávamos quase antecipando nossa volta para o hostel. Mas não podíamos ir embora de Guayaquil sem conhecer o Parque Bolívar, também conhecido como Parque de las Iguanas, por ser justamente o local onde elas estão mais concentradas. Pelo que pude perceber, há funcionários da prefeitura que limpam o local e alimentam as iguanas. Não se sabe muito bem como elas foram trazidas para cá, mas dominam principalmente essa praça no centro da cidade. Os bichos são bem inofensivos e tranquilos, chegam até a posar para as fotos. Em um canto, vi até um bebê sentado em um carrinho tentando bater em um deles, que nem se demonstrava um pouquinho de preocupação. Eles ficam espalhados pelo chão e em cima das árvores. Durante a nossa sessão fotográfica, tivemos de escapar de alguns jatos fedidos expelidos pelos nossos modelos. Felizmente, ninguém foi atingido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-fOaGIVEwwso/TjWiaupPnOI/AAAAAAAAB5k/XKXnZs8XqPI/s1600/zzzzSAM_7764.png" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-fOaGIVEwwso/TjWiaupPnOI/AAAAAAAAB5k/XKXnZs8XqPI/s1600/zzzzSAM_7764.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Almoçamos, pegamos um táxi até o aeroporto Simón Bolívar, que fica razoavelmente próximo da rodoviária, e tomamos nosso voo de volta para Bogotá. Nos despedimos primeiro do Junior, que desceria de ônibus para o Peru e, já na capital colombiana, da Vanessa, que seguiria naquela mesma noite para São Paulo. Ficamos apenas eu e o Ratto mais uma noite em Bogotá. Dessa vez nos hospedamos no North Hostel, que ficava na Zona Rosa, o bairro boêmio da cidade. Pegamos um quarto quádruplo, onde já havia um francês. Uma coisa que eu costumo odiar são os estereótipos, mas esse cara não facilitou em nada. Como era fedorento, a mistura de chulé e perfume dava ao nosso quarto um odor especialmente desagradável. Bom, nada de estresse, a viagem estava acabando. No dia seguinte, teríamos a parte do dia para aproveitar novamente a capital da Colômbia, antes de voltarmos para o Brasil. Pelo menos esse era o plano, mas não deu tão certo assim...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-7052889096738056894?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/7052889096738056894/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/07/guayaquil-31-de-janeiro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/7052889096738056894'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/7052889096738056894'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/07/guayaquil-31-de-janeiro.html' title='Guayaquil: visitando Las Peñas e a praça das iguanas'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TVC1QEPMCsI/AAAAAAAABoY/E-vRa87AC8o/s72-c/guayaquil%2B31-01.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-1196495589598869064</id><published>2011-07-29T02:17:00.002-03:00</published><updated>2012-02-22T20:33:54.298-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='guayaquil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='equador'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><title type='text'>Vendo Guayaquil com outros olhos...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ZzqNtQ5zk9I/TVC0-kOXRfI/AAAAAAAABoQ/GE8TLPUF0qI/s1600/guayaquil+30-01.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-ZzqNtQ5zk9I/TVC0-kOXRfI/AAAAAAAABoQ/GE8TLPUF0qI/s1600/guayaquil+30-01.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;D&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;urante este mochilão, já havia me surpreendido com uma cidade do roteiro, justamente por esperar pouco dela. Foi Medellín, na Colômbia, que se apresentou como um lugar bem organizado e com ótimos atrativos diurnos e noturnos. A segunda boa surpresa foi a cidade de Guayaquil, a maior do Equador em importância econômica e em número de habitantes. Por alguns textos de guias e sites de viagem, esperava um lugar mais bagunçado, perigoso e sem muitos pontos interessantes para visitar. Mas ao conhecer a cidade de perto, percebi que um dia e meio foi pouco para ficar por lá. Já durante o trajeto de ônibus, vindo de Cuenca, comecei a ver Guayaquil de outra forma, através dos olhos vivos desta linda menina equatoriana que ilustra a foto de abertura do post.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acordamos bem cedo no domingo e às 8h estávamos tomando o ônibus para o centro econômico do país. A viagem foi muito tranquila, e a paisagem vista pela janela também ajudava muito. O dia estava ensolarado e o céu muito azul. Passamos por regiões serranas, com muita vegetação, montanhas, lagos e animais. No banco a nossa frente, uma jovem mãe tentava acalmar um casal de filhos bastante agitados. Normalmente, fico irritado com crianças bagunceiras dentro de ônibus e avião. Não deixam você dormir, os pais nunca controlam, essas coisas. Mas nesse caso, não me importei muito. Ficamos até brincando com a menina caçula e o tempo foi passando mais rápido. Tanto que chegamos no Terminal Terrestre Jaime Roldós Aguilera sem sentir muito o cansaço da viagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-8hDalKFm0Kk/TjWNNkIZRAI/AAAAAAAAB5Y/sOZzehupNHA/s1600/guayaquil1.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-8hDalKFm0Kk/TjWNNkIZRAI/AAAAAAAAB5Y/sOZzehupNHA/s1600/guayaquil1.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Encontramos com o nosso amigo Junior no hostel Nucapacha, depois de o taxista enrolado levar uma eternidade para achar o endereço. Quando chegamos lá, não curtimos a estrutura do lugar, tampouco a localização. Era afastado do centro e sem muitos atrativos ao redor. Resolvemos seguir no táxi até o Manso Boutique Hostel, que ficava em frente ao calçadão Malecón 2000 e tinha estrutura bem melhor. O calçadão em questão é a principal atração da cidade. Trata-se de um moderno conjunto arquitetônico, que conta com monumentos históricos, feiras de artesanatos, obras de arte, museu, restaurantes, lanchonetes, lojas e galerias comerciais. É um dos lugares preferidos do povo local para passear. Há muitos jovens e famílias circulando por toda a sua extensão, de quase 3 km.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-0uAt7XRmNmk/TjWNvFUIHRI/AAAAAAAAB5c/yOjBbA04J4g/s1600/zzzzzzSAM_7584.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-0uAt7XRmNmk/TjWNvFUIHRI/AAAAAAAAB5c/yOjBbA04J4g/s1600/zzzzzzSAM_7584.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;No Malecón 2000, almoçamos de forma bastante "saudável" no McDonald's. Depois gastamos a tarde toda e início da noite aproveitando o clima do lugar. Na caminhada sem pressa, foi possível observar, por exemplo, que a população da cidade é mais mestiça que em Cuenca e Quito. Há muito mais negros e brancos, ao contrário das outras duas cidades que tinham uma maioria indígena. Outra coisa legal para observar é o rio Guayas que banha uma das laterais do calçadão. Ele em si não é muito bonito, as águas são escuras e até sujas, mas não deixa de dar uma atmosfera diferente ao lugar. Há embarcações navegando por toda a sua extensão e até organizando passeios pagos para quem estiver mais disposto a gastar dinheiro. Dois pontos legais para tirar fotografia: a torre central, que conta com um relógio trazido da Inglaterra em 1842, e La Rotonda, um monumento com as estátuas de Simón Bolívar e San Martín. Neste segundo, há também bandeiras dos países da antiga América Espanhola que se tornaram independentes. Para ser mais preciso, o monumento simboliza um encontro secreto entre os dois líderes em Guayaquil em 1822, para planejar a independência da Grã-Colômbia (que depois se desmembraria em Panamá, Colômbia, Equador e Venezuela).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resolvemos passear depois por fora do calçadão também, mas aí já nos deparamos com algumas regiões mais feias, que não pareciam ser mais tão seguras assim. Uns ambulantes vendendo camisas piratas dos times locais (o Barcelona de Guayaquil é o que faz mais sucesso) e internacionais. Além de eletrônicos &amp;nbsp;e outras bugigangas. Tomamos suco em uma lanchonete administrada por chineses. Impressionante como você encontra esses "caras" em qualquer lugar do mundo. E fechamos a noite comendo mais porcarias gordurosas em um KFC. Teríamos metade do outro dia para conhecer outros pontos interessantes da cidade, mas já ficava a sensação de que Guayaquil merecia mesmo mais tempo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Vtodoh-EHJM/ThR9t1qJJsI/AAAAAAAABvw/MLu7prBfIi8/s1600/prancheta.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="43" src="http://3.bp.blogspot.com/-Vtodoh-EHJM/ThR9t1qJJsI/AAAAAAAABvw/MLu7prBfIi8/s400/prancheta.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O Mercado Artesanal que fica em uma das extremidades do Malecón 2000 tem um número razoável de lojas e opções de compra. Mas na minha opinião não é o que concentra peças mais interessantes para levar como lembranças da passagem pela cidade. São muito "comerciais", no sentido de que não tem muita "identidade" e qualidade. Para presentes mais exclusivos e artísticos, prefira as lojas que ficam na base do bairro histórico Las Peñas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-1196495589598869064?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/1196495589598869064/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/07/guayaquil-30-de-janeiro.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/1196495589598869064'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/1196495589598869064'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/07/guayaquil-30-de-janeiro.html' title='Vendo Guayaquil com outros olhos...'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-ZzqNtQ5zk9I/TVC0-kOXRfI/AAAAAAAABoQ/GE8TLPUF0qI/s72-c/guayaquil+30-01.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-8446422311543583321</id><published>2011-07-23T02:44:00.001-03:00</published><updated>2012-02-22T20:21:32.556-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='equador'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cuenca'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><title type='text'>Cuenca: duas margens de um rio, dois estilos de vida...</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-jhH3q44tbfc/TipfkNeU-5I/AAAAAAAABxU/gakmodx0Cfk/s1600/zSAM_7471.png" imageanchor="1" style="clear: left; display: inline !important; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-jhH3q44tbfc/TipfkNeU-5I/AAAAAAAABxU/gakmodx0Cfk/s1600/zSAM_7471.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;A&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;lém de ser um lugar ideal para descansar, a terceira maior cidade do Equador também é um bom lugar para os passeios a pé. Suas dimensões não são assim tão grandes, e o clima ameno também facilita a vida do turista, que pode gastar a sola do tênis sem fazer muito esforço. Em apenas um dia, conseguimos caminhar bastante por Cuenca e conhecer as duas facetas da cidade: a parte Sul e a parte Norte. Elas são divididas por um rio, o Tomebamba. Na margem superior, ficam o centro histórico e as construções coloniais; na margem inferior, as áreas residenciais, escolas e a universidade. Dois estilos diferentes e interessantes de conhecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começamos nossa caminhada pela parte sul, tirando boas fotos do rio, das pontes que ligam as duas margens, da universidade, da natureza e das praças tranquilas. Bem, nem tão tranquilas em certo momento, já que muito estudantes estavam saíndo dos colégios e fazendo a maior bagunça em volta. Passamos também pelo estádio Alejandro Serrano Aguilar, que é usado pelo Deportivo Cuenca em seus jogos pela Série A do Campeonato Equatoriano. Reservamos toda a parte da manhã para conhecer essa parte com tranquilidade, curtindo o som do rio Tomebamba como música de fundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-AhXG4cVThTE/TjTaABX8xDI/AAAAAAAAB5M/8eH-piRLBKM/s1600/cuenca1.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-AhXG4cVThTE/TjTaABX8xDI/AAAAAAAAB5M/8eH-piRLBKM/s1600/cuenca1.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Após o almoço, percorremos o centro da cidade e os diferentes museus e igrejas. Uma arquitetura que merece destaque é a da Catedral de La Inmaculada Concepción, com uma fachada toda feita de tijolinhos (foto que abre o post). Ela fica na praça principal da cidade e merece a visita. É considerada o cartão-postal de Cuenca. Na mesma calçada que ela, sorveterias e padarias são ótimas opções para enganar o estômago antes da hora do almoço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-n1pKCkvq_M4/TjTcHuJfWwI/AAAAAAAAB5Q/trA27u6qLpM/s1600/SAM_7463.png" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-n1pKCkvq_M4/TjTcHuJfWwI/AAAAAAAAB5Q/trA27u6qLpM/s1600/SAM_7463.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Na minha opinião, Cuenca é uma cidade que serve como parada estratégica. Tanto para recarregar as energias do corpo antes de seguir viagem, como para dar uma quebrada no percurso de Quito para o norte do Peru. Dois dias são mais do que suficientes para descansar na cidade e conhecer a parte arquitetônica histórica. Em um roteiro corrido, seria possível tirar fotos e fazer um city tour pela cidade sem problemas. Não há muito atrativos turísticos, a graça é realmente curtir o ambiente tranquilo e acolhedor do lugar. Vale a experiência de observar e conhecer o estilo de vida dos equatorianos da cidade, bem diferente do ritmo de Quito, de onde viemos, e de Guayaquil, nosso próximo destino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para garantir nossa viagem no dia seguinte sem maiores problemas, fomos andando até a rodoviária (essa sim, um pouco longe para ir a pé) e compramos nossas passagens. Por aproximadamente 8 dólares, garantimos nossos lugares no ônibus da manhã, que levaria umas 4 horas de duração e chegaria no início da tarde de domingo. Guayaquil seria nossa última parada antes do retorno à Colômbia e, logo sem seguida, ao Brasil. A moleza estava com os dias contados...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-rDsOyHSO2LA/TjTclhwUxzI/AAAAAAAAB5U/Pa6AM5Vdzgk/s1600/SAM_7486.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-rDsOyHSO2LA/TjTclhwUxzI/AAAAAAAAB5U/Pa6AM5Vdzgk/s1600/SAM_7486.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-8446422311543583321?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/8446422311543583321/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/07/cuenca-29-de-janeiro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/8446422311543583321'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/8446422311543583321'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/07/cuenca-29-de-janeiro.html' title='Cuenca: duas margens de um rio, dois estilos de vida...'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-jhH3q44tbfc/TipfkNeU-5I/AAAAAAAABxU/gakmodx0Cfk/s72-c/zSAM_7471.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-1369409061542464925</id><published>2011-07-23T02:37:00.001-03:00</published><updated>2012-02-22T20:20:56.558-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='equador'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cuenca'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><title type='text'>Cuenca, a cidade ideal para desacelerar...</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-sHmzEUxSUsY/TipeDde8nSI/AAAAAAAABxQ/m6iZp37y7eU/s1600/zSAM_7429.png" imageanchor="1" style="clear: left; display: inline !important; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-sHmzEUxSUsY/TipeDde8nSI/AAAAAAAABxQ/m6iZp37y7eU/s1600/zSAM_7429.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;T&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;odo mochileiro que se preze sabe o ritmo de uma viagem longa costuma ser puxado. É quase uma maratona. Não no sentido negativo da palavra, como se estivéssemos passando muito rápido pelas cidades sem realmente aproveitá-las. Na verdade, aproveitamos cada dia do roteiro com uma intensidade muito grande, inserindo diferentes passeios e experiências em um espaço curto de tempo. Isso faz parte da rotina de quem quer conhecer muita coisa sem poder contar com uma folga grande no calendário. E para mim, sempre valeu muito a pena. Mas é inegável que quando a viagem está se aproximando do fim, o corpo e a mente começam a dar sinais de cansaço, pedindo pelo menos uma folguinha. Depois de uma nova viagem de avião, dessa vez de Quito para Cuenca via Aerogal, chegamos exaustos no nosso novo destino. Não teve jeito, tivemos de tirar esse dia 28 como um dia de descanso. Era a hora de reforçar a alimentação e compensar as horas de sono perdidas. E Cuenca se mostrou a cidade perfeita para esse objetivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-XVXl5lBOKgA/TjJBdInsDFI/AAAAAAAAB44/ROnvZy-xCdI/s1600/zzzSAM_7360.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-XVXl5lBOKgA/TjJBdInsDFI/AAAAAAAAB44/ROnvZy-xCdI/s1600/zzzSAM_7360.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Chegamos por volta das 10h na Posada del Rio, um lugar simples, mas limpo e bastante aconchegante. Descansamos no sofá do salão central enquanto o nosso quarto era arrumado. Ao receber o "ok" da dona da pousada, deixamos nossas coisas no quarto e demos uma volta rápida pelos arredores, fazendo uma parada estratégica para o almoço. A curiosidade ficou por conta da entrada antes do prato principal: uma vasilha com pipocas. Achei bem diferente comer pipoca antes do salmão ou bife.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fomos caminhando de leve pelas ruas da cidade, observando o estilo colonial das casas e procurando um mercado para preparar o jantar. Como não é muito extensa, Cuenca é fácil de ser percorrida a pé, pelo menos na parte central. Como o assunto aqui é comida, uma opção legal de passeio é o Mercado Municipal, que tem estabelecimentos vendendo diferentes tipos de frutas, carnes, cereais e vegetais. Lá também é possível encontrar alguns artesanatos e lembrancinhas. Mas não espere nada muito grandioso. As dimensões do Mercado seguem a lógica da cidade, que é pequenina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-xYe62-oCzAQ/TjJBj8COS6I/AAAAAAAAB48/2-qy0fPjtt8/s1600/zzzSAM_7371.png" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-xYe62-oCzAQ/TjJBj8COS6I/AAAAAAAAB48/2-qy0fPjtt8/s1600/zzzSAM_7371.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Com nosso estoque de comida reforçado, voltamos para a pousada e aproveitamos a tarde toda para dormir. Lá pelo início da noite é que resolvemos nos mexer, preparar o jantar/lanche, interagir com os outros hóspedes e selecionar alguns filmes da videoteca da pousada para assistir. Esses dois últimos itens, aliás merecem um comentário. Sempre digo que qualquer brasileiro "descolado" se vira bem em uma viagem pela América do Sul, sem precisar se preocupar muito com o idioma. Mas o mais legal é que essas viagens "despretenciosas" nos ajudam a aprender muita coisa no espanhol. É algo que às vezes você nem percebe. Conversando com um casal de americanos, percebi como o idioma já estava entrando no cérebro na marra. Na hora de arranhar no inglês, sempre colocava uma palavra em espanhol na frase. A mente já estava raciocinando em espanhol. Na hora de ver os filmes, a confusão ficou ainda maior. Tanto no "A Rede Social", quanto no "Se beber, não case", o áudio estava em inglês e a legenda em espanhol. A cabeça ficou doida sem saber se tentava traduzir um ou outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois da sessão de cinema, era hora de dormir e guardar forças para o passeio mais elaborado por Cuenca no dia seguinte...&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-1369409061542464925?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/1369409061542464925/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/07/cuenca-28-de-janeiro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/1369409061542464925'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/1369409061542464925'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/07/cuenca-28-de-janeiro.html' title='Cuenca, a cidade ideal para desacelerar...'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-sHmzEUxSUsY/TipeDde8nSI/AAAAAAAABxQ/m6iZp37y7eU/s72-c/zSAM_7429.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-6562211059191436726</id><published>2011-07-22T18:10:00.002-03:00</published><updated>2012-02-22T20:42:49.289-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='quito'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='equador'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><title type='text'>"We are the champions": vencendo o vulcão Cotopaxi...</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ScizKn9p17g/TinnLGN5M-I/AAAAAAAABwg/DbiycdEi1fA/s1600/zIMG_5621.png" imageanchor="1" style="clear: left; display: inline !important; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-ScizKn9p17g/TinnLGN5M-I/AAAAAAAABwg/DbiycdEi1fA/s1600/zIMG_5621.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;O&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;título em inglês deste post não é uma tentativa minha de mostrar domínio do idioma estrangeiro, tampouco de querer dar uma aparência mais internacional ao blog. É a trilha sonora que marcou o fim de uma super aventura no Parque Nacional Cotopaxi. Depois de muito esforço físico e psicológico, superando o cansaço e o medo em alguns momentos, pude comemorar o fato de ter terminado um passeio de muita emoção e adrenalina pelo vulcão Cotopaxi e seus arredores. A música do Queen em questão foi cantada por uma chilena completamente louca assim que a mesma chegou na etapa final do desafio, a linha de chegada. Não só foi um dos pontos altos do dia, mas de todo o mochilão. &lt;span class="Apple-style-span" style="color: #0b5394;"&gt;&lt;i&gt;We are the champions, my friends...&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=6566113959027246054&amp;amp;postID=6562211059191436726" name="more"&gt;&lt;/a&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #0b5394;"&gt;But it's been no bed of roses&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;. Já no começo do dia, nada de moleza. Acordamos bem cedo, lá pelas 6h. E o horário é especialmente cruel porque a cidade amanhece bem friorenta. Compramos com antecedência o passeio com a agência Gulliver, que se mostrou um ótimo custo/benefício. Enquanto muitas operadoras turísticas cobravam 70 dólares, a nossa escolhida custou 37 dólares por pessoa e valeu muito a pena. A única coisa que não estava incluída nesse valor era a entrada no Parque Nacional, que custava 10 dólares. Mas todo o restante do equipamento, o transporte e o lanche/almoço faziam parte do pacote. Às 7h nosso grupo de mochileiros e outros viajantes se encontraram no Restaurante Coffee e Toffee para tomar um café e partir nos carros 4x4.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No trajeto de quase 2 horas de Quito até o Parque Nacional já dava pra ter uma noção da grandiosidade do Cotopaxi, com seus 5.897 metros de altitude, o mais alto em atividade no mundo. Isso mesmo, em atividade! &amp;nbsp;Significa que ele pode a qualquer momento entrar em erupção, cuspir fogo ou cinzas para todo lado sem fazer cerimônias. E como o controle de previsão das erupções vulcânicas é bem fraco no Equador (segundo os próprios guias), podia dar droga a qualquer momento. Mas essa era justamente uma das graças do passeio. E naquele momento, a companhia de lindas suíças e francesas no carro ajudava a amenizar qualquer sentimento de inquietação ou ansiedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-JWncw7Ubtgk/TipU7I26EgI/AAAAAAAABxE/d9J8YVBmGps/s1600/zquadradocotopaxi.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-JWncw7Ubtgk/TipU7I26EgI/AAAAAAAABxE/d9J8YVBmGps/s1600/zquadradocotopaxi.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #0b5394;"&gt;No pleasure cruise. I consider it a challenge (...)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;Uma parada estratégica é feita logo na entrada do parque. O guia explica em inglês e espanhol vários detalhes e informações sobre a área, sobre os efeitos sismológicos e vulcânicos, sobre a vegetação e os animais que formam o ambiente. Bem perto dali, em barracas improvisadas, equatorianas de traços indígenas vendem peças de vestuário e artesanatos. É um bom momento para comprar luvas ou casacos caso tenha esquecido. Claro que foi o meu caso. Com os míseros trocados de dólar que tinha no bolso, tratei de garantir um par de luvas. Não pude comprar mais nada, pois estava apenas com uma nota de 100 dólares e, como já disse em um post anterior, é praticamente impossível conseguir trocar notas de mais de 20 dólares no país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma parte muito importante desse passeio é o material que a gente leva. Eu vacilei nas roupas de frio, quando montei a mala para a viagem fiquei com a mente no Caribe, sol e calor. Acabei não reforçando nas roupas mais pesadas. O certo é ir com calças apropriadas, gorros que cubram as orelhas, luvas, botas ou tênis mais aderentes e jaquetas impermeáveis. Também é fundamental rechear a mochila com garrafa de água (2 litros no mínimo), chocolates e salgadinhos. Vai fazer a maior diferença na hora da "escalada".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá pelas 11h da manhã, o carro nos deixou em um ponto estratégico no vulcão, a uns 4.000 metros de altitude. A caminhada não começa da base dele, até porque só profissional para aguentar todo esse trajeto. Nosso primeiro desafio consistia em chegar a 4.800 metros, ou seja, caminhar por uns 800 metros em zigue-zague até um refúgio. Para seguir até a boca do vulcão só com equipamento e treinamento profissional também. Mas esses 800 metros já representam uma aventura e tanto, principalmente porque a altitude é cruel, a respiração muito complicada e o frio é um absurdo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-MN59Ae5neH0/TipYjgsQ2XI/AAAAAAAABxM/k828ax7nzUo/s1600/ztriocotopaxiuhu.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-MN59Ae5neH0/TipYjgsQ2XI/AAAAAAAABxM/k828ax7nzUo/s1600/ztriocotopaxiuhu.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #0b5394;"&gt;(...) before the whole human race and I ain't gonna lose&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;. Para mim subir bem o vulcão, em um ritmo forte era questão de honra. Na subida ao Chalcataya, na Bolívia (&lt;a href="http://cariocaemfuga.blogspot.com/2010/03/311-la-paz-santa-cruz.html"&gt;relembre aqui&lt;/a&gt;), eu tive muitas dificuldades com adaptação à altitude e subi no sufoco, com o coração disparando a cada passo. Queria fazer diferente no Cotopaxi, controlar melhor a parte física. E consegui subir bem, sempre no pelotão de frente, acompanhado da nossa mais nova amiga, a chilena louca, que ia me animando com suas histórias e expressões faciais hilárias. Para controlar bem os efeitos da altitude e manter as energias, fiz paradas estratégicas para beber água e comer os chocolates trazidos de San Andrés. Mas o pior de tudo na caminhada eram os ventos gelados e a neve que começou a apertar. Com as orelhas congelando, tive de improvisar e cobrí-las com as luvas. As mãos iam dentro do casaco. A "escalada" levou mais de uma hora e teve um dos momentos mais tensos na parte final. Havia um caminho muito estreito que precisávamos atravessar pela neve. Da largura de dois pés juntos, o que nos obrigava a andar no estilo Gisele Bündchen na passarela, alternando as pernas, uma de cada vez. Só que do lado esquerdo ficava uma montanha de gelo e do lado direito a ladeira que poderia virar um tobogã para a morte. Que tal andar nesse esquema aí com um tênis de sola gasta e escorregadia? Se senti medo? Imagina...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jeito foi incorporar o Clayton Conservani e seguir com&amp;nbsp;&lt;strike&gt;cagaço&amp;nbsp;&lt;/strike&gt;cautela até o fim. A sensação quando se chega no refúgio é boa demais. Alívio total. Mas quem disse que era só isso? Depois de todos os viajantes chegarem, foi feito um grande lanche de confraternização. Tinha gente de tudo quanto é canto do mundo, uma salada de línguas diferentes. Depois de umas duas horas de descanso e muito chocolate quente, começava a segunda parte do desafio: descer o vulcão de bicicleta!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-T6IylXLKJig/TipSAZDRcyI/AAAAAAAABxA/ripp29fQTFo/s1600/zIMG_5677.png" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-T6IylXLKJig/TipSAZDRcyI/AAAAAAAABxA/ripp29fQTFo/s1600/zIMG_5677.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&lt;b&gt;A chilena cantora e completamente doida&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #0b5394;"&gt;&lt;i&gt;And we'll keep on fighting 'till the end&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;. A descida do vulcão não perdia em nada em adrenalina para a subida. O terreno era muito íngreme e as bicicletas pegavam velocidade com uma grande facilidade. Não se pedalava nessa parte do trajeto, o controle ficava apenas nos freios. A dificuldade estava nesse detalhe, porque se a pessoa estivesse muito rápida e acionasse o freio dianteiro poderia capotar e dar com o rosto no chão. Um baita estrago. Para piorar, a visibilidade estava horrível. A neblina estava muito forte e não dava pra enxergar nada a 5 metros de distância. Fui um dos últimos a sair, minha bicicleta não colaborou muito no começo, mas ao longo do percurso consegui acelerar mais e ultrapassar outras pessoas. Não era uma corrida, eu que criei um desafio pessoal de ser um dos primeiros a chegar no ponto final. Havia uma parte mais plana no meio do trajeto e depois de 1 hora de pedalada bem cansativa, cheguei na Lagoa Limpiopungo. Dos cerca de 20 ciclistas, fui o quarto colocado e já me senti realizado. Superar duas aventuras puxadas em um mesmo dia é sensacional. Era como se eu tivesse vencido uma competição olímpica e estivesse recebendo minha medalha de ouro. Exagero? Pode até ser, mas só passando por essa experiência fantástica para entender do que estou falando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto eu tirava onda de atleta e recuperava o fôlego sentado à beira da lagoa, vi e ouvi a amiga chilena chegando no horizonte. A doida fazia piada do momento, mas fechava o dia com chave de ouro, cantando: &lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #0b5394;"&gt;No time for losers, 'cause we are the champions of the world&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-6562211059191436726?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/6562211059191436726/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/07/are-champions-vencendo-um-vulcao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/6562211059191436726'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/6562211059191436726'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/07/are-champions-vencendo-um-vulcao.html' title='&quot;We are the champions&quot;: vencendo o vulcão Cotopaxi...'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-ScizKn9p17g/TinnLGN5M-I/AAAAAAAABwg/DbiycdEi1fA/s72-c/zIMG_5621.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-1284789589640529592</id><published>2011-07-22T17:53:00.002-03:00</published><updated>2012-02-22T20:44:11.606-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='quito'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='equador'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><title type='text'>No Equador, aprendizado e diversão entre dois hemisférios</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-_H_Lv_l4NIw/TinmM_-WoPI/AAAAAAAABwc/XFsf__kUzJg/s1600/IMG_5406.png" imageanchor="1" style="clear: left; display: inline !important; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-_H_Lv_l4NIw/TinmM_-WoPI/AAAAAAAABwc/XFsf__kUzJg/s1600/IMG_5406.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Q&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;uando eu estava no colégio estudava com muito empenho História e Língua Portuguesa, mas não dava tanta bola assim para Geografia. Aquele papo de latitude, longitude, meridianos, trópicos, hemisférios, era tudo muito chato. Não sei se foi culpa minha ou dos professores, mas o decoreba teórico prejudicou meu interesse. As viagens mudaram muito essa visão da disciplina. Passei a adorar mapas (alguns me chamam de doido por isso) e a estudar aspectos de relevo, hidrografia e clima na hora de elaborar os roteiros. Mas em nenhum outro momento aprendi tanta geografia na prática como no passeio até a Linha do Equador, aquela que divide os hemisférios norte e sul. No parque Mitad del Mundo, a 20 km de Quito, está o marco oficial, protegido por toda uma estrutura e marketing; alguns metros depois está o Museo Intiñan, bem mais simples, mas que muitos defendem como o verdadeiro lugar por onde passa a Linha do Equador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Polêmicas à parte, acordamos cedo para conhecer os dois, que são passeios obrigatórios em uma viagem ao país. Agências turísticas fazem o passeio até lá, mas como bons mochileiros resolvemos ir por conta própria. A viagem de ônibus leva pouco mais de uma 1 hora. O primeiro passo é tomar um ônibus no centro ou no bairro Mariscal que vá até o terminal Ofelia, no norte de Quito. Essa é a parte mais demorada do trajeto. Esse terminal fica em frente ao estádio da LDU, time equatoriano com maior expressão no cenário internacional no momento. Uma vez no terminal, é bastante fácil seguir adiante. O ônibus tem uma espécie de adesivo gigante no vidro da frente com o nome Mitad del Mundo escrito. Ele deixa o visitante bem na entrada do parque. Para voltar de lá, o esquema é o mesmo. A passagem na época não passava de 50 cents para ir e 50 cents para voltar. Sem muitas dificuldades chegamos ao nosso destino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-RZYCHVzJLaI/TiosjAIIYEI/AAAAAAAABw8/3DGU6MexArU/s1600/zduplamitaddelmundo.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-RZYCHVzJLaI/TiosjAIIYEI/AAAAAAAABw8/3DGU6MexArU/s1600/zduplamitaddelmundo.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A entrada na Ciudad Mitad del Mundo é de 2 dólares. A área é considerada como uma cidadezinha fictícia, com estrutura de lojas, restaurantes, praças e casinhas coloniais. O que não vai faltar é lugar para comprar lembrancinhas. Escolha bem, o souvenir que eu comprei já começou a descolar em algumas partes tão logo eu voltei para casa. Ser pão-duro nem sempre compensa. Assim como a maioria dos visitantes, turistas e estudantes, tiramos aquela clássica foto de um pé no hemisfério norte e outro pé no hemisfério sul. Infelizmente o lugar vive abarrotado de pessoas e em alguns lugares se formam filas para tirar foto de um ponto estratégico. O negócio é ter paciência para buscar o melhor ângulo. No centro da Linha do Equador, há o Museu Etnográfico, com informações sobre os povos que formaram o Equador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui vale uma rápida explicação do que significa a tal Linha do Equador. É um marco imaginário que corta a Terra horizontalmente ao meio. No Equador está o início da linha, o marco zero, a latitude zero. Ou seja, se quisermos dar uma volta ao mundo "basta percorrer" essa linha até que se chegue novamente no mesmo ponto. A linha que corta o mundo verticalmente é o Meridiano de Greenwich, dividindo o ocidente do oriente e determinando os fusos horários. Nesse caso, se usa o termo longitude para estabelecer a distância de um determinado lugar em relação a cidade de Greenwich, que fica nos arredores de Londres, e é o marco zero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-pASEAs0Iybs/TiorMs2oUAI/AAAAAAAABw4/YpmD870cCFc/s1600/ztriomitadelmundo.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-pASEAs0Iybs/TiorMs2oUAI/AAAAAAAABw4/YpmD870cCFc/s1600/ztriomitadelmundo.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na hora do almoço, não tem muito para onde correr. Escolhemos o lugar que parecia ser o menos caro e recarregamos nossas energias. Os valores não são os mesmos do centro de Quito, mas também não assustam tanto assim. Na segunda parte do dia, fomos andando até o Museo Intiñan, que ficava bem perto, a uns 150 metros. A estrutura dele é quase toda a céu aberto e um guia acompanha os visitantes durante todo o percurso, explicando não só detalhes de antigos povos indígenas, como também fazendo diversas experiências para comprovar que é nesta área que está a verdadeira Linha do Equador. A entrada custa 3 dólares e o museu funciona das 9:30 às 17:00.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-1HAqoMlQyKE/TiopSejfABI/AAAAAAAABw0/jmNGMW9fDMA/s1600/zSAM_7273.png" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-1HAqoMlQyKE/TiopSejfABI/AAAAAAAABw0/jmNGMW9fDMA/s1600/zSAM_7273.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Esse passeio é de longe muito mais legal que o primeiro. A graça da Ciudad Mitad del Mundo é a estrutura e as fotos clássicas. Mas é no Intiñan que a gente aprende e se diverte de verdade. São várias histórias curiosas dos povos indígenas, algumas bizarras envolvendo a decapitação de adversários e outras sobre rituais sinistros. Na segunda parte da visita, o guia dá início ao "laboratório físico-geográfico". Lembro de dois experimentos clássicos: o da água e o do teste de força. No primeiro, uma pia móvel é colocada à esquerda da linha, depois no centro e depois à direita. O guia joga água dentro e depois tira a tampa do ralo. Quando está no hemisfério sul, a água desce girando no sentido horário; no hemisfério norte, desce no sentido anti-horário; no centro, cai direto, sem girar. No segundo experimento, feito em duplas, o guia pede que um dos componentes do par cruze as mãos. O outro parceiro tentará separar as mãos do amigo em duas situações: no centro da Linha e depois mais longe dela. Afastado do centro, a tarefa não é das mais fáceis, exige um esforço maior. No centro, porém, a pessoa fica mais "fraca" e solta as mãos com facilidade. A explicação é que na Linha a distância para o eixo geográfico da Terra é maior, e com isso a força da gravidade é menor. Aliás, pelo mesmo motivo, nosso peso diminui em cima da Linha. Mas nem adianta querer forçar a barra e querer emagrecer desse jeito. Vá malhar e coma menos, beleza?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E por falar em exercícios, o dia seguinte exigiria muito da nossa parte física. Então, o jeito foi dormir cedo para acordar mais disposto...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-dJPvB7cQA6E/TVA5EeNgeZI/AAAAAAAABmA/RlwMQp35hJI/s1600/pranchetada.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="42" src="http://3.bp.blogspot.com/-dJPvB7cQA6E/TVA5EeNgeZI/AAAAAAAABmA/RlwMQp35hJI/s400/pranchetada.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- No fim do passeio pelo Museo Intiñan, você pode carimbar o seu passaporte com uma marca exclusiva, que indica a passagem pela "metade do mundo". Serve como recordação, personalização diferente do seu documento e para fazer inveja aos amigos na volta ao Brasil. Não esqueça de levar o passaporte para o passeio e pedir ao guia pelo carimbo no fim da visista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-1284789589640529592?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/1284789589640529592/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/07/aprendizado-e-diversao-entre-dois.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/1284789589640529592'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/1284789589640529592'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/07/aprendizado-e-diversao-entre-dois.html' title='No Equador, aprendizado e diversão entre dois hemisférios'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-_H_Lv_l4NIw/TinmM_-WoPI/AAAAAAAABwc/XFsf__kUzJg/s72-c/IMG_5406.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-7239725077079500622</id><published>2011-07-09T00:57:00.001-03:00</published><updated>2012-02-22T20:44:38.844-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='quito'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='equador'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><title type='text'>Quito: uma joia bem preservada...</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-EwdZJY56ok8/ThfRjJour8I/AAAAAAAABv0/yD4xDlISeSo/s1600/IMG_5360.png" imageanchor="1" style="clear: left; display: inline !important; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-EwdZJY56ok8/ThfRjJour8I/AAAAAAAABv0/yD4xDlISeSo/s1600/IMG_5360.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;M&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;uita gente no Brasil não conhece praticamente nada sobre o Equador. O país é geograficamente pequenino, não faz fronteira com o nosso e não há voos diretos para lá. Talvez os torcedores do Fluminense sejam os que tenham uma memória mais fresca dos equatorianos, já que perderam duas finais para a LDU, time local. Provocações de vascaíno à parte, o tamanho do Equador não reflete a dimensão de sua riqueza histórica, cultural e natural. No nosso primeiro dia na capital do país, ficamos encantados com o número de atrativos e com o centro muito bem preservado. Não à toa, Quito foi uma das primeiras cidades do mundo a ser considerada Patrimônio Cultural da Humanidade pela ONU. Uma joia pequena e rara do nosso continente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-hrOcvA5yUlU/Tin_ND5xj6I/AAAAAAAABwk/ml56sfwV2SM/s1600/zSAM_7068.png" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-hrOcvA5yUlU/Tin_ND5xj6I/AAAAAAAABwk/ml56sfwV2SM/s1600/zSAM_7068.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Se deslocar em Quito é tranquilo e mais fácil do que em Bogotá. Assim como a cidade colombiana, a capital do Equador segue o sistema de corredores expressos de ônibus, que seria algo como um metrô de rodas, que conta com pistas e pontos de parada exclusivos. Mas por ser menor em tamanho, não tem uma malha rodoviária tão extensa assim, e com um pequeno mapa você aprende fácil a andar pela cidade. A melhor localização para se hospedar é no bairro Mariscal, que concentra diferentes tipos de hotéis e albergues, além de ser a área boêmia da cidade. O que não faltam lá são os restaurantes, bares e discotecas. Dali para o centro histórico é rapidinho de bus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim sendo, pulamos para a parte central de Quito logo após o café da manhã no Blue Hostel, bem fraquinho por sinal. A cidade está situada a 2.850 metros de altitude e o centro é cheio de ladeiras. Se você ainda não está adaptado, tome cuidado para não se deslumbrar com a arquitetura das casinhas e lojas, e andar em um ritmo muito forte. Vai faltar ar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-ojY0kr0vsJA/TioANQgwgsI/AAAAAAAABwo/6ZN2n8BNs60/s1600/zIMG_5050.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-ojY0kr0vsJA/TioANQgwgsI/AAAAAAAABwo/6ZN2n8BNs60/s1600/zIMG_5050.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;A primeira parada obrigatória é a Plaza de la Independencia, que concentra banquinhos, árvores, pessoas e, claro, pombos. No centro da praça está o monumento da independência equatoriana do controle espanhol, e mais a frente está a sede do governo federal. Ao redor, aproveite para conhecer a catedral e a prefeitura de Quito. Ficamos um bom tempo tirando fotos por aqui. Agendamos uma visita guiada no palácio presidencial para o início da tarde e aproveitamos para conhecer o Centro Cultural Metropolitano, que fica na praça também. Limpo e bem conservado, o prédio é um complexo cultural com museu, biblioteca e sala de exposições. Custa algo em torno de 1 dólar e 50 cents para visitá-lo. O mais legal na verdade são os jardins internos e terraço. Lá de cima, você tem uma vista muito boa da praça principal, das ruas laterais e até dos morros que emolduram a paisagem quitenha. Também é um lugar estratégico para fotos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na volta para o palácio do presidente, um ambulante comercializava "produtos milagrosos" para doenças e diversos problemas de saúde. Os mais exóticos eram uns vermes vivos, chamados de "gusanos". A fome a essa altura do dia já começava a incomodar, mas nada que encorajasse a experimentar os gosmentos. Pois bem, o tour no prédio onde o presidente Rafael Corrêa trabalha é muito interessante. A estrutura do lugar é bonita, assim como as pinturas, os jardins, os itens de coleção recebidos de outros países, as salas onde acontecem as reuniões políticas, outras onde são feitos os banquetes e os pronunciamentos. Foi nesse mesmo prédio, que o presidente enfrentou uma onda de protestos de policiais em setembro de 2010, três meses antes da nossa viagem. A revolta aconteceu depois de cortes de benefícios e redução de salários da categoria. Houve tentativas de agressão ao presidente, mas o cara conseguiu contornar o caos. Quase cortamos o Equador do nosso roteiro por causa desse episódio, mas felizmente os país estava tranquilo nos dias da nossa visita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-7Ztdt7K3nNI/TioCgisZhDI/AAAAAAAABws/i8M_-p5E3Cc/s1600/ztriodefotos.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-7Ztdt7K3nNI/TioCgisZhDI/AAAAAAAABws/i8M_-p5E3Cc/s1600/ztriodefotos.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O almoço foi um fast food caprichado de 3 dólares no Caravana, com salada, arroz, frango, fritas e um copo de bebida. Subimos mais algumas ruas e tiramos fotos externas do Convento e Museu de São Francisco. Nesta mesma praça, tomamos um táxi para conhecer um dos principais mirantes da cidade: uma colina chamada de El Panecillo, onde fica La Virgen de Quito. Não gastamos muito mais que 1 dólar com a entrada no mirante e mais uns 6 de táxi, para o camarada ficar esperando uns 15 minutos e nos levar de volta ao centro. Lá de cima, dá pra ver a cidade praticamente toda, assim como os morros que a rodeiam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A última parada antes de voltar ao hostel foi a Basílica, inspirada na famosa Notre Dame de Paris. Arquitetura interessantíssima, apesar da fachada cinzenta meio sombria, com suas gárgulas nas partes mais altas. Paga-se um pequeno valor para subir até uma das torres, mas estávamos já enjoados de tantos mirantes e resolvemos apenas tirar fotos da parte externa, tomar uma água sentados em banquinhos e fazer graça com nossos chapéus panamás recém-comprados, como vocês podem ver na foto ridícula que abre esse post.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-rUvRzfSp9a4/TioEl31pyDI/AAAAAAAABww/L6ZozqVKnUE/s1600/zIMG_5378.png" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-rUvRzfSp9a4/TioEl31pyDI/AAAAAAAABww/L6ZozqVKnUE/s1600/zIMG_5378.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Apesar do dia corrido, não deixamos de aproveitar bem a noite no "restaurante Q", entre as ruas Reina Victoria e Mariscal Foch. Os telões dos restaurantes e bares exibiam o jogo entre Brasil e Equador pelo Sul-Americano sub-20. Aproveitamos a ocasião para provocar nossos adversários e comemorar o 1x0 do Brasil. Tudo na esportiva, já que o povo em volta nem levou o jogo muito a sério. Quem terminou a noite muito bem também foi o nosso amigo Ratto, que tentou correr de uma equatoriana, mas ela o perseguiu até o hostel e insistiu até conseguir o gol da vitória, =P. O fim da noite foi de muita diversão ao lado de brasileiros, equatorianos e um grupo louco de chilenos que também estavam no hostel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-gwjh3PX0-Ys/TV7cjSQV8TI/AAAAAAAABqY/Nm8yInB5fWE/s1600/pranchetada.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="42" src="http://1.bp.blogspot.com/-gwjh3PX0-Ys/TV7cjSQV8TI/AAAAAAAABqY/Nm8yInB5fWE/s400/pranchetada.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O Equador adotou há um bom tempo o dólar como a sua moeda. Fica mais fácil para nós brasileiros que não precisamos fazer uma segunda conversão de moedas. Mas fique atento, grande parte dos estabelecimentos não aceita notas maiores de 20 dólares. São raros os que aceitam notas de 50 e as de 100 são praticamente impossíveis de se trocar. Lembre-se de separar notas menores e moedas para facilitar a sua vida no país. Vale também destacar que, apesar da dolarização da economia, o custo de vida ainda é bem baixo comparado ao das nossas cidades. Por isso, dá pra comer e dormir bem gastando pouco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Um bom lugar para pechinchar nas compras é nas barraquinhas que ficam no Panecillo, no mirante da Virgem de Quito. Há uma grande oferta de artesanatos e souvenirs, além dos melhores preços para comprar um legítimo chapéu panamá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-7239725077079500622?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/7239725077079500622/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/07/uma-joia-bem-preservada.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/7239725077079500622'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/7239725077079500622'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/07/uma-joia-bem-preservada.html' title='Quito: uma joia bem preservada...'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-EwdZJY56ok8/ThfRjJour8I/AAAAAAAABv0/yD4xDlISeSo/s72-c/IMG_5360.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-3473602757985114666</id><published>2011-07-05T02:26:00.001-03:00</published><updated>2012-02-22T20:45:30.824-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='colombia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='caribe'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='san andres'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><title type='text'>San Andrés x Quito: um adeus de primeira classe...</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TVCzESZjVOI/AAAAAAAABng/Bde-780CdE0/s1600/san%2Bandres%2Be%2Bquito%2B24-01.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TVCzESZjVOI/AAAAAAAABng/Bde-780CdE0/s1600/san%2Bandres%2Be%2Bquito%2B24-01.JPG" style="cursor: hand; height: 268px; width: 616px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;A&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;segunda-feira começou com uma mistura de sentimentos antagônicos. Um pouco de tristeza, porque seria o último dia no Caribe. Deixar aquela vida mansa para trás, o conforto do hotel, as praias espetaculares, &amp;nbsp;o solzão diário e o clima de "glamour" em San Andrés chegava a dar um aperto no coração. Em compensação, teríamos pela frente a descoberta de um novo país, um outro povo, diferentes hábitos culturais e paisagens ainda mais diversificadas. A tarde e noite seriam praticamente perdidas, já que passaríamos um bom tempo no avião até Bogotá e logo em seguida na conexão para Quito. O jeito então era aproveitar ao máximo a última manhã na ilha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Normalmente, nosso grupo organiza os passeios e interesses em cada lugar de um jeito que todos façam as mesmas atividades juntos. Mas nessa manhã, cada um tinha um objetivo diferente. Então foi cada um para um canto. Na verdade, todos correram para fazer compras, mas escolheram lojas diferentes. Eu já tinha esgotado minha lista de presentes e não queria ter mais problemas com o cartão de crédito. Então corri sozinho para a praia, para aproveitar as últimas horas dentro do mar de "siete colores" e fortalecer o bronzeado. Daqui para frente, calor e sol seriam elementos mais raros no roteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-xCx_wpIkiv8/ThfU9rdeIhI/AAAAAAAABv4/lC5wOaprLew/s1600/SAM_6914.png" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-xCx_wpIkiv8/ThfU9rdeIhI/AAAAAAAABv4/lC5wOaprLew/s1600/SAM_6914.png" /&gt;&lt;/a&gt;E foram preciosos momentos. Uma forma de despedida em grande estilo, guardando um tempo para aquelas reflexões sobre a vida que são tão bem-vindas durante as viagens. Foi tão bom, que passou rápido demais. Quando resolvi olhar para o relógio, já estava em cima da hora. Voltei na correria para o hotel, tomei banho, arrumei a mala, reencontrei o grupo de mochileiros e seguimos para o aeroporto. Mais dois de nossos amigos se despediriam direto para o Brasil, sem avançar para o Equador. Ficaríamos só eu, Ratto, Vanessa e Júnior no Equador. Na hora do check in, estranhei que a atendente da Avianca tivesse marcado uma das primeiras fileiras no meu bilhete de embarque. O mais normal quando não temos assento marcado é ir para as fileiras mais ao fundo. Tanto que os demais do grupo foram mandados lá para trás. Quando cheguei no avião, uma bela surpresa. Meu assento era de primeira classe! Não me perguntem o porquê, se a atendente simpatizou comigo, se eles sorteiam esses lugares quando ficam vagos, ou se simplesmente houve algum erro. O fato é que eu voltei do Caribe no melhor estilo pomposo, em assentos largos e confortáveis, refeição muito mais "chique" que a dos demais mortais de classe econômica e pagando o mesmo valor pela passagem que meus amigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Zvi3mmqQYwk/ThfVcNjrBaI/AAAAAAAABv8/Vet1eszGpMA/s1600/SAM_6916.png" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="142" src="http://4.bp.blogspot.com/-Zvi3mmqQYwk/ThfVcNjrBaI/AAAAAAAABv8/Vet1eszGpMA/s200/SAM_6916.png" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;b style="background-color: #cccccc;"&gt;Enrolado na hora de fazer o câmbio&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Bom, não há muito mais o que contar a partir daí. Um tarde e início de noite longos em aviões e aeroportos até chegar às 20h em Quito. Pelo horário e pelo cansaço, optamos pelo táxi mesmo, que não saiu mais que 5 dólares. Chegamos ao hostel exaustos. O pessoal ainda teve disposição para enfrentar a fria noite de Quito e ir atrás de um lanche. Eu fiquei na cama mesmo, mas por sorte me trouxeram um sanduíche lá de fora. Hora de curtir um sono prolongado para recarregar as energias para o Equador...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-3473602757985114666?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/3473602757985114666/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/07/um-adeus-de-primeira-classe.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/3473602757985114666'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/3473602757985114666'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/07/um-adeus-de-primeira-classe.html' title='San Andrés x Quito: um adeus de primeira classe...'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TVCzESZjVOI/AAAAAAAABng/Bde-780CdE0/s72-c/san%2Bandres%2Be%2Bquito%2B24-01.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-6432791816824832468</id><published>2011-07-05T00:12:00.001-03:00</published><updated>2012-02-22T20:46:25.028-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='colombia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='caribe'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='san andres'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><title type='text'>San Andrés: sombra, água fresca... e compras!</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-pKzU5UL90N0/ThKLn_LORTI/AAAAAAAABvg/ZgpKbUb70AQ/s1600/SAM_6881.png" imageanchor="1" style="clear: left; display: inline !important; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-pKzU5UL90N0/ThKLn_LORTI/AAAAAAAABvg/ZgpKbUb70AQ/s1600/SAM_6881.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;O&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;Ministério da Saúde Mochileira adverte: o retorno de uma viagem a San Andrés pode causar prejuízo a sua mente e ao seu bolso. Primeiro porque é inevitável você comparar toda a paisagem maravilhosa da ilha com as favelas, os prédios, os engarrafamentos e a poluição que você vê da janela da sua casa ou do seu trabalho. Os efeitos colaterais podem incluir depressão e crises existenciais. Segundo ponto é que muitos produtos de grife são vendidos a preços sedutores nos free shops. O centro da ilha é repleto de lojas de eletrônicos, bebidas, roupas, perfumes e outros itens que são pura tentação até para os mais controlados. Olhar a fatura do cartão de crédito no mês seguinte pode causar infartos e queda de cabelo. Sugestão de remédio? Escreve um blog que nem eu para ficar lembrando só das partes boas e sonhando de vez em quando com uma nova viagem. Persistindo os problemas, procure o seu médico. Ou vire um hippie, largue tudo e venha morar aqui!&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-8Zdah6NniIA/ThKXB7ABVcI/AAAAAAAABvk/MgsKFtWDgaQ/s1600/SAM_6605.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-8Zdah6NniIA/ThKXB7ABVcI/AAAAAAAABvk/MgsKFtWDgaQ/s1600/SAM_6605.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Durante todos os dias que ficamos em San Andrés, tivemos que nos controlar para não acabar com nosso dinheiro. Afinal, ainda iríamos encarar o Equador. Mas era uma luta constante contra as promoções e as ofertas. Principalmente no setor de perfumes (fraqueza minha e de muitos do grupo), os preços eram muito bons na comparação com os das lojas brasileira. Só eu comprei uns cinco diferentes. E a capacidade de barganha também era grande. Os valores podiam mudar muito de uma loja para a outra, principalmente se a vendedora simpatizasse com a pessoa. Na parte de alimentação, nos esbaldamos com "porcarias" como batatas Pringles, chocolates, refrigerantes exóticos, doces e iogurtes. Por sugestão do Edu e Gabi, até organizamos um evento logo quando chegamos na ilha: "a noite da gordice". Nada de jantar saudável, apenas porcarias calóricas. Altamente recomendado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas voltemos aos encantos naturais da ilha colombiana. Era domingo, mas nos levantamos bem cedo para um passeio que duraria quase todo o dia. O preço dos dois passeios também era muito em conta. Até estranhamos. Em um barco lotado de turista, nos dirigimos até duas ilhotas: Johnny Cay e Acuário. Descobrimos que já tínhamos estado nesta segunda ilhota no passeio privado que fizemos de barco dois dias antes. Mas desta vez, não sei se pelo horário ou por ser domingo, estava abarrotada de pessoas. Vários turistas se esbarrando, vendedores de comida berrando e outros caras tentando empurrar o aluguel de snorkel e nadadeiras. Descobrimos que o baixo preço cobrado pelos passeios era compensado por essa rede de serviços que eles tentam te obrigar a contratar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-w9c284bN07w/ThKgK3aIhzI/AAAAAAAABvo/wxzxm-h5nfI/s1600/SAM_6897878.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-w9c284bN07w/ThKgK3aIhzI/AAAAAAAABvo/wxzxm-h5nfI/s1600/SAM_6897878.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Andamos por um caminho relativamente raso na água até a outra ilhota, Johnny Cay. O movimento nesta estava um pouco menor e conseguíamos nos isolar em alguns pontos para nadar e mergulhar mais tranquilos. O que mais chamou a atenção no lugar foi a influência da cultura jamaicana. Tanto pelas bandeiras e cores, como pelos famosos cabelos rastafári e o característico som do reggae. Além das constantes homenagens àquela plantinha verde que deixa as pessoas doidonas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-DaNm4PgsjNY/ThKgVrXKbxI/AAAAAAAABvs/4qJ8um2SqO8/s1600/IMG_3984.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-DaNm4PgsjNY/ThKgVrXKbxI/AAAAAAAABvs/4qJ8um2SqO8/s1600/IMG_3984.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Almoçamos um ótimo peixe com arroz e banana (no Caribe, as frutas são itens bem comuns na refeição). E depois de ter tomado muito sol na cabeça e engolido água, tiramos cerca de uma hora para ficar largados na grama, sob a sombra de coqueiros. Momento era de relaxar bastante e aproveitar o último dia inteiro na ilha. No seguinte, faríamos uma viagem cansativa até Quito. No horário marcado, encontramos o nosso barco e retornamos para o hotel, sem antes tirar alguns minutos para pesquisar liquidações e comer porcarias. A moleza caribenha ia ficando para trás. Começavam os preparativos para encarar a altitude e o clima mais frio equatoriano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Vtodoh-EHJM/ThR9t1qJJsI/AAAAAAAABvw/MLu7prBfIi8/s1600/prancheta.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="43" src="http://3.bp.blogspot.com/-Vtodoh-EHJM/ThR9t1qJJsI/AAAAAAAABvw/MLu7prBfIi8/s400/prancheta.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Essa é importante para evitar problemas ao voltar para o Brasil. Crie o hábito de guardar todas as notas fiscais de produtos comprados na viagem, principalmente artigos como perfumes, cremes, bebidas e eletrônicos. Na volta de Bogotá para São Paulo, no fim da viagem, uma notinha registrando os perfumes que comprei em San Andrés me livrou de grandes dores de cabeça com a polícia federal colombiana. Eles costumam ser bem rigorosos. Conto mais detalhes dessa história no último post desse roteiro Colômbia-Equador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-6432791816824832468?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/6432791816824832468/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/07/sombra-agua-fresca-e-compras.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/6432791816824832468'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/6432791816824832468'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/07/sombra-agua-fresca-e-compras.html' title='San Andrés: sombra, água fresca... e compras!'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-pKzU5UL90N0/ThKLn_LORTI/AAAAAAAABvg/ZgpKbUb70AQ/s72-c/SAM_6881.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-2939886545387354171</id><published>2011-06-30T17:48:00.001-03:00</published><updated>2012-02-22T20:47:32.151-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='colombia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='caribe'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='san andres'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><title type='text'>San Andrés: onde o sol se curva...</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TVCyenRHttI/AAAAAAAABnQ/Tu9sxZ_nzL0/s1600/san%2Bandres%2B22-01.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TVCyenRHttI/AAAAAAAABnQ/Tu9sxZ_nzL0/s1600/san%2Bandres%2B22-01.JPG" style="cursor: hand; height: 300px; width: 616px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;A &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;ideia era começar o post pela lógica narrativa, ou seja, do início. Mas o pôr-do-sol neste dia foi tão lindo e impressionante, que os outros fatos acabaram ficando em segundo plano. O título do post é mais ou menos uma brincadeira em relação a isso. Se o sol fosse uma pessoa e tivesse que escolher um lugar para descansar, para apreciar a natureza, certo que San Andrés seria contemplada. Até hoje não vi uma cena do anoitecer tão bonita como a desse dia. Aquela bola de fogo gigante lá em cima foi descansar mais do que satisfeita no horizonte. Do outro lado, ficamos apenas embasbacados olhando, quase aplaudindo, enquanto a lua surgiu meio que envergonhada de não ter brilho próprio para manter o espetáculo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda essa pseudo-poesia afrescalhada aí em cima foi mais ou menos o efeito que a paisagem de San Andrés provocou em mim durante todo esse dia 22. Nem os perrengues de quase provocar um acidente de trânsito, andar por um cemitério durante a noite e esquecer os amigos em uma praia deserta servindo de lanchinho de mosquitos foram capazes de estragar o dia. Ficou curioso para entender toda essa história? Continua lendo, então...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-xXU3l1TUQEU/ThKBa6z7cEI/AAAAAAAABvQ/NewQE-YEU8A/s1600/IMG_4505.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-xXU3l1TUQEU/ThKBa6z7cEI/AAAAAAAABvQ/NewQE-YEU8A/s1600/IMG_4505.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Não lembro ao certo quem sugeriu que alugássemos um carrinho de golfe para dar uma volta completa na ilha. Sei que eu não estava muito empolgado com a ideia. Excesso de frescura, gasto extra, lentidão do bichinho foram algumas das coisas que me vieram a cabeça para ser contra. Mas tive de admitir que foi muito &amp;nbsp;útil. Primeiro porque era um aluguel informal, sem a burocracia que envolve alugar um carro "normal". Qualquer um poderia dirigir, sem necessidade de carteira e conseguiríamos passear debaixo do sol escaldante sem maltratar a sola dos pés e sem precisar esperar horas em pontos de ônibus. Na parte da manhã/início da tarde, Junior e Edu se revezaram na direção. Tivemos uma noção mais precisa de como a ilha era bonita, de todas as praias que ela tinha, além de conhecer os locais onde o pessoal mais humilde mora. Passamos pelos principais pontos turísticos, dos quais já opino que a Laguna Big Pond é maior furada. E conseguimos perceber que a limpeza em alguns pontos deixa muito a desejar. Triste ver um paraíso como este sem o devido cuidado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outros lugares, o luxo e a riqueza eram mais nítidos. Aliás, ver carros importados, muitos até sem placas, é bem comum em San Andrés. Quando paramos para almoçar na lanchonete Presto, por exemplo, um humilde Porshe vermelho estava estacionado do outro lado da calçada. Depois de circular toda a ilha em um período curto de tempo, levamos o Edu e a Gabi até o aeroporto, onde eles iniciaram suas conexões para chegar em São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-GBSViZYRBfE/ThKGLHUKzNI/AAAAAAAABvY/yrSqHuPCVXA/s1600/IMG_4580.png" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-GBSViZYRBfE/ThKGLHUKzNI/AAAAAAAABvY/yrSqHuPCVXA/s1600/IMG_4580.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;A volta de carrinho de golfe também foi importante porque conseguimos identificar quais eram as melhores praias. Assim, depois do almoço voltamos até aquela que mais nos agradou. Eu estava perturbando todos porque queria dirigir o carrinho em algum momento. Aqui no Brasil, eu ainda tinha tirado minha habilitação, mas lá fora o esquema era outro. Fora que seria impossível fazer qualquer besteira em um veículo simples e lento como aquele. Era só freio, acelerador e volante. Nada de marchas ou embreagem. Dá pra errar desse jeito? Dá e deu. Em um belo momento, ainda na parte do centro, eu entrei em um cruzamento sem olhar para os lados. Que beleza... Era carro buzinando da direita, um motoqueiro me xingando em espanhol do lado esquerdo e os amigos dentro do carro me xingando em português mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ok, vida que segue (ainda bem) e lá fomos nós até a nossa praia escolhida. Mas havia um embate: de um lado, Ratto, Vanessa e Cíntia queriam ficar curtindo os últimos raios solares na areia até escurecer; do outro lado, o Junior queria andar mais 20 minutos com o carrinho até chegar em um ponto onde poderia tirar fotografias perfeitas do pôr-do-sol. Eu, para variar, queria fazer as duas coisas ao mesmo tempo. E foi mais ou menos assim que eu fiz. Tirei a roupa, corri, dei um mergulho, coloquei a roupa de novo e entrei no carrinho com o Junior. Os outros três permaneceram lá na praia. O combinado era que a gente voltasse tão logo o sol sumisse no horizonte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-YrGelK4wCP8/ThKIoahPzkI/AAAAAAAABvc/IOnK2hUc8cQ/s1600/SAM_681056.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-YrGelK4wCP8/ThKIoahPzkI/AAAAAAAABvc/IOnK2hUc8cQ/s1600/SAM_681056.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É aqui que a história recomeça. O cearense e eu fizemos ótimas fotos, ficamos extasiados com a paisagem, com as cores perfeitas, o mar, as árvores, a iluminação adequada e o solzão indo dormir lá na frente. Essa parte nem dá pra explicar direito, melhor conferir nas fotos mesmo. Quando o espetáculo terminou, seguimos felizes até o carrinho para dar a partida e reencontrar o restante do grupo. E quem disse que o carrinho voltou a funcionar? Fizemos de tudo e nada. O coitado partiu dessa para melhor. Pedimos ajuda a um senhor que possuía um bar ao lado (e uma filha linda) e não houve nenhuma evolução. Depois de uma hora de tentativas, o Junior conseguiu ligar para o cara que havia alugado o carrinho e ele prometeu estar lá em uma hora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preocupados com nossos amigos, que não tinham notícias nossas e já esperavam há quase duas horas na praia resolvemos nos dividir. Ele ficaria esperando o "socorro" no bar, enquanto eu iria de ônibus até os outros mofavam. Mas eu não lembrava de jeito algum qual era o lugar. Ainda mais no escuro. Tive de arriscar e saltar em um lugar que eu achava que era perto. Mas não era. Andei um bom pedaço até chegar realmente na bendita praia. Incluindo um trecho do caminho totalmente escuro, praticamente dentro de um cemitério, onde só dava pra enxergar alguma coisa graças à lua e aos vagalumes. Minha preocupação não eram os mortos, mas sim dar de cara com algum maluco naquela escuridão e acabar fazendo companhia para os presuntos. Por sorte, encontrei a praia e os amigos me xingando, sendo devorados pelos mosquitos. Depois de uns 20 minutos, o cearense passou com o novo carrinho e conseguimos enfim voltar ao nosso hotel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-HFfgswj_vTE/ThKFA7woDFI/AAAAAAAABvU/FO0VMV7UdrE/s1600/SAM_6864.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-HFfgswj_vTE/ThKFA7woDFI/AAAAAAAABvU/FO0VMV7UdrE/s1600/SAM_6864.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Com um pôr-do-sol como esse, nem dá para reclamar de nada, não é? Fora que, no Caribe, até passar por perrengue envolve algum "glamour"...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-2939886545387354171?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/2939886545387354171/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/06/onde-o-sol-se-curva.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/2939886545387354171'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/2939886545387354171'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/06/onde-o-sol-se-curva.html' title='San Andrés: onde o sol se curva...'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TVCyenRHttI/AAAAAAAABnQ/Tu9sxZ_nzL0/s72-c/san%2Bandres%2B22-01.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-4648417024319847876</id><published>2011-06-30T16:01:00.006-03:00</published><updated>2012-03-03T12:36:59.040-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='colombia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='caribe'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='san andres'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><title type='text'>San Andrés: um dia de "Piratas do Caribe"...</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TVCyJtMRcbI/AAAAAAAABnI/Kn9BcQHUu7I/s1600/san%2Bandres%2B21-01.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TVCyJtMRcbI/AAAAAAAABnI/Kn9BcQHUu7I/s1600/san%2Bandres%2B21-01.JPG" style="cursor: hand; height: 324px; width: 616px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;N&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;os séculos XVI e XVII, os mares caribenhos eram o palco preferido dos piratas. Embarcações lotadas de ouro e metais preciosos deixavam os portos das colônias sul-americanas em direção à Europa, despertando a cobiça dos caras com tapa-olho, perna-de-pau e papagaio nos ombros. Levando em conta a beleza da natureza local, não devia ser um trabalho assim tão estressante. Um corte aqui, uma fratura ali já eram comuns mesmo. Hoje em dia, os salteadores saíram de cena e quem invade a região são os turistas, nessa história em particular, "nós, mochileiros". Na nossa primeira manhã em San Andrés, resolvemos explorar mais as rotas marítimas e descolamos um passeio fechado de barco para todo o grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-PXvj4ONJark/TgzeAKhQR0I/AAAAAAAABvE/vxYvXxE2lJs/s1600/pirata.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-PXvj4ONJark/TgzeAKhQR0I/AAAAAAAABvE/vxYvXxE2lJs/s1600/pirata.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;A vantagem de viajar em grupo é sempre a capacidade maior de pechincha. Conseguimos um passeio que durava boa parte do dia por um preço bastante camarada. A tripulação era composta de oito mochileiros, o "capitão" e o assistente dele. Passeio bem proveitoso, onde pudemos avançar mar a dentro e curtir a paisagem no maior estilo. Pela primeira vez nessa viagem, senti muita vontade de ser rico e fiquei com inveja de quem já é (rs). Imagine poder fazer isso sempre? Tem gente que não curte, que enjoa fácil, mas para mim não há coisa mais relaxante que um passeio de barco. Com aquela água surreal em volta, então, não poderia ter sido melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O kit-mergulho fazia parte do "pacote". Estava bem "zoado", para falar a verdade, mas não atrapalhou a diversão. Pé-de-pato, snorkel e colete de qualidade duvidosa, mas que foram bem úteis durante o passeio. Até por que era apenas flutuação e não um mergulho propriamente dito. Ninguém avançou mais que um metro para o fundo. Havia uma longa corda presa no barco em que cada um de nós se agarrava. Enquanto ele se movimentava, nós íamos com as cabeças mergulhadas observando o fundo do mar e o ritmo de vida lá embaixo. Tudo muito lindo. Em alguns momentos, cardumes de peixes passavam bem próximos à superfície e não encostavam na gente por poucos centímetros. Uma experiência muito legal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que todo grupo sempre tem um "sem noção" e o nosso não era diferente. Ele quase estragou o passeio quando começou a se desesperar na água e passou por cima de todos para voltar ao barco. Quase afogou duas pessoas do grupo e causou uma briga séria, mas ainda bem que o problema foi contornado. Nada que estragasse o passeio. Depois de um bom tempo no mar, o nosso barco ancorou em uma pequena ilha e nos deixou lá curtindo o restante da tarde. Saiu para transportar outros turistas e só voltou um bom tempo depois, enquanto curtíamos a vida mansa na ilhota.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-_YTxN-XyhzE/TgzfCBc2GxI/AAAAAAAABvI/yJqHDsILcbQ/s1600/IMG_4387.png" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-_YTxN-XyhzE/TgzfCBc2GxI/AAAAAAAABvI/yJqHDsILcbQ/s1600/IMG_4387.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Algumas coisas são impossíveis de descrever com precisão. Quando o assunto é viagem, fica difícil utilizar as palavras para fazer o leitor entender as características do lugar. Às vezes nem as fotos são suficientes, só estando lá mesmo para saber. Essa é a sensação que eu tenho falando dessa experiência em San Andrés. Somente presenciando para entender. As fotos aqui do post servem apenas de aperitivo e estímulo aos viajantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fato é que, como tudo que é bom nessa vida, o dia acabou e tivemos de voltar para o nosso hotel. Satisfeitos, por ter sido um daqueles dias em que ficamos muito felizes em não termos feito praticamente nada. E um nada com toda essa paisagem em volta ganha mais sentido que muitos dias atarefados e corridos. O corpo e o cérebro agradecem. Até a alma fica feliz...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-fMvQ60bcveQ/Tgzgx9liNmI/AAAAAAAABvM/TmpeKUR0tn0/s1600/IMG_4315.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-fMvQ60bcveQ/Tgzgx9liNmI/AAAAAAAABvM/TmpeKUR0tn0/s1600/IMG_4315.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-fZ63skGxRjU/Tgzcu5OTLEI/AAAAAAAABvA/PnTqhNGLMzE/s1600/prancheta.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="42" src="http://4.bp.blogspot.com/-fZ63skGxRjU/Tgzcu5OTLEI/AAAAAAAABvA/PnTqhNGLMzE/s400/prancheta.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Uma dica para curtir bem ás águas caribenhas é trazer um snorkel para cá. Sabe aquela máscara com um tubinho embutido? Então, vai fazer a maior diferença quando você quiser observar o fundo do mar, ficar boiando despretenciosamente, curtindo peixes que você provavelmente nunca viu antes. Em San Andrés não era tão baratinho, procure por um valor mais camarada na sua cidade e traga na mala.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-4648417024319847876?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/4648417024319847876/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/06/piratas-do-caribe.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/4648417024319847876'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/4648417024319847876'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/06/piratas-do-caribe.html' title='San Andrés: um dia de &quot;Piratas do Caribe&quot;...'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TVCyJtMRcbI/AAAAAAAABnI/Kn9BcQHUu7I/s72-c/san%2Bandres%2B21-01.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-5136871463254383563</id><published>2011-06-01T00:54:00.001-03:00</published><updated>2012-02-22T20:49:28.444-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='colombia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='caribe'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='san andres'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><title type='text'>San Andrés: enfim, o paraíso...</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TVCx1eifm4I/AAAAAAAABnA/ljA9lsZiktg/s1600/san%2Bandres%2B20-01.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TVCx1eifm4I/AAAAAAAABnA/ljA9lsZiktg/s1600/san%2Bandres%2B20-01.JPG" style="height: 313px; width: 616px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;M&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;ontar roteiros de viagem se tornou um hábito apaixonante na minha vida. Como todo doido pelo assunto, costumo "viajar" nas ideias, planejando mochilões que talvez só possam ser realizados daqui a muitos anos. Conhecer o mar do Caribe era um desses sonhos que pareciam bem distantes. Não sei se todos têm essa impressão, mas para mim sempre pareceu uma espécie de viagem de luxo, restrita à pessoas com uma boa grana disponível no cofre. Eis que traçando as rotas e destinos nas nossas famosas e polêmicas planilhas do Excel, percebi que era possível sim fazer uma graça caribenha sem ter que vender meus bens pessoais e alguns órgãos. San Andrés estava ali ao nosso alcance, uma ilha colombiana com areias branquíssimas e águas cristalinas. De Cartagena, bastava encarar um voo de 1h30min de duração e desembolsar um valor bem mais em conta que um trecho Rio-João Pessoa, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-LPbo019d2sA/TgzHUPtE2yI/AAAAAAAABu8/V1JzWZm7xqg/s1600/SAM_6599.png" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-LPbo019d2sA/TgzHUPtE2yI/AAAAAAAABu8/V1JzWZm7xqg/s1600/SAM_6599.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Aeroporto sempre é aquela coisa deliciosa, né? É fila no check in, mais uma para passar no raio-x, outra para entrar no avião e depois para passar na imigração quando chega no destino. Fora o tempo que se perde quando o avião atrasa (bem comum) e depois para pegar a mala que foi despachada. Há uma certa burocracia no aeroporto de San Andrés, você precisa passar por uma cabine de agentes federais, mostrar documentos, fazer um registro de entrada e avisar em que lugar ficará hospedado. Para conhecer a ilha também é obrigatório o pagamento de uma taxa ainda na cidade de embarque, no nosso caso Cartagena. Esse comprovante será entregue ao mesmo fiscal. Na nossa época, estavam cobrando 44 mil pesos colombianos, um roubo visto que quase não há trabalho público de manutenção e preservação do local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, fora esses trâmites legais, a visão da ilha é sensacional lá do avião. Vale aqui uma explicação que pode parecer muito óbvia, mas muitos não sabem definir direito. Caribe é o nome do mar que fica entre o norte da América do Sul, banha o lado leste da América Central e a parte sul do México. Engloba várias ilhas, dentre as quais se destacam Cuba e Jamaica, por exemplo. Em San Andrés, as águas que banham a ilha são conhecidas como "mar de siete colores", devido aos diferentes tons de verde e azul que possuem. A sensação é de fazer parte de um daqueles invejáveis cartões-postais. Apesar do inebriante colírio para os olhos, tratamos logo de resolver o problema do estômago. Nossa última refeição tinha sido o café da manhã em Cartagena às 10h e só fomos chegar ao hotel em San Andrés lá pelas 15h.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-YymNQ5UDCzI/TgzHSrqdoTI/AAAAAAAABu4/38NbHG6KDCI/s1600/IMG_3991.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-YymNQ5UDCzI/TgzHSrqdoTI/AAAAAAAABu4/38NbHG6KDCI/s1600/IMG_3991.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Do aeroporto para o hotel fomos de táxi, corrida tranquila de aproximadamente 10 reais por carro (como o grupo era grande, fomos em dois). Nem dá pra roubarem muito, já que a ilha não é tão extensa. Nos outros destinos, optamos sempre por ficar em albergues, mas dessa vez resolvemos escolher uma hospedagem mais confortável em San Andrés. O Caribe merecia um pouquinho mais de luxo. Só um pouco, claro. Ficamos no Noble House, que se mostrou uma ótima opção. Calculamos o salgado preço de 100 reais por dia por pessoa, mas a conta saiu bem menor no fim, Ou nós nos confundimos nos cálculos ou foram os gerentes. Acabou saindo 50 por cabeça, quartos com duas camas de casal, frigobar, banheiro privativo, ar condiconado e tv a cabo: uma pechincha. As meninas ficaram em um dos quartos, eu aturei o Ratto no outro. O casal Edu e Gabi ficaram em um terceiro, enquanto nossos dois amigos cearenses escolheram um canto diferente para se hospedar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois do almoço, resolvemos dar um mergulho na praia, apesar de o sol já estar se pondo. A fome de praia era tanta que encaramos um banho noturno mesmo, que rendeu ótimas conversas, só interrompidas pelo vento frio e a pele enrrugada que já começavam a incomodar. A primeira impressão da praia, olhando assim mais de perto, decepcionou um pouco, porque ficamos em uma área com muitas algas. Ainda bem que os passeios dos dias seguintes nos mostrariam praias de altíssimo nível...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-4IthLIhxk2M/TgzDI4BA0hI/AAAAAAAABu0/UVneItM0vyI/s1600/pranchetada.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="42" src="http://2.bp.blogspot.com/-4IthLIhxk2M/TgzDI4BA0hI/AAAAAAAABu0/UVneItM0vyI/s400/pranchetada.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Encontramos um lugar lugar bom e barato para almoçar. Localizado em frente ao clube náutico. O nome: "San Andrés Tipical Taste Internacional". Lugar confortável, bom atendimento, comida gostosa e valor amigo para mochileiros, algo como 15 reais com bebida (lembre-se que está no Caribe, esse é um ótimo preço). Para quem não gosta de peixes, camarões e outros parentes, sem problemas. Tinha carne e frango numa boa também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-5136871463254383563?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/5136871463254383563/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/05/enfim-o-paraiso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/5136871463254383563'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/5136871463254383563'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/05/enfim-o-paraiso.html' title='San Andrés: enfim, o paraíso...'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TVCx1eifm4I/AAAAAAAABnA/ljA9lsZiktg/s72-c/san%2Bandres%2B20-01.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-7146659181896882334</id><published>2011-02-08T00:58:00.001-02:00</published><updated>2012-02-22T20:50:36.643-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='colombia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cartagena'/><title type='text'>Cartagena: "con actitud de vacaciones"...</title><content type='html'>&lt;img alt="" border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-Q9JakfM62no/TXbs0ehFXkI/AAAAAAAABuY/7lNtvxRyVEY/s1600/SAM_6544.png" style="height: 278px; width: 618px;" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;A frase em espanhol que dá nome a esse post foi tirada de um anúncio de cerveja que vimos espalhado por quase toda a cidade. Traduzindo o slogan completo para o português seria algo como: "com atitude de férias, sempre é fim de semana". Achei bem interessante essa filosofia de boteco. Estar de férias é uma atitude, um tipo de comportamento. Não apenas deixar de ir ao trabalho, faculdade, colégio ou seja lá mais o que preenche a rotina. Nem necessariamente viajar. Muitos se deslocam para lugares distantes, mas continuam com a cabeça nas obrigações que deixaram para trás. Sequer aproveitam os momentos como deveriam. Por outro lado, para quem consegue manter aquele clima de alegria, tranquilidade e leveza diariamente, até uma segunda-feira de trabalho pode virar um domingão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-P_wflyOP-tg/TeW6BK1m6cI/AAAAAAAABuk/qujD8JlffOE/s1600/SAM_6540.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-P_wflyOP-tg/TeW6BK1m6cI/AAAAAAAABuk/qujD8JlffOE/s1600/SAM_6540.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Por que a reflexão barata? Na quarta-feira conseguimos aproveitar muito bem o nosso último dia em Cartagena, explorando sem nenhuma pressa os pontos turísticos que ainda não tínhamos conhecido. Fomos levados totalmente pelo clima de férias. Começamos nosso dia pelo&amp;nbsp;Castillo de San Felipe de Barajas, uma obra militar que começou a ser construída em 1536 e foi um dos principais pontos de defesa do território espanhol na América do Sul. Passeio legal por dentro de uma estrutura que só pelo valor histórico já vale a pena, mas que também é visualmente muito interessante. É bom separar umas duas horas para aproveitar o lugar com tranquilidade. Além da caminhada externa e da bela vista que se tem de lá do centro de Cartagena, há estreitos caminhos e passagens subterrâneas a serem percorridos. Nos arriscamos por uma dessas passagens e no meio do caminho foi complicado lidar com a sensação de claustrofobia. Ainda mais que enquanto descíamos, um grupo bem grande de turistas franceses faziam o sentido inverso. Lembro que inventei uma desculpa qualquer para disfarçar aquele desconforto e voltar atrás sem chegar até o fim do caminho, mas não adiantou muito e a pernambucana Cíntia ficou me sacaneando por alguns dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-MUBjJSKc9cE/TeW6JZtUiiI/AAAAAAAABuo/mBua3dM2K1U/s1600/SAM_6564.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-MUBjJSKc9cE/TeW6JZtUiiI/AAAAAAAABuo/mBua3dM2K1U/s1600/SAM_6564.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Reservamos a parte da tarde para conhecer o bairro Bocagrande, famoso por concentrar a parcela mais rica de Cartagena, assim como os principais hotéis e restaurantes. Muitos nos diziam que também abrigava a melhor das praias da cidade, mas essa foi a maior decepção de todas. Definitivamente, não espere encontrar nenhuma paisagem paradisíaca por aqui. Mais uma vez vale lembrar que as praias caribenhas fantásticas que vemos em fotos só são avistadas nos passeios por ilhas próximas ou para San Andrés. Em Bocagrande, a areia era muito escura, a água idem e as pessoas que frequentavam o local também deixavam muito a desejar em questões de higiene. Mas nada disso anula o fato de que o bairro tem seus atrativos. Pegamos o anoitecer &amp;nbsp;caminhando em volta da lagoa e da ciclovia. Além do clima mais agradável e a vista da cidade ao fundo bem iluminada, um público jovem costuma utilizar essa parte do bairro para praticar esportes e passear com seus cachorros. Fechamos essa parte da noite sob a luz de uma lua cheia sensacional e discussões filosóficas sobre família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O post poderia até terminar por aqui, mas o "momento comédia" do dia aconteceu horas depois no alto da muralha que cerca Cartagena. Em mais um dia inspirado, Cíntia e Ratto resolveram protagonizar novo duelo. Já era perto das 22h, quando a pernambucana e a Vanessa se deram por vencidas no objetivo de nos arrastar para alguma "night" colombiana. Não fazia o nosso tipo de diversão e preferíamos ficar caminhando mesmo pela cidade. Em determinado ponto da muralha, reparamos uma jovem colombiana escorada nos tijolinhos, com olhar perdido para o mar do Caribe. A Cíntia viu ali uma boa oportunidade de zoar o Ratto e, do nada, chamou a desconhecida e disse que ele estava interessado nela. A ideia da Cíntia era deixar ele muito constrangido pela cena em si e pela provável recusa da colombiana. Com cara de bobo ele ficou, mas o pior é que a tal moça aceitou conversar com el Ratón. Enquanto o conquistador tentava se dar bem com a nativa, ficamos os três manés observando de longe tentando decifrar o que estava acontecendo. Até aposta para saber se ele teria sucesso ou não aconteceu. Valeu pelas risadas, mas ainda não foi esse o dia de triunfo do Don Juan de Campinas. Ele precisaria ter um pouco mais de paciência...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img border="0" height="42" src="http://3.bp.blogspot.com/-CcWJQWgUb7Y/TeW00K8NuoI/AAAAAAAABug/vExPBqxOHpk/s400/pranchetada.jpg" width="400" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O chapéu Panamá é muito característico nessas bandas da América do Sul, principalmente pela proximidade com o Equador, maior produtor da peça. Os preços em Bogotá, Cali e Medellín são bem salgados, mas em Cartagena costumam ser mais atrativos. Os menores valores encontramos com ambulantes nas saídas do Castillo de San Felipe. Se você deseja comprar o chapéu e ficará apenas na Colômbia, essa é a dica da opção mais em conta. Mas caso siga viagem para o Equador, deixe para comprar o famoso artigo por lá mesmo. Seu bolso agradece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-7146659181896882334?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/7146659181896882334/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/02/con-actitud-de-vacaciones.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/7146659181896882334'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/7146659181896882334'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/02/con-actitud-de-vacaciones.html' title='Cartagena: &quot;con actitud de vacaciones&quot;...'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-Q9JakfM62no/TXbs0ehFXkI/AAAAAAAABuY/7lNtvxRyVEY/s72-c/SAM_6544.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-5034879232878883173</id><published>2011-02-08T00:57:00.001-02:00</published><updated>2012-02-22T20:51:08.909-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='colombia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cartagena'/><title type='text'>Festival de cores em Cartagena...</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-cgrv0_OMBbg/TXPb2THlAjI/AAAAAAAABto/duFI65LGbpU/s1600/SAM_6461.png"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-cgrv0_OMBbg/TXPb2THlAjI/AAAAAAAABto/duFI65LGbpU/s1600/SAM_6461.png" style="cursor: hand; height: 300px; width: 618px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-cgrv0_OMBbg/TXPb2THlAjI/AAAAAAAABto/duFI65LGbpU/s1600/SAM_6461.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-cgrv0_OMBbg/TXPb2THlAjI/AAAAAAAABto/duFI65LGbpU/s1600/SAM_6461.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 180%;"&gt;&lt;strong&gt;N&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;ão há como pensar no Caribe e não visualizar uma imagem cheia de cores vivas. Seja nas roupas das pessoas, na fachada das casas ou no prato de comida, o que mais chama a atenção é o festival de tons de amarelo, azul, vermelho, verde, e por aí vai. Cartagena reúne tudo isso em suas quentes, movimentadas e pequeninas ruas. É um tipo de bagunça e confusão interessante de se ver e vivenciar. Como no dia anterior chegamos no meio da tarde e só curtimos a cidade mesmo durante a noite, foi nessa terça-feira que pudemos ter uma real noção da atmosfera do lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5581906221266687474" src="http://3.bp.blogspot.com/-cd5k2606B7s/TXbqIlAk1fI/AAAAAAAABuA/7CxDGaWoQYA/s400/SAM_6451.png" style="cursor: hand; cursor: pointer; float: right; height: 225px; margin: 0 0 10px 10px; width: 300px;" /&gt;A parte mais interessante da cidade é no interior da muralha. Na parte central, estão as principais opções de comércio, alimentação e outros serviços como, por exemplo, locutórios para ligar para casa. Começamos o nosso dia dessa forma, ligando logo para nossos pais e informando que ainda estávamos vivos. Nessa breve caminhada pelo centro, foi possível observar o movimento das pessoas pelas ruas, a agitação dos vendedores de frutas tropicais em suas barraquinhas, as dezenas de lojas de roupas e artesanatos, além dos guias de turismo que tentam empurrar pacotes de passeios pela cidade. O gostoso por aqui é gastar mesmo a sola do tênis ou chinelo, percorrer as ruas e ver a arquitetura histórica bem conservada.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É bom reservar um dia inteiro só para andar e tirar fotos com tranquilidade, respeitando os horários de pico do sol, para não passar mal depois. Depois de conhecer o interior da muralha, nós resolvemos passear por cima dela, até para ter uma vista dela agora com a luz do dia. É ela que dá o charme de Cartagena. Depois esticamos até o mar. Como já disse no post anterior, esse ainda não era aquela mar paradísiaco das ilhas caribenhas, mas já servia como um aperitivo para San Andrés, próximo destino do nosso roteiro.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-CP1M5fN8Hvo/TXbrKKjpcYI/AAAAAAAABuQ/CiQVMq6vfNI/s1600/SAM_6413.png" style="cursor: hand; cursor: pointer; height: 316px; width: 616px;" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Com o sol já castigando as nossas costas, procuramos um lugar para almoçar e encontramos um bem especial, com decoração toda no estilo cinematográfico. As cadeiras eram réplicas daquelas que os diretores de Hollywood usam para comandar suas produções. Cada uma personalizada com um nome diferente. Nas paredes, ficam os cartazes de filmes clássicos, entre outros detalhes decorativos bem legais. Lembro de ter pedido um risoto de camarão sensacional acompanhado de uma limonada gigante. Muito bom mesmo. Para quem quiser ir, o nome do restaurante é Bohe-Mia Tapas Pizza Cine, na calle del Santisimo 8-18. Veja uma matéria que fizeram sobre o lugar &lt;a href="http://www.ciudadnativa.com.co/planes-y-guias/plato-fuerte/38-sientete-director-de-cine-come-paella-y-toma-vino-en-bohe-mia.html"&gt;clicando aqui&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5581906369477244450" src="http://3.bp.blogspot.com/-Aed3AYxYPTs/TXbqRNIudiI/AAAAAAAABuI/z85u1GyHvnQ/s400/SAM_6453.png" style="cursor: hand; cursor: pointer; float: left; height: 225px; margin: 0 10px 10px 0; width: 300px;" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Depois do almoço e descanso durante o fim da tarde, fizemos mais uma vez um passeio noturno pelo interior da muralha e acabamos parando novamente no Cafe del Mar. Desta vez resolvemos ir além dos refrigerantes e fingir que tínhamos dinheiro, pedindo também algum prato para acompanhar. Enquanto a Vanessa e o Ratto pediram pratos maiores com salmão, a Cíntia e eu resolvemos dividir um prato, chamado de torre de camarão com guacamole. Ficamos na expectativa para a chegada desta "imensa torre", enquanto fazíamos cara de ricos esnobes e despreocupados com a vida. Foi aí que demos de cara com um pratinho minúsculo, que mais parecia um pires, com uns seis camarões, uns matinhos bem mixurucas e uma miséria de guacamole. E o pior é que o bichinho era caro. Até hoje não entendo que onda é essa que rico tira de pagar caro para comer pouco. Nos demos mal e tivemos que comer um hambúrguer em um podrão mais tarde, para não passar fome.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No fim das contas, a nossa noite de rico terminou em uma barraquinha de fundo de quintal. Uma vez pobre, sempre pobre (rs)...&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-lnI5V63onqk/TXbYNaHemlI/AAAAAAAABtw/u00J3KrPzRo/s1600/pranchetada.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5581886513032895058" src="http://4.bp.blogspot.com/-lnI5V63onqk/TXbYNaHemlI/AAAAAAAABtw/u00J3KrPzRo/s400/pranchetada.jpg" style="cursor: hand; height: 44px; width: 400px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Entre às 11:30 e 15:00, o sol na cidade fica muito forte e é bem complicado ficar andando de uma lado para o outro. Nem os morados locais se arriscam. Ficam bem trancados em casa, curtindo o ventilador ou o ar-condicionado, e aquela tradicional soneca da siesta. Evite sair durante esse horário para não torrar ou até mesmo passar mal. Uma boa é tirar um cochilo depois de comer bastante e só esperar o sol dar uma baixada. Afinal, você está de férias e descansar é obrigatório.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Para conhecer a cidade e os atrativos mais próximos, vá andando ou no máximo pegue uma táxi para um lugar mais distante, como o Castillo de San Filipe. Algumas pessoas pelas ruas vão tentar vender passeios e tours para conhecer Cartagena que são totalmente desnecessários e caros. Até mesmo taxistas costumam parar e oferecer "city tours" quando percebem algum turista por perto. Fuja disso para não jogar dinheiro fora.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-5034879232878883173?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/5034879232878883173/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/02/festival-de-cores.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/5034879232878883173'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/5034879232878883173'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/02/festival-de-cores.html' title='Festival de cores em Cartagena...'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-cgrv0_OMBbg/TXPb2THlAjI/AAAAAAAABto/duFI65LGbpU/s72-c/SAM_6461.png' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-8422592010548497429</id><published>2011-02-08T00:55:00.001-02:00</published><updated>2012-02-22T20:51:49.099-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='colombia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cartagena'/><title type='text'>Manhã louca, noite tranquila. Enfim, Cartagena...</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-zta6ipIDk1o/TXPCD6dRmQI/AAAAAAAABtI/qKpHdAU9kHo/s1600/IMG_3300.png"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-zta6ipIDk1o/TXPCD6dRmQI/AAAAAAAABtI/qKpHdAU9kHo/s1600/IMG_3300.png" style="cursor: hand; cursor: pointer; height: 292px; width: 618px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-zta6ipIDk1o/TXPCD6dRmQI/AAAAAAAABtI/qKpHdAU9kHo/s1600/IMG_3300.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 180%;"&gt;E&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;m todo mochilão, pelo menos um dia se destaca pelos perrengues e dores de cabeça. Já faz parte, sempre viajo preparado, sabendo que um deles será o escolhido. No roteiro pelo Uruguai, por exemplo, foi logo depois de cruzar a fronteira do Chuí. Para quem não se lembra, basta &lt;a href="http://cariocaemfuga.blogspot.com/2010/09/1708-chuichuy-fortaleza-de-santa-tereza.html"&gt;clicar aqui&lt;/a&gt;. Tudo bem, aquele foi um recorde de cagadas em um mesmo dia, difícil se repetir. No roteiro de 2011 pela Colômbia e Equador, a viagem entre Medellín e Cartagena foi de longe a mais estressante.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Uma das coisas ruins em Medellín é que o aeroporto é distante da área central. Se não me engano, quase uma hora de ônibus e uns 40 minutos de carro. Como nosso voo sairia cedo, fechamos o transporte com uma van particular. Chegando no aeroporto, estranhamos o fato de estar bem cheio. Pelo sistema de som, veio a notícia de que a neblina estava muito forte do lado de fora e que todos os voos teriam pelo menos uma hora de atraso. Deu um certo desânimo, mas tudo bem, não tinha jeito mesmo, o negócio era esperar. Só que o atraso foi aumentando e irritando cada vez mais.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Metade do grupo iria pela Aires e a outra metade (eu estava nessa) iria pela Avianca. Nossa primeira experiência com a companhia tinha sido ótima. Cheguei até a elogiar muito pelo twitter. Mas nunca é bom valorizar muito, não é mesmo? O voo da Aires partiu primeiro e nós ficamos esperando a confirmação do nosso. Ao invés disso, a mulher anunciou em um espanhol bem enrolado que o voo tinha sido cancelado. Que maravilha! Por essa eu ainda não tinha passado. E aí, como faz? Vieram as desculpas esfarrapadas. E uma grande enrolação para nos encaixarem em outros voos. Teríamos de voltar até Bogotá, para depois pegar um outro voo até Cartagena. O que era para ser uma viagem de pouco mais de uma hora, seria agora de três ou quatro.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5581044803208384738" src="http://1.bp.blogspot.com/-KB61dvkDIV8/TXParcrGkOI/AAAAAAAABtg/f7vk2dmZxB4/s400/IMG_3185.png" style="cursor: hand; cursor: pointer; float: left; height: 400px; margin: 0 10px 10px 0; width: 247px;" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O pior é que eles foram atendendo os passageiros sem muito critério. Quem gritava mais alto, conseguia pegar os melhores horários para Bogotá. Eu, pela primeira vez na viagem, saí do sério. Segurei o braço da mulher da Avianca, afastei ela da multidão e engrossei em espanhol (rs): "Bonitona, me explica bem devagar o que está acontecendo, porque meu espanhol ainda não é fluente. Como você vai resolver nossa vida?". Nessa, a Vanessa também entrou na conversa e arrumamos confusão junto com os outros passageiros. A melhor parte é que enquanto resolvíamos o problema, um dos nossos amigos resolveu passar mal e procurar uma enfermaria. Quando finalmente conseguimos vaga no voo, não encontrávamos o bendito. E os funcionários da Avianca perturbando, pressionando. Resolvi ir atrás do cara, rodei o aeroporto inteiro e quando achei a enfermaria, a atendente disse que ele tinha saído de lá há poucos minutos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Corri de volta até a sala de embarque. Uma funcionária da empresa aérea me encontrou e disse para eu acelerar, que eles tinham conseguido encaixe em um outro voo. Meu nome chegou até a ser chamado pelo sistema de som do aeroporto. Ou seja, ainda ficou parecendo que eu era o culpado da história. E o melhor é que nosso "amigo" que tinha passado mal já estava embarcando sem me esperar. Resultado, chegamos em Cartagena umas 6 horas depois do previsto no roteiro.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A cidade é muito quente, o que foi uma mudança brusca, já que nas outras três cidades o clima era mais frio. Pegamos um táxi, com valor previamente combinado, e apreciamos a bela paisagem até o hostel, com praias e construções históricas. O taxista nos deixou em frente ao El Viajero e começamos a tirar nossas bagagens. Como a rua era muito estreita, uma fila de carros começou a se formar atrás da gente. Começaram as buzinas loucas e os xingamentos, e o malandro do taxista se aproveitou da situação. Dei uma nota maior do que o valor da corrida e ele me devolveu o troco com 2 pesos a menos. Reclamei com ele que estava errado e nem deu tempo para mais nada. O cara entrou correndo no táxi e acelerou, roubando essa parte do troco. Respirei fundo... Que ele seja cobrado depois, melhor não me estressar mais.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5581042842354060210" src="http://3.bp.blogspot.com/-FlMKWNzElzw/TXPY5T7AC7I/AAAAAAAABtY/r82FwnWVyfE/s400/SAM_6329.png" style="cursor: hand; cursor: pointer; float: right; height: 264px; margin: 0 0 10px 10px; width: 300px;" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;No hostel, nossos amigos já tinham chegado e prepararam nosso almoço, que estava sensacional. Passamos o fim da tarde descansando e aproveitando o hostel, que era muito maneiro. Grande, com vários quartos e um clima bem descontraído. Reservamos a noite para passear pela cidade, que fica muito bonita com a iluminação noturna. A parte histórica é cercada por uma muralha centenária e é lá onde ficam os maiores atrativos da cidade. Depois de andarmos muito, encontramos um bar/restaurante que fica em cima de uma das pontas da muralha. "Cafe del Mar", um dos lugares mais legais que a gente conheceu na viagem. Música ambiente muito tranquila, cadeiras e sofás confortáveis, brisa do mar deixando o ambiente ainda mais agradável e uma vista noturna incrível da cidade. Lugar de rico (rs). Por isso mesmo, os preços não eram nada simpáticos. Fiquei só em dois refrigerantes, para não abusar das economias, e curtindo o lugar. Muito bom, altamente recomendado. Lugar ideal para esquecer de todo o estresse da manhã. A foto que abre o post dá uma noção de como é a vista do Cafe del Mar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Depois dessa, nada melhor que um sono tranquilo, com ar-condicionado bem gelado...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5581038880869119346" src="http://4.bp.blogspot.com/-uBXkNJH-OGg/TXPVSuPY9XI/AAAAAAAABtQ/gRtBUnERy6k/s400/pranchetada.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; float: left; height: 44px; margin: 0 10px 10px 0; width: 400px;" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Em viagens pela América do Sul, é sempre bom tomar cuidado com os taxistas. Há ótimas pessoas com quem você conversar sobre tudo e que ainda te dá boas dicas sobre a cidade. Mas também existem os safados, que tentam enrolar, fazer um caminho mais longo até o seu destino e até mesmo roubar dinheiro, como aconteceu no meu caso em Cartagena. Procure sempre andar com dinheiro trocado, perguntar antes de embarcar quanto mais ou menos vai dar a corrida e separar o valor com antecedência. Esse tipo de malandro adora roubar turistas. Corridas do aeroporto até o interior da muralha costumam sair por 10.000 pesos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Não esqueça de levar protetor solar e roupas leves para Cartagena. Parece meio óbvio, por ser um destino próximo ao Caribe, mas o calor que faz na cidade é algo fora do normal, principalmente no verão. Só vi igual até hoje ao que faz aqui no Rio quando os termômetros passam do 40°.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Muitas agências de viagem vendem roteiros para a cidade passando a ideia de que aqui você terá acesso ao mar do Caribe de forma mais barata que em outros lugares. Acontece que apesar da cidade ser banhada pelo mar do Caribe mesmo, não é aquele mar de cartão-postal, com várias cores e areia branquinha. Aqui as praias são bem feinhas, poucas pessoas se banham nelas, nem os morados locais gostam. Praias paradisíacas mesmo você só encontra nas ilhas que ficam no mar do Caribe. Venha para a cidade para curtir todo o clima caribenho, a comida sensacional, a beleza das contruções históricas e os passeios que te levam para outras ilhas. Mas esqueça as praias daqui.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-8422592010548497429?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/8422592010548497429/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/02/manha-louca-noite-tranquila.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/8422592010548497429'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/8422592010548497429'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/02/manha-louca-noite-tranquila.html' title='Manhã louca, noite tranquila. Enfim, Cartagena...'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-zta6ipIDk1o/TXPCD6dRmQI/AAAAAAAABtI/qKpHdAU9kHo/s72-c/IMG_3300.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-438254210068216776</id><published>2011-02-08T00:52:00.001-02:00</published><updated>2012-02-22T20:52:29.396-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='colombia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='medellin'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><title type='text'>Precisando de ar puro em Medellín...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TVCwVpM3biI/AAAAAAAABmg/zU_CAPzbWhc/s1600/medellin%2B16-01.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TVCwVpM3biI/AAAAAAAABmg/zU_CAPzbWhc/s1600/medellin%2B16-01.JPG" style="cursor: hand; height: 315px; width: 616px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: 180%;"&gt;&lt;strong&gt;V&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;iajar é mais do que conhecer lugares, conversar com pessoas diferentes ou experimentar novas comidas. Também é uma boa oportunidade para refletir e analisar sobre os rumos que a sua vida está seguindo. Lá na época de faculdade, eu lembro de um tema na aula de antropologia que foi bem interessante e tinha a ver com essa ideia que eu quero passar. Falava do estranhamento de um indivíduo quando conhece uma nova cultura e como isso também faz com que ele passe a tomar consciência dos seus próprios hábitos. Na base da comparação, você descobre que é diferente e consegue perceber coisas que passam batidas no dia a dia, porque para as pessoas do seu convívio tudo aquilo já é normal. Porque todo esse papo teórico? Só para dizer que esse dia da viagem foi o que eu mais fiquei refletindo e, digamos, me conhecendo melhor. O clima tranquilo de Medellín ajudou a criar essa atmosfera.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5580642343238399554" src="http://3.bp.blogspot.com/-YJvEde_X6oQ/TXJspMc6dkI/AAAAAAAABtA/YIP05dh-a3Y/s400/SAM_6287.png" style="cursor: hand; cursor: pointer; float: right; height: 300px; margin: 0 0 10px 10px; width: 192px;" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Depois de um dia anterior intenso e uma noite cansativa, acordamos bem tarde e só fomos sair mesmo lá para as 14h. Fomos direto para o Jardim Botânico, para não dar de cara na porta de novo. A entrada é gratuita e o lugar é bem tranquilo e bonito. Bem cuidado, com uma variedade razoável de plantas, flores e árvores. Tem uma parte famosa onde ficam as orquídeas, que é embaixo dessa estrutura de madeira da foto que abre o post. Conseguimos ver vários pássaros e até esquilos, esses últimos nada comuns aqui no Brasil. Em uma sala dentro do Jardim, estava acontecendo uma apresentação de música clássica, acredito que com jovens da comunidade local.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Depois de andar muito por dentro do Jardim, resolvemos conhecer o pueblito paisa, que fica no alto do cerro Nutibara. Para subir lá, o melhor meio é o táxi. A corrida costuma ser bem barata. O motorista não sabia o que era pueblito paisa, então o melhor mesmo é se referir ao nome do cerro (morro em espanhol) , que todo mundo conhece. A propósito, "paisa" é o nome dado às pessoas que nascem em Medellín. Em cima deste morro, há uma pequena praça com artesanatos, uma igrejinha e barraquinhas com boas opções de lanche. A vista lá de cima também é muito bonita, principalmente durante a noite. Uma barraca de sucos foi o destaque da noite. Algumas frutas não conhecemos no Brasil, então aproveitamos para experimentar a maioria. Cada um pediu um sabor diferente e compartilhou com os demais. Os preços eram bons, média de 2.500 pesos. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Na foto abaixo, tem três que são totalmente desconhecidos da gente. Os outros do cardápio acima, é só questão de tradução mesmo. Então, vamos ao momento "aula de espanhol". Guayaba é Goiaba, Mango é Manga, Guanábana é Graviola, Maracuyá é Maracujá, Fresa é Morango, Mora é Amora, Milo é achocolatado estilo Nescau, Avena é Aveia, Banano é Banana, Papaya é Mamão, Piña é Abacaxi, Naranja é Laranja, Mandarina é Tangerina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5580641623540423682" src="http://4.bp.blogspot.com/-_WYdttn1XT8/TXJr_TXi3AI/AAAAAAAABs4/xAkqeH5v3D0/s400/frutas.png" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 126px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 400px;" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Dessa vez, nada de dormir tarde, porque nosso voo partiria bem cedo na manhã seguinte. E nós nem tínhamos noção da dor de cabeça que seria...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-QCAfLvM_AB8/TXJlKRWEHWI/AAAAAAAABso/0b0iNSvyAUQ/s1600/pranchetada.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5580634115394510178" src="http://2.bp.blogspot.com/-QCAfLvM_AB8/TXJlKRWEHWI/AAAAAAAABso/0b0iNSvyAUQ/s400/pranchetada.jpg" style="cursor: hand; float: left; height: 44px; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 400px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Como já disse aí em cima, opte pelo táxi para subir o cerro Nutibara. A dica é que você não precisa se preocupar em combinar com o taxista para te esperar lá em cima. Há táxis subindo e descendo toda hora, então sempre vai aparecer um para te levar de volta. Assim a economia é maior.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- O horário de maior movimento do cerro é depois das 18h. Além da bela vista noturna da cidade, há mais pessoas circulando, o comércio está mais ativo e o clima fica muito melhor. Aproveite e experimente a grande variedade de sucos  e sorvetes de sabores "estranhos".&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-WXXO-eurH80/TXJkx8-vx6I/AAAAAAAABsg/iOypBb_gMiw/s1600/pranchetada.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-438254210068216776?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/438254210068216776/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/02/precisando-de-ar-puro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/438254210068216776'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/438254210068216776'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/02/precisando-de-ar-puro.html' title='Precisando de ar puro em Medellín...'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TVCwVpM3biI/AAAAAAAABmg/zU_CAPzbWhc/s72-c/medellin%2B16-01.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-3210940236910971707</id><published>2011-02-08T00:39:00.001-02:00</published><updated>2012-02-22T20:53:00.885-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='colombia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='medellin'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><title type='text'>Medellín, o paraíso dos gordinhos...</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TVCvfv5fgnI/AAAAAAAABmY/ccdKJDIRisw/s1600/medellin%2B15-001.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TVCvfv5fgnI/AAAAAAAABmY/ccdKJDIRisw/s1600/medellin%2B15-001.JPG" style="cursor: hand; height: 277px; width: 616px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TVCvfv5fgnI/AAAAAAAABmY/ccdKJDIRisw/s1600/medellin%2B15-001.JPG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 180%;"&gt;T&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;odo mundo sabe que uma das grandes neuroses dos nossos tempos está relaciona à parte estética e à beleza física. Cirurgias plásticas, tratamentos de pele, proliferação de academias, dietas milagrosas e por aí vai. A onda é ser magrinho ou saradão, magrinha ou gostosona. Padrões de beleza são coisas que variam de acordo com a época e com o gosto de cada um. Na Colômbia, existe um artista que é muito famoso por retratar personagens gordinhos, tipo físico em baixa ultimamente. Sejam humanos, animais, objetos ou plantas, não importa. As esculturas e pinturas de Fernando Botero sempre valorizam as curvas e as formas mais cheinhas. Ele é natural de Medellín, e por lá é bem comum encontrar suas esculturas na rua e réplicas de seus quadros nos camelôs. Além disso, o principal museu dedicado ao trabalho do artista fica na cidade. Por aqui, ter uns quilinhos a mais não chega a ser algo tão condenável assim. Pode ser até poético ou charmoso... &lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nos posts de Cali, eu comentei sobre o fato de que a cidade tinha sido uma escolha ruim e acusei as meninas de culpadas. Mas aqui vem o troco delas. Também não queríamos incluir Medellín no nosso roteiro, mas uma vez na cidade, percebemos que dois dias foram até pouco para conhecer e aproveitar as atrações locais. Nessa, elas tinham razão. Ponto para o time feminino. Em um passado recente, falar de Medellín era mencionar o cartel de drogas, a pobreza, as inúmeras favelas e uma estrutura urbana deficitária. Hoje em dia, citá-la é valorizar sua luta contra o tráfico, a pacificação das comunidades carentes, um sistema de transporte eficiente e o orgulho de levar a fama do lugar que possui o povo mais simpático e bonito da Colômbia (este último ponto admitido por colombianos de outras cidades).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5575490028668147090" src="http://2.bp.blogspot.com/-MArtEpQyFYA/TWAepA9_VZI/AAAAAAAABsY/nkc0VuxUnxE/s400/SAM_6078.png" style="cursor: hand; cursor: pointer; float: right; height: 194px; margin: 0 0 10px 10px; width: 300px;" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Depois de passar a noite no ônibus, desembarquei na rodoviária com os amigos Ratto e Cíntia. Não me dou muito bem em percursos longos de ônibus, mas milagrosamente consegui dormir muito bem nessa viagem. A Cíntia, então nem se fale. Magrinha e compacta, conseguiu aproveitar como ninguém o espaço reduzido da poltrona e dormiu que foi uma beleza. Bom, invejas à parte (rs), chegamos às 7h da manhã e aproveitamos para tomar café por lá mesmo, acompanhado do pandebono, uma versão colombiana do nosso pão de queijo. De táxi até o hostel Casa del Sol foram uns 15 minutos e lembro que o preço ficou entre 15 e 20 mil pesos. A nossa ideia era guardar nossas coisas no hostel, dar uma volta pelas redondezas e depois sair com o restante do grupo, que chegaria depois. Mas eles tiveram tanta dor de cabeça com a empresa aérea Aires que acabaram chegando mais tarde que o esperado. Tivemos que curtir o primeiro dia na cidade sem os demais. Aliás, para quem está pensando em viajar de avião pela Colômbia, a Aires é a maior roubada. Os preços bem abaixo das concorrentes são compensados pelo péssimo serviço, atrasos e cancelamentos constantes de voos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A primeira recepção em Medellín justificou a fama da cidade de ter as mulheres mais bonitas do país. Diana, uma morena de uns 25 anos, era a atendente da parte da manhã e foi disparada a mais linda das colombianas que eu vi. A simpatia e o sorriso sensacional deram a ela o título de musa do mochilão 2011. Ela nos deu um mapa e todas as indicações detalhadas dos atrativos da cidade. Foi com ele que nos guiamos durante os dois dias. Primeiro destino foi a Plaza Botero, onde ficam as famosas esculturas das gordinhas. Para chegar lá partindo do hostel foi bem simples, pois o metrô da cidade é muito bom. Da estação Floresta, na linha laranja, fomos até a de San Antonio, onde é feita a transferência para a linha azul. Basta então seguir na direção Niquía e saltar na estação Parque Berrio. Os atrativos da área estão todos colados: o Palacio de la Cultura Rafael Uribe, a Plaza Botero e o Museo de Antioquia, onde fica uma exposição permanente de quadros e exposições de Botero. Ao contrário do Museo del Oro, em Bogotá, esse aqui vale muito a pena conhecer (&lt;b&gt;segue o mapa do metrô de Medellín na imagem abaixo&lt;/b&gt;).&lt;/div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-6rEFMcKuv3Y/TWAQQyJAkGI/AAAAAAAABr4/Vbgq8QSmKYs/s1600/Metro-de-Medellin.png"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-6rEFMcKuv3Y/TWAQQyJAkGI/AAAAAAAABr4/Vbgq8QSmKYs/s1600/Metro-de-Medellin.png" style="cursor: hand; height: 224px; width: 606px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5575488902467686610" src="http://4.bp.blogspot.com/-wRcOh4RNYac/TWAdndi4ENI/AAAAAAAABsQ/aJuETwA8dOc/s320/SAM_6180.png" style="cursor: hand; float: left; height: 282px; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 203px;" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-6rEFMcKuv3Y/TWAQQyJAkGI/AAAAAAAABr4/Vbgq8QSmKYs/s1600/Metro-de-Medellin.png"&gt;&lt;/a&gt;Passeamos por todo o centro da cidade, entramos em lojas de artesanatos, lojas de materiais esportivos (onde comprei minha camisa da seleção colombiana), lanchonetes e livrarias. Resolvemos então conhecer um dos teleféricos da cidade, que são chamados de Metrocables. Há um na parte oeste e outro na parte leste. Optamos pelo da parte leste, que sai da estação Acevedo. O passeio é muito interessante e permite ao viajante conhecer uma outra realidade de Medellín: as favelas. Antes dominadas pelo tráfico, hoje são controladas pelo governo e concentram alguns investimentos na parte de educação e de reurbanização. Claro, ainda estão longe de serem lugares ideais para moradia, mas já se vê uma evolução muito grande. O ponto final do Metrocable é próximo à Biblioteca España, que concentra diferentes atividades educacionais e lúdicas. Fizemos um tour gratuito pelo seu interior e foi muito legal conhecer o trabalho feito ali dentro. Mas antes teve a história do sorvete. &lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Estávamos caminhando pela favela, observando o movimento, as casas, as pessoas, e nos recuperando ainda da tensão do passeio. Sim, apesar de já ter enfrentado vários lugares com altura e adrenalina, nunca fico tão a vontade a metros de distância do chão. E o Metrocable passa muito em cima antes de "aterrisar" na favela. Temos no grupo um viciado em doces e sorvetes, que é o Ratto. Os olhos dele brilharam quando viram um casal saindo de uma sorveteria com um pote gigante de 1 litro, numa mistura de vários sabores e fatias grandes de frutas. Foi aí que eu regredi uns 15 anos de mentalidade e resolvi fazer uma aposta: cada um comprar um daqueles e ver quem acabava primeiro. Mas não era um sorvete para ser tomado por apenas uma pessoa. O pior é que ele concordou e cada um comprou o seu, que custava uns 8 mil pesos. A Cíntia ficou com um mais modesto e normal. Não deixou de ser engraçado e idiota os dois quase vomitando para não dar o braço a torcer e terminar o sorvete inteiro. No fim das contas, ele desistiu primeiro...rs.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5575488116959013346" src="http://1.bp.blogspot.com/-9AoqyL97Ktk/TWAc5vTA6eI/AAAAAAAABsI/NbSBC8WyHGk/s400/SAM_6179.png" style="cursor: hand; float: right; height: 225px; margin: 0px 0px 10px 10px; width: 300px;" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;div&gt;Depois do passeio tentamos ir ao Jardim Botânico ou ao Aquário, mas ambos fechavam às 17h e não conseguimos. Curtimos então o fim de tarde no Parque de los Deseos, deitados em um dos banquinhos de lá. O lugar fica cheio de jovens e famílias. Mais tarde, nos encontramos com o restante do grupo e fomos conhecer os atrativos noturnos da cidade. O lugar onde os jovens iniciam a noite é o bairro Rosa, nas imediações do Parque Lleras. Lá há uma variedade enorme de restaurantes, lanchonetes e bares, além de algumas discotecas. A região fica lotada nas sextas e sábados. O movimento impressionou a todos. Depois de lá, muitos costumam ir para o Barrio Colombia, onde ficam as principais discotecas da cidade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nesse dia agitado e muito corrido pela cidade, fizemos uma maratona para conhecer todos os atrativos. Mas foi um dos dias mais proveitosos de toda a viagem, muito disso possibilitado pelas indicações precisas da Diana no hostel e pelo bom sistema de transportes de Medellín. Voltamos para o hostel já de madrugada, mortos depois de um dia longo e muito intenso...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5575451830641834786" src="http://1.bp.blogspot.com/-u-m-n86r79w/TV_75mO1OyI/AAAAAAAABro/DuX2DQmyoWA/s400/pranchetada.jpg" style="cursor: hand; float: left; height: 44px; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 400px;" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Reforçando que para se locomover na cidade, o metro é o meio mais simples, econômico e eficiente. Ele abrange os principais atrativos turísticos e pesa pouco no bolso. Deixe o táxi apenas para se locomover da rodoviária até o seu local de hospedagem ou para conhecer o Cerro Nutibara, onde fica o simpático Pueblito Paisa. Para chegar no aeroporto, que é bem distante do centro da cidade, tente fechar um esquema com algum motorista de van. Os preços costumam compensar muito mais.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- A maioria dos atrativos da cidade fecham às 17h, então é bom montar a programação do dia respeitando esses horários. No caso do Jardim Botânico, quem estiver lá depois de fechados os portões ainda consegue aproveitar o lugar por mais tempo. Pelo que percebemos, há uma tolerância maior com quem ainda está lá depois do fechamento.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-3210940236910971707?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/3210940236910971707/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/02/paraiso-dos-gordinhos.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/3210940236910971707'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/3210940236910971707'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/02/paraiso-dos-gordinhos.html' title='Medellín, o paraíso dos gordinhos...'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TVCvfv5fgnI/AAAAAAAABmY/ccdKJDIRisw/s72-c/medellin%2B15-001.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-1176850512345169152</id><published>2011-02-05T05:03:00.002-02:00</published><updated>2012-02-22T20:53:57.025-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='colombia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cali'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><title type='text'>Uma vez em Cali, o jeito é bailar...</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TUz2iv8jhaI/AAAAAAAABko/TuGItvmfaN4/s1600/cali%2B14-01.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TUz2iv8jhaI/AAAAAAAABko/TuGItvmfaN4/s1600/cali%2B14-01.JPG" style="cursor: hand; height: 271px; width: 616px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TUz2iv8jhaI/AAAAAAAABko/TuGItvmfaN4/s1600/cali%2B14-01.JPG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TUz2iv8jhaI/AAAAAAAABko/TuGItvmfaN4/s1600/cali%2B14-01.JPG"&gt;&lt;/a&gt;A minha previsão para o segundo dia em Cali era de que seria bem mais desanimador que o primeiro. Quando chegamos na cidade, a esperança era encontrar atrativos interessantes que tivessem escapado na pesquisa pela internet. Mas constatamos que as opções eram raras. Para que esquentar a cabeça, então? "Fazer nada" também costuma ser uma ótima opção durante as férias. Dentro dessa lógica, nem me preocupei muito. Acordei tarde mesmo, descansei do dia corrido anterior e tomei o café com tranquilidade sem muitas expectativas.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A programação do dia para as meninas incluía participar de uma aula de salsa gratuita no hostel Jovita's. Apesar de não termos ficado exatamente hospedados lá, tínhamos o direito de frequentar a aula por estarmos na pousada que também pertencia à dona do albergue. O começo da atividade estava previsto para o meio-dia. Dei aquela enrolada básica no café. A ideia era deixar todos os outros amigos irem e escapar desse mico. Afinal, para quem já leu aqui sobre a minha primeira experiência com a salsa no Uruguai, sabe que eu tinha motivos para temer essa nova investida. Ao mesmo tempo, seria a oportunidade de me redimir. Fiquei eu lá pensando sobre a questão e acabei resolvendo me dar uma segunda chance. Já tinha contastado que a cidade era um saco e não teria muito para fazer naquele dia. Como sempre gosto de valorizar a cultura local e conhecer de perto suas manifestações, teria de me envolver de alguma forma nessa que é a principal delas na cidade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5575183886564996674" src="http://2.bp.blogspot.com/-f0aXD1hQLws/TV8INMwwNkI/AAAAAAAABrg/VoVacypJ1Vc/s400/IMG_2227.JPG" style="cursor: hand; cursor: pointer; float: right; height: 208px; margin: 0 0 10px 10px; width: 300px;" /&gt;A sala estava cheia de gringos, homens e mulheres. Meu consolo era estar misturado ali no grupo e poder passar despercebido. Fora que eu estava ao lado do Edu, amigo fã de heavy-metal, que por si só já chamava muito mais a atenção do que eu (rs). A aula durou uma hora e surpreendeu pelo ritmo muito puxado. Haja folêgo para ficar pulando de um lado para o outro. Como eu vi que tinha gente bem pior do que eu lá, acabei relaxando e levando na boa a atividade. E olha que até me saí bem para quem não sabe nada, conseguindo acompanhar a maioria dos passes. A professora, bem charmosa e simpática, acabou sendo também um bom incentivo. E no fim das contas, não é que foi uma experiência legal? O trauma uruguaio tinha sido vencido!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Não lembram do mico que eu paguei no Uruguai dançando salsa? &lt;a href="http://cariocaemfuga.blogspot.com/2010/09/2008-colonia-del-sacramento.html"&gt;Então cliquem aqui e leiam a história&lt;/a&gt;!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Todos estavam mortos depois da aula. Resolvemos apenas tomar banho, comer e aproveitar a tarde para descansar. Fizemos nossas compras no mercado, demos uma volta rápida pelo centro da cidade e preparamos um cachorro-quente durante a noite para variar um pouco o cardápio. Aí, o grupo se dividiu em dois na questão do transporte para Medellín: eu, Ratto e Cíntia optamos pelo ônibus (como dito anteriormente) e os outros cinco foram pela companhia áerea Aires na manhã do dia seguinte. Saímos às 23h, depois de encher a barriga de cachorro-quente e chegamos no nosso destino um pouco antes das 7h da manhã: aproximadamente 8h de viagem. O ônibus fez apenas duas paradas durante a noite. Uma para o pessoal lanchar e usar o banheiro. A outra foi em algum ponto estratégico na estrada, onde um policial entrou e ficou revistando quem considerou suspeito. Mais uma prova de que na Colômbia a questão da segurança está sendo levada muito a sério.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Obs: alguém conseguiu me identificar na foto da aula de salsa? Espero que não...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5575170440847197426" src="http://3.bp.blogspot.com/-SCTCHkJMMrc/TV77-jj0hPI/AAAAAAAABrQ/meOawESfHm0/s400/pranchetada.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; float: left; height: 44px; margin: 0 10px 10px 0; width: 400px;" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Lembre-se de levar um casaco para a viagem de ônibus entre Cali e Medellín. O ar-condicionado é bem forte e você pode congelar lá dentro se esquecer. Como a intenção é ter uma boa-noite de sono, esse detalhe é bem importante.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Para ligar para o Brasil, procure as cabines que ficam localizadas nas principais ruas do centro. Elas geralmente seguem aquele padrão de outros países sul-americanos como Chile e Peru, e são encontradas em papelarias, lan houses, locadoras, etc. Basta ver escrito na frente de um desses lugares a palavra "llamadas internacionais". E não se esqueça de perguntar previamente o preço da chamada para o Brasil, porque alguns costumam ser espertinhos e tirar vantagem depois.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-1176850512345169152?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/1176850512345169152/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/02/o-jeito-e-bailar.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/1176850512345169152'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/1176850512345169152'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/02/o-jeito-e-bailar.html' title='Uma vez em Cali, o jeito é bailar...'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TUz2iv8jhaI/AAAAAAAABko/TuGItvmfaN4/s72-c/cali%2B14-01.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-7289225525695249220</id><published>2011-02-05T04:55:00.001-02:00</published><updated>2012-02-22T20:54:39.176-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='colombia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cali'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><title type='text'>Cali: muita Salsa, mas falta tempero...</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TUz0pxYnAoI/AAAAAAAABkY/_c016H93PPc/s1600/cali%2B13-01.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TUz0pxYnAoI/AAAAAAAABkY/_c016H93PPc/s1600/cali%2B13-01.JPG" style="cursor: hand; height: 274px; width: 616px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TUz0pxYnAoI/AAAAAAAABkY/_c016H93PPc/s1600/cali%2B13-01.JPG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: 180%;"&gt;&lt;strong&gt;Q&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;uando elaboramos o nosso roteiro para o Mochilão 2011, Cali foi o principal ponto de discussão. Pesquisando pela internet, eu e o Ratto não encontramos nada que realmente fizesse o lugar valer a pena. Nenhum grande atrativo turístico, nenhuma paisagem natural que empolgasse. Tanto é que chegamos na cidade sem ter quase nenhuma noção do que faríamos por lá. Mas aí vem aquela parte de fazer concessões quando viajamos em grupo. Vanessa fez questão de incluí-la no roteiro por ser considerada a capital mundial da salsa, famosa dança latina. Cíntia queria conhecer por lá os supostos inúmeros museus. Pois bem, nessa "disputa" de opiniões, antes a avaliação masculina tivesse sido vencedora. Cali realmente não oferece muita coisa de interessante para o turista.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O maior atrativo da cidade é a cultura da salsa e as várias opções de casas noturnas para quem deseja "bailar". Há também cursos que ensinam as técnicas da dança até para os mais robóticos. E para por aí. Claro que cada um tem o seu gosto e não pretendo aqui fazer como muitos "gurus de viagens" que tentam influenciar outras pessoas, mas Cali não ganhou ponto no meu conceito, nem no da maioria das pessoas do grupo. As ruas são bem feias e sujas. Não se vê muita opção de comércio, de feiras interessantes de artesanato, nem de lazer. O trânsito costuma ser um pouco complicado também. Mas isso não significa que foram dois dias perdidos e infelizes. Afinal, brasileiro de verdade consegue sempre dar um jeito de se divertir, até nos lugares mais toscos possíveis.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-SG_FWNOgGdk/TV72keA2pSI/AAAAAAAABq4/TKI1rXxuBZU/s1600/cristo.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5575164495123621154" src="http://4.bp.blogspot.com/-SG_FWNOgGdk/TV72keA2pSI/AAAAAAAABq4/TKI1rXxuBZU/s400/cristo.JPG" style="cursor: hand; float: right; height: 333px; margin: 0px 0px 10px 10px; width: 250px;" /&gt;&lt;/a&gt;Nosso primeiro dia começou da seguinte forma: acordamos ainda em Bogotá às 6h e pegamos o voo para Cali às 9h20. Era a primeira vez que viajávamos de Avianca e a impressão foi das melhores. Ótimo serviço de bordo, bom atendimento e avião confortável, destaque para a telinha em cada assento com jogos, músicas e filmes. Enquanto eu me distraía com um razoável jogo de perguntas ("Quem quer ser um milionário?", aquele no estilo Show do Milhão), o Ratto paquerava uma colombiana sentada na fileira paralela a nossa. Seria a primeira das investidas do "El Pegador" na viagem. Todas rendendo histórias engraçadas, que contarei nos próximos posts. Mas essa acabou não caindo na lábia dele. Ela tinha namorado e estava viajando para encontrar com o dito cujo em Cali.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Fomos de van até o hostel Jovita's, que pela internet parecia ser um dos melhores da viagem. Mas a decepção foi total. O espaço interno se resumia a um corredor. Os quartos eram assustadores. Completamente minúsculos e sem ventilação. Cheguei a lembrar daqueles alojamentos onde ficavam os judeus durante a Segunda Guerra Mundial, antes de passarem pelas câmaras de gás nos campos de concentração. Descobrimos que a dona do hostel também possuía uma pousada na rua de cima e acabamos negociando a estadia por lá, que era outro nível. Muito mais acolhedora e confortável.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Depois do revigorante almoço em um restaurante próximo à pousada, decidimos conhecer um dos mirantes da cidade. O que era até meio incoerente, já que eu tinha achado a cidade horrível. Quando a gente vai a um mirante, a ideia é &lt;b&gt;mirar&lt;/b&gt; algo bonito, não é? Em Cali, existem três pontos mais indicados para ver a cidade de cima: o mirante do Cristo, o das Três Cruzes e o da Virgem. Fechamos dois táxis, cada um por 28.000 pesos, para subir até o morro onde fica a réplica deles do Cristo (nem chega aos pés do nosso carioca). A graça ficou por conta dos papos sobre futebol colombiano com o taxista, que era o maior tagarela. A vista lá de cima era até legalzinha, talvez porque a feiura lá embaixo ficasse menor.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5575168075517800626" src="http://2.bp.blogspot.com/-SlBChoNU12U/TV7504BWMLI/AAAAAAAABrI/zk4TEMrGMbA/s320/SAM_6036.JPG" style="cursor: hand; cursor: pointer; float: left; height: 240px; margin: 0 10px 10px 0; width: 320px;" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Entre o fim da tarde e o início da noite, ficamos largados nas redes da pousada, recarregando as energias. A noite foi separada para conhecermos o Tin Tin Deo, uma das mais famosas casas de salsa de Cali. Fomos lá mais pela insistência das meninas e ficamos observando o movimento local, enquanto elas tentavam aprender algum passo com os tiozões colombianos. Aliás, o local também não era lá grandes coisas. Muitos gringos, velhotes e casais. A entrada custou 10 mil pesos. E na cidade, o movimento noturno termina sempre 1h da madrugada. Pelo que nos falaram, trata-se de um lei municipal. Por isso, todos costumam iniciar a noite mais cedo que no Brasil, por volta das 22h. Mas aí existe uma jogada dos fanfarrões locais. Quando acaba a noite em Cali, a maioria segue para fora dos limites da cidade, o que na verdade é muito perto indo de táxi (algo como 15 minutos). Lá o esquema é igual ao brasileiro, com a noite terminando altas horas da madruga.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;No primeiro teste, Cali deixou a desejar. No dia seguinte, a cidade teria uma segunda chance para tentar mudar essa opinião...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href=""&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5575135887485169970" src="http://3.bp.blogspot.com/-gwjh3PX0-Ys/TV7cjSQV8TI/AAAAAAAABqY/Nm8yInB5fWE/s400/pranchetada.jpg" style="cursor: hand; height: 44px; width: 400px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Informação que pode parecer básica, mas que geralmente causa uma certa confusão para os desavisados. Bogotá tem dois aeroportos, o El Dorado e o "ponte-aérea". O primeiro faz voos internacionais, o segundo cobre os nacionais. Um fica em frente ao outro. Olhe bem na sua passagem para saber qual dos dois será o local de embarque. Fomos para o El Dorado, fizemos o check in lá e depois um ônibus da companhia aérea nos levou até o outro aeroporto. Caso esteja atrasado, este pequeno detalhe pode custar muito caro.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- O aeroporto ao qual se destinam os voos para Cali fica localizado, na verdade, fora da cidade. O município vizinho que recebe esses voos chama-se Palmira, segunda maior cidade do Valle del Cauca. As duas opções mais tranquilas para chegar no centro de Cali são táxi e van. Optamos pela segunda forma, por considerar a mais barata. Barganhando, fechamos uma para o grupo de oito pessoas por 70.000 pesos, o que deu aproximadamente 9.000 para cada um. Outra grande vantagem foi o fato dela ter nos deixado em frente ao hostel. O percurso teve duração de 30 minutos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Em Cali, há ótimas opções de restaurantes pequenos que oferecem comida caseira. Apesar de simples, são limpos e a comida é de ótima qualidade. Numa pesquisa rápida pelos arredores do hostel, encontramos pratos entre 5 e 6.000 pesos, com direito a um copo pequeno de suco. Indicado para economizar e ainda comer bem.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Pode ter sido apenas a época do ano, mas a procura por passagens de ônibus para Medellín estava muito grande. Compramos com um dia de antecedência e demos sorte de encontrar exatamente três poltronas disponíveis. Logo, evite deixar para comprar as passagens em cima da hora. O valor da passagem foi de 46.000 cada um, pela empresa Bolivariano. Ônibus ofereciam um bom padrão de conforto.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-7289225525695249220?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/7289225525695249220/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/02/muita-salsa-mas-falta-tempero.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/7289225525695249220'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/7289225525695249220'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/02/muita-salsa-mas-falta-tempero.html' title='Cali: muita Salsa, mas falta tempero...'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TUz0pxYnAoI/AAAAAAAABkY/_c016H93PPc/s72-c/cali%2B13-01.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-529590576234956634</id><published>2011-02-05T04:49:00.001-02:00</published><updated>2012-02-22T20:55:45.703-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='colombia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bogota'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><title type='text'>Zipaquirá: religião esculpida em sal...</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TUz2GiXOAjI/AAAAAAAABkg/pIdrLrRbumw/s1600/SAM_5987.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TUz2GiXOAjI/AAAAAAAABkg/pIdrLrRbumw/s1600/SAM_5987.JPG" style="cursor: hand; height: 294px; width: 616px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: 180%;"&gt;&lt;strong&gt;U&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;ma das características mais nítidas de praticamente todos os países sul-americanos é a intensa valorização da religiosidade. E na Colômbia também não é diferente. Desde que cheguei em Bogotá percebi que uma parcela considerável da população é muito apegada ao catolicismo e as suas práticas. Isso fica ainda mais evidente nas regiões pobres da cidade. Assim como já tinha visto na Bolívia e no Peru, há um número considerável de igrejas históricas misturadas à paisagem urbana. Mesmo para quem não é católico, como eu, visitá-las é sempre uma experiência interessante pela beleza da arquitetura. E se existe uma dessas construções religiosas que merece ser conhecida, principalmente por ser bem exótica, é a Catedral de Sal, em Zipaquirá. Trata-se de uma igreja subterrânea nos arredores de Bogotá, que antes de ser construída era um antigo santuário dos mineiros colombianos da cidade de Zipaquirá.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Como este passeio foi realizado no período da tarde, vale contar antes o que fizemos durante a nossa manhã em Bogotá. Começamos por um roteiro cultural/histórico no Museo del Oro. Ele possui o maior acervo de relíquias em ouro do mundo e faz parte da listinha de lugares obrigatórios para conhecer na cidade. Pois bem, para mim foi uma decepção. Claro, ficam aqui as opiniões pessoais. Gosto é gosto, e isso nem se discute. Mas na minha avaliação, foi um dos museus mais chatos que eu conheci. A organização é muito boa, a estrutura do prédio moderna, serviço de guias bem feito e a entrada nem é cara (3.000 pesos, ou aproximadamente R$ 2). O que eu não curti foi a demora da visita guiada e o fato de o tema ser muito cansativo. Nada mais é do que ficar olhando infinitas pecinhas de ouro atrás da vitrine. Tem o seu valor histórico/arqueológico, mas só costumo valorizar museus com assuntos exóticos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5573594879289280466" src="http://4.bp.blogspot.com/-GYlmZan0mi8/TVljAzX5R9I/AAAAAAAABpQ/HaNN3CaAlSU/s400/IMG_1916.JPG" style="cursor: hand; cursor: pointer; float: right; height: 350px; margin: 0 0 10px 10px; width: 243px;" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Depois do museu, passeio por uma feirinha de artesanatos e almoço, um delicioso risoto de frango por 7.500 pesos no centro da cidade. Aí, veio a principal aventura do dia. Caçamos dois táxis para chegar em Zipaquirá (detalhes de preços na seção "Anota aí...") e aceleramos, porque estávamos em cima da hora. Chegamos às 16h na Catedral de Sal e pagamos 20 mil pesos para entrar, precinho bem salgado (trocadilho infame, mas verdadeiro). Com a história recente dos mineiros soterrados no Chile, não deixa de ser uma experiência tensa. Não que o lugar seja apertado e perigoso, mas a iluminação é fraca e a descida relativamente grande. Há várias cruzes esculpidas em sal pelo caminho, assim como citações que relembram os últimos passos de Jesus antes da crucificação. No ponto mais profundo, existe um altar, uma cruz gigante e cadeiras onde acredito serem realizadas missas, principalmente com a participação dos mineiros.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não acredito ter sido coincidência, mas todos saíram de dentro da catedral com uma sede absurda. A dica é levar uma garrafa de água, porque o ambiente deve ter alguma influência nesse aspecto. Cansados do passeio, aproveitamos a última noite em Bogotá com um rodízio de pizza caseiro. Compramos 3 pizzas gigantes por 50 mil pesos e umas bebidas colombianas estranhas, uma com gosto de maçã, outra lembrando tutti-frutti.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Todos, então, dormiram cedo e bem alimentados, para conseguir no dia seguinte chegar a tempo no aeroporto e embarcar para Cali...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5573578966885461346" src="http://1.bp.blogspot.com/-zZ-sXpcXKYg/TVlUilDL7WI/AAAAAAAABpI/QIPkA1jQpXk/s400/pranchetada.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; float: left; height: 44px; margin: 0 10px 10px 0; width: 400px;" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Para quem curte museus neste estilo como o do Ouro, quem sou eu para criticar. Vá em frente e se divirta. Mas sabe o que pode ser bem mais divertido? Uma feirinha despretenciosa que fica logo ao lado do museu. Lá você encontra ótimas opções de artesanato, roupas, chaveiros, canecas e uma lojinha só com produtos feitos com café. Um pote de doce de leite com café custou, por exemplo, 5.000 pesos colombianos (aproximadamente R$ 4). Ótimo lugar para levar alguns presentinhos no retorno ao Brasil.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- De Bogotá para Zipaquirá fechamos dois táxis, cada um cobrando 150.000 pesos por carro. Cada carro tinha 4 pessoas, logo saiu 37.500 para cada um. Ida e volta, com espera de 1h na catedral. Está longe de ser a opção mais econômica, mas foi a mais confortável que conseguimos para um dia corrido. Para gastar menos, segue dica do blog Diário de Mochileiro, do Júnior: "&lt;i&gt;entrar em um bus a partir do Portal del Norte (estação Transmilênio na Rua 170), duração de 45 minutos o percurso desde o centro. A partir daqui, ônibus para Zipaquirá que custa COP$ 2.600 e saem a cada 15 minutos. De trem, Estação de Sabana de Bogotá às 8:30, para na estação de Usaquén às 9:20 am e chega em Zipaquirá às 11:30. Custa 30 mil pesos.&lt;/i&gt;"&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Para detalhes bem mais neuróticos de Bogotá e arredores:&lt;a href="http://diariodemochileirojr.blogspot.com/"&gt;http://diariodemochileirojr.blogspot.com&lt;/a&gt;. Tenha uma segunda visão sobre a região, sob a ótica de um cearense fanfarrão e boêmio...rs&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-529590576234956634?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/529590576234956634/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/02/religiao-esculpida-em-sal.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/529590576234956634'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/529590576234956634'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/02/religiao-esculpida-em-sal.html' title='Zipaquirá: religião esculpida em sal...'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TUz2GiXOAjI/AAAAAAAABkg/pIdrLrRbumw/s72-c/SAM_5987.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-6028169002800945518</id><published>2011-02-05T04:44:00.002-02:00</published><updated>2012-02-22T20:57:38.827-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='colombia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bogota'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><title type='text'>Bogotá: derrota de Pablo Escobar, vitória colombiana...</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TU2JJYKqj8I/AAAAAAAABkw/peJ_Op7L5Jg/s1600/SAM_5868.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TU2JJYKqj8I/AAAAAAAABkw/peJ_Op7L5Jg/s1600/SAM_5868.JPG" style="height: 261px; width: 616px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quando eu avisei aos amigos e familiares que iria para a Colômbia, os comentários foram os mais previsíveis possíveis: "Vai fazer o que lá?", "É muito perigoso", "Pronto, agora ficou doidão mesmo". Infelizmente, essa imagem de violência relacionada ao país ainda hoje permanece na mente das pessoas. Tudo isso é fruto do período em que as cidades colombianas eram dominadas pelos cartéis de drogas e por influentes traficantes. Você com certeza já ouviu falar do principal deles, Pablo Escobar. Nas décadas de 70 e 80, ele se tornou um dos homens mais ricos do mundo graças ao tráfico de cocaína. Foi responsável pela tortura e morte de muitas pessoas, até que foi finalmente capturado e morto em Medellín, em dezembro de 1993, por uma ação conjunta de policiais da Colômbia e EUA.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Assim como os demais países sul-americanos, por aqui ainda há registros de violência urbana e problemas com drogas. Mas a única coisa que o viajante vai encontrar sobre Pablo Escobar e sua antiga rede de tráfico se resume à imagem acima: um boneco de cera encarcerado. Da década de 90 para cá, o investimento em segurança foi muito grande. Passeando pelas ruas de Bogotá, por exemplo, é possível ver pelo menos uns dois policiais por esquina. Algo bem impressionante, principalmente para quem vem do Brasil. Tudo isso permite um passeio sem estresse pelas ruas, sendo possível tirar fotos e apreciar a paisagem local sem nenhuma neurose. Claro, também não quer dizer que você vai ficar por aí desfilando coisas de valor e dando mole para trombadinhas.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TVDMPb0Hc2I/AAAAAAAABow/31SVNXR_sfs/s1600/SAM_5854.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5571177304593757026" src="http://3.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TVDMPb0Hc2I/AAAAAAAABow/31SVNXR_sfs/s400/SAM_5854.JPG" style="float: left; height: 188px; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 250px;" /&gt;&lt;/a&gt;Começamos a ter essa percepção da relativa tranquilidade de Bogotá durante a caminhada pela Plaza Bolívar, a principal da cidade, que ainda exibia sobras da decoração natalina. No centro de informações turísticas, descobrimos que a maioria dos museus e atrativos estava fechada, pois era feriado nacional naquele dia. A alternativa foi visitar o Museu da Polícia, o único aberto, e que ainda tinha a vantagem de ser gratuito. Cinco andares de diferentes temas ligados à questão da segurança. Nosso guia foi um garoto de 18 anos, que já havia servido em território brasileiro na Amazônia e falava bem o português. Um dos setores do museu que mais chamou a atenção foi o dedicado a Pablo Escobar, contando a história do traficante e dando detalhes da operação que resultou na sua captura.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O interessante é que durante o passeio o guia foi simpatizando muito com o nosso grupo, mesmo com as perguntas incessantes de um amigo nosso inconveniente. E acabou por nos convidar para conhecer o chefe da polícia nacional, que estava no prédio. Fomos recebidos na sala do velhinho com tradicionais cafés colombianos e uma simpatia muito grande. Nos contou várias histórias que fizeram a manhã terminar rapidamente. Segundo o próprio guia, um privilégio para poucos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5571178388974825410" src="http://2.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TVDNOjctb8I/AAAAAAAABo4/wi9HFXzFpt4/s400/SAM_5875.JPG" style="float: right; height: 223px; margin: 0px 0px 10px 10px; width: 350px;" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Depois de uma volta pelo Palácio Nariño (onde fica o presidente) e do almoço, nosso grupo se dividiu. Alguns foram para um "tour cervejeiro", enquanto outros ficaram passeando pelo centro da cidade. O grupo dos sóbrios resolveu conhecer o movimento noturno na praça Choro de Quevedo, que fica no bairro da Candelária. Mas por ser uma terça-feira, o lugar só tinha mendigos, hippies e maconheiros, embora essas três categorias não tenham tanta diferença entre si. Desanimados com aquela imagem, estávamos voltando para nosso hostel, quando encontramos um casal colombiano jovem, que aparentava ter boas condições financeiras, e aproveitamos para pedir algumas informações sobre melhores opções de passeios perto dali. Acabamos por aceitar um convite feito pelo rapaz, que deixou a namorada no apartamento dela e nos levou em um restaurante perto do cerro Monserrate.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vale a observação de que foi totalmente irresponsável da nossa parte aceitar carona de um estranho, coisa que os "papais" ensinam desde cedo a não fazer. Mas foi algo meio louco, que só paramos para pensar depois. A ficha começou a cair um pouco antes de chegarmos no restaurante e nos demos conta da falta de bom senso. O mais ridículo na história era que sempre que o colombiano precisava deixar a mesa para atender o telefone, especulávamos se ele não estaria combinando algo com o restante da quadrilha, tipo o lugar onde iria nos prender, torturar e roubar nossos rins. Mas no fim das contas, ocorreu tudo bem e acabamos fazendo amizade com o Omar, apelidado "carinhosamente" de sequestrador. Menos mal que tenha virado apenas mais uma história engraçada desse mochilão...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5571171701067717138" src="http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TVDHJRDZmhI/AAAAAAAABoo/qkpnr7ZXH9s/s400/pranchetada.jpg" style="height: 44px; width: 400px;" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Almoçamos no restaurante El Toro Manso, que fica próximo ao Palacio Nariño. Os preços não são baratos, principalmente para o perfil mais mochileiro, mas a comida vale muito a pena. Acabou saindo 30.000 pesos colombianos para cada um. Se este for o seu dia de fazer uma extravagância na viagem, é uma boa sugestão.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- A carrera 7 é uma das principais vias da cidade. Se você procura por livrarias, lojas de música colombiana e roupas, basta percorrer essa rua de uma ponta a outra. Opções mais econômicas de alimentação também estão por aqui.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Quem é baladeiro e curte uma mistura de bar / restaurante / discoteca, o lugar mais famoso de Bogotá é o Andres Carne de Res. Fica na Zona Rosa, bairro mais moderno e boêmio da cidade. Calle 82, Número 12-21. É uma espécie de patrimônio da cidade. Só ouvi elogios dos que foram.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-6028169002800945518?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/6028169002800945518/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/02/derrota-de-pablo-escobar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/6028169002800945518'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/6028169002800945518'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/02/derrota-de-pablo-escobar.html' title='Bogotá: derrota de Pablo Escobar, vitória colombiana...'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TU2JJYKqj8I/AAAAAAAABkw/peJ_Op7L5Jg/s72-c/SAM_5868.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-1222019216153910022</id><published>2011-02-05T02:34:00.001-02:00</published><updated>2012-02-22T20:58:55.790-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='colombia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bogota'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><title type='text'>Bogotá: chegando com atraso, para variar...</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TUzTkbpxS8I/AAAAAAAABjw/i2qYlYeujdI/s1600/bogota%2B10-01.png"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TUzTkbpxS8I/AAAAAAAABjw/i2qYlYeujdI/s1600/bogota%2B10-01.png" style="cursor: hand; height: 301px; width: 616px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo era para ter começado um dia antes. Na minha cabeça estava tudo perfeito. Mala arrumada com uma semana de antecedência, hospedagem reservada e praticamente todas as passagens já compradas. Um recorde para quem sempre deixa tudo para a última hora. Muito estranho, não? Eis que eu acordo com aquela tranquilidade no domingo, pego minhas coisas e vou para o aeroporto. Em cima da hora. Lá, a confusão normal dos aeroportos brasileiros e o péssimo atendimento dos funcionários se junta ao meu atraso e... voo perdido. Agora sim, tudo tinha voltado ao normal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto meus amigos aterrisavam em &lt;span style="color: #3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Bogotá&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;, eu passava o domingão frustrado no sofá, assistindo ao Faustão. Era para cortar os pulsos. Com um telefonema, consegui ajustar a passagem para o dia seguinte, graças a um amigo. Mas tudo tinha suas consequências. O voo do Rio para São Paulo era mais cedo dessa vez. Check in às 3:30, voo às 05:00 e cinco horas de espera em Guarulhos para entrar no próximo avião, com direito a 40 minutos de atraso. O café e o almoço foram improvisados no Mc'Donalds. Palavras cruzadas, música e joguinho no celular foram as armas contra o tédio. Depois de cinco horas de voo, enfim conseguia chegar em solo colombiano.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5570085176977686098" src="http://3.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TUzq9PZsflI/AAAAAAAABkA/yy8Mw1eHCII/s400/IMG_1400.JPG" style="cursor: hand; float: left; height: 161px; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 236px;" /&gt;No caminho do aeroporto até o hostel Chocolate, no &lt;strong&gt;&lt;span style="color: #3333ff;"&gt;bairro da Candelária&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, tive as primeiras impressões da cidade. Terceira maior da América do Sul em termos populacionais (atrás de São Paulo e Lima), mistura prédios modernos com outras construções mais toscas, riqueza e pobreza juntos em um mesmo cenário. Nada diferente de outras importantes cidades do continente. Conversei com o taxista sobre a cidade, peguei dicas de segurança e de passeios. Taxistas são sempre indicados para treinar o espanhol e conseguir esses tipos de informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fora um passeio rápido pelo bairro, a única atividade da segunda-feira em Bogotá foi um churrasco noturno na casa do colombiano Edward, onde pude descansar do dia corrido e me divertir com os amigos que fariam parte dos próximos 24 dias de viagem. Estava dado o pontapé inicial para o mochilão 2011! &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #000099; font-size: 130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #000099; font-size: 130%;"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5571015488049281426" src="http://4.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TVA5EeNgeZI/AAAAAAAABmA/AoG6-pDBaPo/s400/pranchetada.jpg" style="cursor: hand; height: 44px; width: 400px;" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Táxi do aeroporto até o bairro da Candelária custa em torno de 20.000 pesos colombianos. Forma mais segura é pegar um credenciado, no lado direito de quem sai do terminal. Lá, basta dizer o bairro para a atendente, ela calcula, te passa uma notinha com o valor escrito e você paga ao taxista no fim da corrida, sem sustos ou picaretagens.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Algumas orientações para não se perder por aqui. As ruas em Bogotá e em outras cidades colombianas seguem um padrão de Calles e Carreras. Simplificando, funciona assim: as calles cortam a cidade de leste a oeste e as carreras cortam a cidade de norte a sul. Vejam o endereço do hostel, por exemplo: Carrera 4, Calle 13-18. Significa que ele está carrera 4, na quadra que faz esquina com a calle 13, a 18 passos dessa esquina.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-1222019216153910022?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/1222019216153910022/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/02/com-atraso-para-variar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/1222019216153910022'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/1222019216153910022'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/02/com-atraso-para-variar.html' title='Bogotá: chegando com atraso, para variar...'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TUzTkbpxS8I/AAAAAAAABjw/i2qYlYeujdI/s72-c/bogota%2B10-01.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-1730424214706031426</id><published>2011-02-04T23:35:00.001-02:00</published><updated>2012-02-22T20:59:30.341-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='colombia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='quito'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='caribe'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='san andres'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='medellin'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bogota'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='guayaquil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cali'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='equador'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cuenca'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cartagena'/><title type='text'>Hospedagem do mochilão 2011: Colômbia e Equador</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TUzQnX06VCI/AAAAAAAABjo/m_bGsdOGX5E/s1600/casa-clip-art_418734.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5570056213979878434" src="http://2.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TUzQnX06VCI/AAAAAAAABjo/m_bGsdOGX5E/s400/casa-clip-art_418734.jpg" style="float: left; height: 70px; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 78px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 180%;"&gt;&lt;strong&gt;N&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;ormalmente, eu comento sobre os lugares de hospedagem em cada relato do dia. Mas achei interessante inaugurar um post específico sobre os lugares onde dormimos nessa viagem, com os detalhes e avaliações de cada um. Acho que pode ser bem útil para quem for fazer uma viagem parecida. Aproveitem e opinem! &lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #3366ff;"&gt;BOGOTÁ&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- &lt;span style="color: red;"&gt;Chocolate Hostel (&lt;a href="http://chocolatehostel.com/"&gt;http://chocolatehostel.com/&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Localização:&lt;/strong&gt; Carrera 4, Calle 13-18. Bairro da Candelária.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Preço: &lt;/strong&gt;20 reais.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Quartos: &lt;/strong&gt;Conforto ok, camas ok. Espaçosos. Um pouco escuros, luz muito fraca. Alguns armários estavam quebrados e não dava para guardar todas as coisas neles.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Banheiros: &lt;/strong&gt;Ponto fraco. Isolados dos quartos, era preciso atravessar a sala e cozinha para chegar neles. No meio do frio, sempre complicado. Mas o pior era o chuveiro que, para ficar quente, precisava ser ligado apenas com algumas gotinhas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Atendimento: &lt;/strong&gt;Bom, principalmente da menina que faz o turno matutino.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Avaliação final:&lt;/b&gt; Ponto forte do hostel é a localização. O bairro da Candelária é próximo de todas as atrações principais do centro e até para subir o cerro Monserrate. O hostel, no geral, é bem estruturado e limpo. A iluminação dos quartos e os banheiros são os pontos fracos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- &lt;span style="color: red;"&gt;North Hostel (&lt;a href="http://www.northhousehostel.com/"&gt;http://www.northhousehostel.com/&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Localização:&lt;/strong&gt; Carrera 18, Calle 80-68. Bairro Zona Rosa.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Preço: &lt;/strong&gt;25 reais.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Quartos: &lt;/strong&gt;Confortáveis e limpos, porém pequenos. Difícil ficar se locomovendo dentro deles. Armários também não ajudam muito na hora de guardar as mochilas porque não há número suficiente para todos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Banheiros: &lt;/strong&gt;Ficam fora dos quartos, mas próximos. Chuveiros são bons, com água morna. Limpeza mais ou menos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Atendimento: &lt;/strong&gt;Durante a noite e madrugada fomos bem atendidos pelos recepcionistas. Mas a garota da manhã é bem chata e fica perturbando para você deixar o quarto pontualmente na hora do check out. Foi bem inconveniente duas vezes. Desse jeito vai espantar hóspedes.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Avaliação final:&lt;/b&gt; A localização é boa para as atrações noturnas da cidade, pois fica ao lado das principais áreas boêmias, como a Zona T (área de bares e restaurantes) e o Andrés Carne de Res (restaurante-bar-discoteca mais famoso de Bogotá). Mas fica um pouco longe do centro, onde estão as principais atrações diurnas. A qualidade do atendimento também pesou negativamente, além do fato de que não oferece café da manhã.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #3366ff;"&gt;CALI&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- &lt;span style="color: red;"&gt;Jovita´s (&lt;a href="http://www.jovitashostel.com/"&gt;http://www.jovitashostel.com/&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Localização: &lt;/strong&gt;Calle 4, Número 5-43. San Antonio.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Preço:&lt;/strong&gt; 15 reais.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Quartos: &lt;/strong&gt;Ridiculamente pequenos. Claustrofobicos sofrerão dentro deles. Parecem caixinhas, com camas coladas em armários. Ventilação nem pensar, só tem porta, nada de janela.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Banheiros: &lt;/strong&gt;Pequenos e isolados dos quartos. Limpeza ok.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Atendimento: &lt;/strong&gt;Aí, nem dá para reclamar muito, porque a senhora que é dona do hostel é bem tranquila e atenciosa. Só precisava repensar bastante o espaço e estrutura do lugar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Avaliação final: &lt;/strong&gt;Não fique por lá. Mais jogo é pedir para ir para uma pousada que faz parte da mesma administração e fica a poucos metros do Jovita's, ou procurar um outro lugar. Ficamos nesta pousada e esta, sim, valeu muito a pena. Por falha minha, não peguei o nome, mas basta entrar em contato com o Jovita's. Um único ponto forte a destacar do Jovita's são as aulas gratuitas de salsa para os hóspedes, que acontecem ao meio-dia local.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #3366ff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #3366ff;"&gt;MEDELLÍN&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- &lt;span style="color: red;"&gt;Casa del Sol (&lt;a href="http://www.hostalcasadelsol.com/"&gt;http://www.hostalcasadelsol.com/&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Localização: &lt;/strong&gt;Calle 49. Número 81a - 24.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Preço:&lt;/strong&gt; 20 reais.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Quartos: &lt;/strong&gt;Quartos bons e limpos, com camas confortáveis. Não dispõem de armários individuais, apenas um grande coletivo. Isso pode ser problemático, caso você esteja dividindo o espaço com desconhecidos. Felizmente, não foi o nosso caso.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Banheiros: &lt;/strong&gt;Eram fora dos quartos, mas ficavam próximos. Chuveiro decente, com água quente. Todos razoavelmente limpos. Nada a reclamar. Cumpriram com o esperado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Atendimento:&lt;/strong&gt; Sou suspeito para falar dessa parte, já que a atendente Diana, da manhã, é um fenômeno de gata...rs. Mas tanto ela como os demais recepcionistas são muito atenciosos e explicam tudo o que você precisa. Para quem chega em Medellín, como nós, sem saber muito sobre a cidade, o roteiro detalhado no mapa que eles passam é de grande auxílio.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Avaliação final:&lt;/b&gt; O hostel tem boas opções de entretenimento, com guias escritos, outros livros, playstation, jogos de tabuleiro e ping pong. É espaçoso e bem localizado. Fica em uma área residencial bem tranquila em Medellín, a poucos metros de uma estação de metrô. Bom atendimento e estrutura ok. Não tenho muito do que reclamar. Recomendo.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #3366ff;"&gt;CARTAGENA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- &lt;span style="color: red;"&gt;El Viajero (&lt;a href="http://www.hostelcartagena.com/"&gt;http://www.hostelcartagena.com/&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Localização: &lt;/strong&gt;Calle 7, Infantes 9-45.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Preço:&lt;/strong&gt; 30 reais.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Quartos: &lt;/strong&gt;Espaçosos e com ar-condicionado, características vitais para suportar o calor absurdo que faz na cidade. As camas são confortáveis e o ambiente é limpo. Em cada beliche há dois armários na parte inferior, onde cada hóspede pode trancar suas coisas. A iluminação deles que não é grande coisa. A luz é bem fraquinha.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Banheiros: &lt;/strong&gt;Há um próximo da entrada no "corredor dos quartos" que é mais confortável. Os demais ficam na outra ponta, de forma coletiva. Ou seja, uma banheiro grande com vários boxes. Serve tanto para homens como para mulheres. Você pode dar a sorte de sair do chuveiro e ver uma gatinha abrindo a porta do boxe a sua frente ou dar de cara com alguma outra figura horrenda se enxugando. Duchas fortes, com água gelada, que é o que você vai precisar para se refrescar do calor.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Atendimento: &lt;/strong&gt;Nem ótimo, nem ruim. Adequado, com as infos que você precisa e disposto a responder o que solicitado. Só senti falta daquele clima mais atencioso e vibrante que recebi nos outros El Viajero do Uruguai.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Avaliação final:&lt;/b&gt; Sempre recomendo a rede El Viajero porque tive ótimas experiências no Uruguai e em Cartagena o serviço também é de qualidade. Fica bem localizado nessa cidade, perto da muralha e de outros atrativos turísticos. Fora as críticas em algumas questões pontuais, no geral merece avaliação positiva. Ponto forte da rede é sempre facilitar o entrosamento com os outros hóspedes. Nesse item, ainda não vi outro igual.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #3366ff;"&gt;SAN ANDRÉS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- &lt;span style="color: red;"&gt;Noblehouse Hotel (&lt;a href="http://www.sanandresnoblehouse.com/"&gt;http://www.sanandresnoblehouse.com/&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Localização: &lt;/strong&gt;Avenida Colon, 3-80.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Preço:&lt;/strong&gt; 100 reais pelo quarto para duas pessoas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Quartos: &lt;/strong&gt;Excelentes. Muito confortáveis, limpos, com camas de casal para cada um e com ar-condicionado. Frigobar, TV a cabo e espaço suficiente para guardar coisas e se movimentar dentro do local.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Banheiros: &lt;/strong&gt;Limpos e bem cuidados, um por habitação. Chuveiro muito bom, com água quente, quase nunca necessária. Amigos que estavam em outros quartos reclamaram da qualidade do chuveiro, mas não tivemos problemas com o nosso.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Atendimento: &lt;/strong&gt;Muito bom, com simpatia sempre. Ajudam em passeios, dão dicas da cidade, fornecem materiais como toalhas extras quando requisitados.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Avaliação final:&lt;/b&gt; Nada do que reclamar. O preço não é tão em conta como dos albergues, mas o Caribe sempre merece algo mais luxuoso, não é? Dentro dessa expectativa, ele atende às principais exigências por um bom custo/benefício. A localização é ótima, a uma quadra da praia. O conforto dos quartos é o ponto alto. Destaque para o café da manhã, simples mas satisfatório. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #3366ff;"&gt;QUITO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- &lt;span style="color: red;"&gt;Blue House (&lt;a href="http://www.bluehousequito.com/"&gt;http://www.bluehousequito.com/&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Localização: &lt;/strong&gt;Pinto E8-24, entre a 6 de diciembre e Diego de Almagro.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Preço: &lt;/strong&gt;15 reais.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Quartos: &lt;/strong&gt;Simples, com camas pequenas. Tem boa ventilação, mas qualidade dos lençóis e cobertores deixou a desejar. Armários não estavam em boas condições, alguns quebrados. Nada que atrapalhe o sono, mas faltou conforto.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Banheiros: &lt;/strong&gt;Ponto fraco do lugar. Apenas dois atendem o segundo andar e há normalmente uma fila para usá-los. A limpeza deixa muito a desejar. Tomar um banho quente sempre se torna uma missão difícil. Você tem que contar com a sorte do chuveiro funcionar. Para uma cidade fria como Quito, esse detalhe é muito importante.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Atendimento: &lt;/strong&gt;Ok, sem muito o que reclamar. Ajudam com as infos e mapas, e são atenciosos quando requisitados.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Avaliação final:&lt;/b&gt; Um dos mais fraquinhos que ficamos durante a viagem. Quartos não são um desastre, mas estão abaixo do esperado. O clima do lugar é até legal, com entrosamento entre os hóspedes e a localização muito boa, perto de boas opções de transporte e da área boêmia de Quito. Mas os banheiros, a cozinha e o café da manhã são muito ruins. Espaço pequeno, qualidade duvidosa da comida, limpeza ruim e chuveiros péssimos. Há melhores opções de albergues, pousadas e hotéis na mesma rua ou nas adjacentes.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #3366ff;"&gt;CUENCA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- &lt;span style="color: red;"&gt;Posada del Rio (sem site, reserve pelo booking.com ou hostelworld.com)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Localização: &lt;/strong&gt;Hermano Miguel 4-18 com Calle Larga.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Preço: &lt;/strong&gt;15 reais para cada um em um quarto para três pessoas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Quartos: &lt;/strong&gt;Bons, com camas confortáveis e ambiente limpo. Ponto fraco para as cortinas que não bloqueiam a luz do sol (vai que você quer dormir até mais tarde) e para o fato de não ter armários para as coisas. Mas como trata-se de uma pousada e a ideia lá não é ficar em quartos coletivos, esse último item pode até ser um exagero da minha parte.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Banheiros: &lt;/strong&gt;São fora dos quartos, o que em uma pousada poderia ser reconsiderado, mas são limpos e com excelentes chuveiros tanto para um banho frio como para um quente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Atendimento: &lt;/strong&gt;Item engraçado para avaliar, pois nessa pousada você se sente em casa. A donas circulam esporadicamente pelos lugares como se fossem hóspedes, o que te deixa totalmente à vontade. Mas estão sempre dispostas a ajudar no que for preciso, com simpatia.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Avaliação final:&lt;/b&gt; Bem localizado, perto de restaurantes e mercados. Cantinho acolhedor, que faz você achar que está em casa. Sala com DVD's, sofás confortáveis, cozinha boa, banheiros bons e ótimo atendimento. Com simplicidade, conforto e limpeza, foi um dos melhores da viagem. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #3366ff;"&gt;GUAYAQUIL&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- &lt;span style="color: red;"&gt;Manso Boutique Hostal (&lt;a href="http://www.manso.ec/"&gt;http://www.manso.ec/&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Localização: &lt;/strong&gt;Malecón 1406 y Aguirre.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Preço: &lt;/strong&gt;45 dólares, quarto para 3 pessoas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Quartos: &lt;/strong&gt;Muito bons. Confortáveis, espaçosos e limpos. Banheiros internos em cada habitação, além de um externo. Ar-condicionado, que é essencial pois faz muito calor na cidade. Armário individual nos quartos coletivos e geral nos quartos duplo e triplos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Banheiros: &lt;/strong&gt;Os dos quartos são mais limpos, com direito a banheira e uma ducha excelente. O banheiro externo é bem fraquinho. Lembra aqueles banheiros químicos de plástico que colocam em eventos públicos, além de deixar a desejar na limpeza.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Atendimento: &lt;/strong&gt;Bom, sem queixas. Atendeu ao que foi pedido, tratamento com simpatia.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Avaliação final:&lt;/b&gt; Ótima localização, em frente ao calçadão Malecón 2000 e próximo da principal avenida da cidade, do centro histórico e de outras opções de comércio e entretenimento. Lugar é bem cuidado, com decoração típica e bom atendimento. Iríamos ficar no Hostel Nucapacha, mas optamos pelo Manso Boutique, pois o primeiro era mal localizado e um pouco bagunçado. Fica a dica.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-1730424214706031426?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/1730424214706031426/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/02/hospedagem-do-mochilao-2011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/1730424214706031426'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/1730424214706031426'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/02/hospedagem-do-mochilao-2011.html' title='Hospedagem do mochilão 2011: Colômbia e Equador'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TUzQnX06VCI/AAAAAAAABjo/m_bGsdOGX5E/s72-c/casa-clip-art_418734.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-8913400346277329399</id><published>2011-01-09T00:18:00.000-02:00</published><updated>2011-07-27T18:11:09.760-03:00</updated><title type='text'>Nova companheira de viagem</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TSkb3CgcOEI/AAAAAAAABig/twBg8D-sXEo/s1600/novo%2Bmochil%25C3%25A3o.png"&gt;&lt;img style="margin: 0px 10px 10px 0px; width: 234px; float: left; height: 312px;" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5560005847345281090" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TSkb3CgcOEI/AAAAAAAABig/twBg8D-sXEo/s400/novo%2Bmochil%25C3%25A3o.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:180%;"&gt;&lt;b&gt;A&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;ntes de começar os relatos de mais uma aventura pela América do Sul, convém apresentar a mais nova companheira de guerra: uma mochilona zero quilômetro. Resolvi investir um pouquinho mais dessa vez e comprei uma Deuter, marca famosa entre os viajantes pela qualidade do material que produz. Logo de cara, gostei muito do espaço dela para organizar as coisas. Não gosto de mochilas muito grandes, mas também já estava achando a antiga um pouco pequena e até desconfortável. Numericamente não mudou muito. A antiga da Trilhos e Rumos tinha capacidade para 48 litros, a nova da Deuter tem para 50. Mas na verdade, ela tem uma configuração que faz com que caiba muito mais. E tem suas vantagens como a abertura lateral (tem coisa pior que ficar tirando tudo e botando novamente na entrada superior sempre que se quer pegar alguma peça de roupa?), além de ter uma separação na parte inferior, onde dá para colocar tênis e roupas sujas. A mochilinha de ataque que "desgruda" do restante também é bem útil. Bom, a ideia não é fazer propaganda da Deuter, não estão me pagando nada (bem que podiam, né?).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só quero apresentar a nova parceira e recomendar a todos que invistam sempre em algo de qualidade para carregar suas coisas, pois suas costas agradecem depois. Para quem não se lembra da antiga mochila, que contribuiu e muito nas viagens anteriores, assim como foi xingada em vários momentos, basta acessar o &lt;a href="http://cariocaemfuga.blogspot.com/2009/01/preparativos-adeus-rio.html"&gt;link aqui&lt;/a&gt;. A primeira a gente nunca esquece, mas mudar faz parte da vida.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-8913400346277329399?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/8913400346277329399/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/01/nova-companheira-de-viagem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/8913400346277329399'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/8913400346277329399'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/01/nova-companheira-de-viagem.html' title='Nova companheira de viagem'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TSkb3CgcOEI/AAAAAAAABig/twBg8D-sXEo/s72-c/novo%2Bmochil%25C3%25A3o.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-4428896349475712793</id><published>2011-01-04T23:46:00.000-02:00</published><updated>2011-09-28T15:38:54.563-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='colombia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='caribe'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='equador'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><title type='text'>Mapas e rotas da Colômbia e Equador</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TSPNyqnpn6I/AAAAAAAABiI/-_1wMlYQxPM/s1600/coloequa.png"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TSPNyqnpn6I/AAAAAAAABiI/-_1wMlYQxPM/s1600/coloequa.png" style="cursor: pointer; display: block; height: 316px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 617px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 180%;"&gt;&lt;b&gt;N&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;esse mochilão optamos mais por meios aéreos do que pelos terrestres para nos deslocar de uma cidade para outra. Havia algumas razões para essa escolha: tempo curto para o mochilão, viagens longas de ônibus (algumas entre 10h e 12h), certo receio com a questão de segurança na Colômbia (que depois percebemos ser exagerado) e para atravessar a fronteira com o Equador, preço bem em conta das passagens aéreas nos dois países. Avianca e Aerogal foram as responsáveis pelos transportes aéreos internos, a GOL pela ligação com o Brasil. Mas vou priorizar abaixo os meios terrestres, porque são os mais complicados de achar. Para os aéreos basta acessar os sites da Avianca, Aerogal e GOL, ou das outras empresas que fazem essas rotas: TAM, LAN, Tame e Aires. Essa última, fica por sua conta e risco (depois explicarei melhor a bagunça que é a Aires). Na questão do transporte terrestre no Equador, é muito complicado encontrar infos pela internet. Comprar passagem online, então, esqueça. Diretamente na rodoviária local, porém, é sempre tranquilo.&lt;span style="font-size: 0px;"&gt;&lt;span style="color: #009900;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #009900;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;BOGOTÁ x CALI&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Quem faz?&lt;/b&gt; &lt;a href="http://www.bolivariano.com.co/"&gt;Bolivariano&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Quanto custa?&lt;/b&gt; Entre R$ 50 e R$ 60.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Duração do percurso?&lt;/b&gt; 12 horas.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Quais os horários?&lt;/b&gt; Consultar terminal rodoviário da cidade. &lt;a href="http://www.bogota-dc.com/trans/terminal.htm"&gt;Clique aqui.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #009900;"&gt;&lt;strong&gt;CALI x MEDELLÍN&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;Quem faz?&lt;/b&gt; &lt;a href="http://www.bolivariano.com.co/"&gt;Bolivariano&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Quanto custa?&lt;/b&gt; R$ 40 aproximadamente.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Duração do percurso?&lt;/b&gt; 8h.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Quais os horários?&lt;/b&gt; Costuma ter uns cinco horários diários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #009900;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;strong&gt;MEDELLÍN&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; x CARTAGENA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Quem faz?&lt;/b&gt; Expreso Brasilia, Rápido Oshoa, Copetran e Unitrasco.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Quanto custa?&lt;/b&gt; R$ 100 aproximadamente.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Duração do percurso?&lt;/b&gt; 12h.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: #009900;"&gt;&lt;b&gt;CARTAGENA x SAN ANDRÉS&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;Quem faz?&lt;/b&gt; Avianca (único meio é avião ou barco).&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Quanto custa?&lt;/b&gt; Depende da temporada e antecedência. Compramos por R$ 250.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Duração do percurso?&lt;/b&gt; 1h.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Quais os horários?&lt;/b&gt; Costuma ter apenas um horário às 11:25.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: #009900;"&gt;&lt;b&gt;BOGOTÁ x QUITO&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;Quem faz?&lt;/span&gt; &lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;Avianca (não aconselho fazer esse de bus, muito chão).&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Quanto custa?&lt;/b&gt; R$ 250 em compra casada com outros trechos.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Duração do percurso?&lt;/b&gt; 1h30min.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Quais os horários?&lt;/b&gt; Geralmente um ou dois horários por dia. Fomos às 18h45min.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #009900;"&gt;&lt;b&gt;QUITO x CUENCA&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;Quem faz?&lt;/b&gt; Express Sucre, Panamericana, Turismo Oriental, Flota Imbabura...&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Quanto custa?&lt;/b&gt; Entre 9 e 12 dólares.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Duração do percurso?&lt;/b&gt; Entre 8 e 10 horas.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Quais os horários?&lt;/b&gt; Varia de acordo com a empresa. Melhor consultar no local.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #009900;"&gt;CUENCA x GUAYAQUIL&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Quem faz?&lt;/b&gt; Diversas empresas. Fomos de Super Semeria.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Quanto custa?&lt;/b&gt; 8 dólares.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Duração do percurso?&lt;/b&gt; Entre 3h e 4h&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Quais os horários?&lt;/b&gt; Saídas a cada hora.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #009900;"&gt;&lt;b&gt;GUAYAQUIL x BOGOTÁ&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;Quem faz?&lt;/b&gt; Avianca (também melhor fazer de avião. Longe demais para bus).&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Quanto custa?&lt;/b&gt; R$ 250 em compra casada com outros dois trechos.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Duração do percurso?&lt;/b&gt; 2h.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Quais os horários?&lt;/b&gt; Um ou dois por dia. Fomos às 18h.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-4428896349475712793?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/4428896349475712793/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/01/mapa-e-rotas-da-colombia-e-equador.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/4428896349475712793'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/4428896349475712793'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/01/mapa-e-rotas-da-colombia-e-equador.html' title='Mapas e rotas da Colômbia e Equador'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TSPNyqnpn6I/AAAAAAAABiI/-_1wMlYQxPM/s72-c/coloequa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-8686906774758594062</id><published>2011-01-04T22:55:00.000-02:00</published><updated>2011-07-27T18:11:09.760-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='colombia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='caribe'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='equador'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><title type='text'>Roteiro Colômbia e Equador (Janeiro de 2011)</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TSPENXxgPlI/AAAAAAAABhw/yyBLhybLU6E/s1600/colombia.png"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5558502099104317010" src="http://3.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TSPENXxgPlI/AAAAAAAABhw/yyBLhybLU6E/s320/colombia.png" style="float: left; height: 300px; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 194px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 180%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Q&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;uando o nosso grupo de mochileiros se despediu no aeroporto de Guarulhos em fevereiro de 2010, o próximo destino estava longe de ser uma certeza. Pelo menos para mim. Alguns já haviam cogitado a possibilidade de fazer o norte da América do Sul, começando pelo Peru. Mas confesso que essa nunca foi a minha primeira opção. Novamente, a Argentina e a Patagônia eram prioridade nos meus planos. Resolvi investir em roupas de frio, li muito sobre os destinos, troquei informações com outros viajantes e até cheguei a recrutar interessados para me acompanhar. Mas com o passar do tempo, fui pesando as possibilidades, aceitando estudar um pouco mais sobre o Equador, a Colômbia e a Venezuela. Por vários motivos pessoais, decidi que talvez não fosse o momento ideal para viajar sozinho. Algumas viagens são muito proveitosas de forma solitária, outras são muito mais divertidas quando se está rodeado por amigos. A região também não costuma ser das mais populares para os viajantes brasileiros. Encontrar companhia para fazer esse roteiro depois seria mais complicado. Como nosso grupo mochileiro estava indo para lá, decidi adiar mais uma vez o roteiro sul da América e me juntar a eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro, que para variar, as discussões para montar o roteiro renderam vários capítulos dignos de uma novela. Interesses diferentes, tempos conflitantes, questão de dinheiro pesando, ausência de informações precisas sobre os lugares. No começo, era algo megalomaníaco. Colocar os três países já citados e viajar durante mais de 30 dias. Aí, vieram as ideias de começar por Lima e subir de ônibus. Ficaria muito apertado também. O bom senso começou a falar mais alto. Melhor manter apenas o Equador e Colômbia. Mas eis que o primeiro país entra em crise política. Bateu a insegurança. Corta o Equador e coloca a Venezuela. Depois muitos queriam fazer só a Colômbia. No fim, o martelo foi batido: a poeira havia baixado no Equador, já estaríamos ali do lado na Colômbia mesmo, por que não aproveitar e conhecer logo o pequenino país? Incluímos ainda uma passagem pelo mar do Caribe, na ilha colombiana de San Andrés.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TSPFAAwDpUI/AAAAAAAABiA/kHfqKyKkNtY/s1600/eq1.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5558502969097561410" src="http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TSPFAAwDpUI/AAAAAAAABiA/kHfqKyKkNtY/s320/eq1.jpg" style="float: right; height: 135px; margin: 0px 0px 10px 10px; width: 216px;" /&gt;&lt;/a&gt;Passagens pela Gol já foram reservadas, com saída no dia 9 de janeiro e retorno no dia 1º de fevereiro. Um dos problemas do Equador é que não há muitas opções interessantes e econômicas de voos do Brasil para lá. Então, saiu mais em conta voltar do Equador para Bogotá no fim da viagem e de lá retornar para o Brasil. Dois lugares ficaram fora da nossa lista e na pendência para uma próxima viagem: Santa Marta (COL) e Baños (EQU). Para incluir os dois a viagem teria de aumentar em uns 4 dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da viagem de janeiro de 2010, nove integrantes estarão novamente nesta: Vanessa, Ratto, Cíntia, Júnior, Chagas, Eduardo (SP) e Gabi. E nesta semana anterior ao embarque, começa a correria para organizar o mochilão, separar documentos, boletos de empresas aéreas, recibos de hospedagem e por aí vai. Conciliar tudo com trabalho é sempre complicado. Férias mesmo só a partir de sábado. Enfim, pelo menos a ansiedade e a animação por uma nova aventura já começaram a se manifestar. Que venham as férias!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #3333ff;"&gt;ROTEIRO COMPLETO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;10/01&lt;/strong&gt; - Rio / São Paulo / Bogotá&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;11/01&lt;/strong&gt; - Bogotá&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;12/01&lt;/strong&gt; - Bogotá e Zipaquirá&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;13/01&lt;/strong&gt; - Cali&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;14/01&lt;/strong&gt; - Cali&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;15/01&lt;/strong&gt; - Medellín&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;16/01&lt;/strong&gt; - Medellín&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;17/01&lt;/strong&gt; - Cartagena&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;18/01&lt;/strong&gt; - Cartagena&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;19/01&lt;/strong&gt; - Cartagena&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;20/01&lt;/strong&gt; - San Andrés&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;21/01&lt;/strong&gt; - San Andrés&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;22/01&lt;/strong&gt; - San Andrés&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;23/01&lt;/strong&gt; - San Andrés&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;24/01&lt;/strong&gt; - San Andrés / Quito&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;25/01&lt;/strong&gt; - Quito&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;26/01&lt;/strong&gt; - Quito&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;27/01&lt;/strong&gt; - Quito&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;28/01&lt;/strong&gt; - Cuenca&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;29/01&lt;/strong&gt; - Cuenca&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;30/01&lt;/strong&gt; - Guayaquil&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;31/01&lt;/strong&gt; - Guayaquil / Bogotá&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;01/02&lt;/strong&gt; - Bogotá&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;02/02&lt;/strong&gt; - Bogotá / São Paulo / Rio&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-8686906774758594062?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/8686906774758594062/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/01/roteiro-colombia-e-equador-janeiro-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/8686906774758594062'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/8686906774758594062'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2011/01/roteiro-colombia-e-equador-janeiro-de.html' title='Roteiro Colômbia e Equador (Janeiro de 2011)'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TSPENXxgPlI/AAAAAAAABhw/yyBLhybLU6E/s72-c/colombia.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-7496791838964789473</id><published>2010-10-05T18:23:00.000-03:00</published><updated>2011-07-30T21:54:09.474-03:00</updated><title type='text'>Livros para inspirar uma viagem</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TSO7ud2Ql_I/AAAAAAAABho/lsZbsTm5-xk/s1600/on-the-road1.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="200" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5558492772065908722" src="http://3.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TSO7ud2Ql_I/AAAAAAAABho/lsZbsTm5-xk/s200/on-the-road1.jpg" style="float: left; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 10px; margin-top: 0px;" width="118" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 180%;"&gt;&lt;strong&gt;M&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;uitas vezes não é preciso nem sair de casa para curtir uma viagem. Quem nunca leu um livro e ficou tão compenetrado e envolvido pela história que se sentiu parte dela? Passou a visualizar as paisagens, o rosto e roupas dos personagens, e sentiu diferentes emoções de acordo com o desenrolar da trama? Abaixo segue uma lista de dicas de livros que podem fazê-lo viajar por diferentes lugares ou até mesmo serem ótimas formas de entretenimento durante uma viagem. Já li e aprovei alguns deles, outros estão na fila para uma próxima leitura. E sigo procurando novidades. Sentiu falta de algum? Dê a sua contribuição e indique um novo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-----------------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #535353; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;---------------&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;On the Road – Pé na Estrada&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Autor: Jack Kerouac&lt;br /&gt;Editora: Ediouro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Na Natureza Selvagem&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Autor: Jon Krakauer&lt;br /&gt;Editora: Companhia das Letras &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ébano – Minha Vida na África&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Autor: Ryszard Kapuscinski&lt;br /&gt;Editora: Companhia das Letras &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;De moto pela América do Sul&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Autor: Ernesto Che Guevara&lt;br /&gt;Editora: Sá Editora &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ânsia de viver&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Autora: Danielle Steel&lt;br /&gt;Editora: Record&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O Livreiro de Cabul&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Autora: Asne Seierstad&lt;br /&gt;Editora: Record &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;101 dias em Bagdá&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Autora: Asne Seierstad&lt;br /&gt;Editora: Record &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mulheres de Cabul&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Autor: Harriet Logan&lt;br /&gt;Editora: Geração Editorial &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Cem dias entre o Céu e o Mar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Autor: Amyr Klink&lt;br /&gt;Editora: Cia. Das Letras &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Passagem pela Índia – Aventura e lições de vida no país dos mitos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Autor: Ivan Carneiro Gomes&lt;br /&gt;Editora: Artes e Ofícios &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Viajando de trem através da China&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Autor: Paul Theroux&lt;br /&gt;Editora: L&amp;amp;PM Editores &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Everest: Viagem à montanha abençoada&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Autor: Thomaz Brandolin&lt;br /&gt;Editora: L&amp;amp;PM Editores &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Milagre nos Andes – 72 dias na montanha e minha longa volta para casa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Autor: Nando Parrado&lt;br /&gt;Editora: Objetiva &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Na Patagônia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Autor: Bruce Chatwin&lt;br /&gt;Editora: Companhia das Letras &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dez anos no mar – Diário de uma aventura&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Autor: Família Schürmann&lt;br /&gt;Editora: Record &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;The World Commuter – Great Journey by Train&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Autor: Christopher Portway&lt;br /&gt;Editora: Summersdale Travel &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Uma Estrada para o Chile&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Autor: Alberto Schwanke&lt;br /&gt;Editora: O Viajante/Trilhos e Montanhas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Um ano na Provence&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Autor: Peter Mayle&lt;br /&gt;Editora: Rocco&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-7496791838964789473?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/7496791838964789473/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2010/10/livros-para-inspirar-uma-viagem.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/7496791838964789473'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/7496791838964789473'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2010/10/livros-para-inspirar-uma-viagem.html' title='Livros para inspirar uma viagem'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TSO7ud2Ql_I/AAAAAAAABho/lsZbsTm5-xk/s72-c/on-the-road1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-944909550709341558</id><published>2010-09-05T02:19:00.000-03:00</published><updated>2011-07-27T18:11:09.761-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='montevidéu'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='uruguai'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><title type='text'>22/08 - Montevidéu / Rio de Janeiro</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TIMohfX6bPI/AAAAAAAABgA/mlsnepjRZV4/s1600/carrasco.PNG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 610px; DISPLAY: block; HEIGHT: 255px; CURSOR: pointer" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TIMohfX6bPI/AAAAAAAABgA/mlsnepjRZV4/s1600/carrasco.PNG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;A&lt;/span&gt; última manhã em Montevidéu foi reservada mais para arrumar as malas e deixar tudo preparado para o retorno ao Rio. Da Ciudade Vieja até o aeroporto não é tão perto assim. Então achei que nem compensaria pegar um táxi. Fim de viagem ninguém quer gastar mais dinheiro. Peguei as infos no hostel com o pessoal e fui lá me arriscar na baldeação. Foram dois ônibus, um deles caindo aos pedaços. E por pouco eu não passo do ponto na hora de saltar. Sorte que uma velhinha me deu o alerta. Aliás, acho que o percurso até lá poderia ter sido até mais rápido, mas era impressionante a lerdeza do motorista. Não passava de 50 km/h. O lerdinho foi uma das exceções que presenciei no país: quietão e mal-humorado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiz logo o check-in e descobri que o valor da taxa de embarque é paga à parte por aqui. Então é bom sempre reservar o valor certo para isso. Eu optei pelo cartão mesmo, já que havia essa opção. O aeroporto de Carrasco é moderno e conta com uma boa estrutura. Não é muito grande, mas atende à demanda de voos sem o caos visto aqui no Brasil. Voo de volta para casa sem maiores problemas, tudo terminou tranquilinho da mesma forma como começou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O folgão foi bem proveitoso no geral e com certeza o país atendeu as minhas expectativas. Certas coisas não podem ser generalizadas, mas contei com a simpatia dos uruguaios na maior parte do tempo. Às vezes, muitos confundem boa recepção com festa, bagunça, descontração, etc. Mas para ser um bom anfitrião basta educação e respeito pelo visitante. Nisso, tive bons exemplos durante os passeios. Deixei o país com vontade de voltar outras vezes e com a leveza e tranquilidade que estava procurando...&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-944909550709341558?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/944909550709341558/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2010/09/2208-montevideu-rio-de-janeiro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/944909550709341558'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/944909550709341558'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2010/09/2208-montevideu-rio-de-janeiro.html' title='22/08 - Montevidéu / Rio de Janeiro'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TIMohfX6bPI/AAAAAAAABgA/mlsnepjRZV4/s72-c/carrasco.PNG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-8818897876391749409</id><published>2010-09-05T02:12:00.000-03:00</published><updated>2011-07-27T18:11:09.761-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='montevidéu'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='uruguai'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><title type='text'>21/08 - Montevidéu: ramblas e Mercado del Puerto</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TIMnSjBHlFI/AAAAAAAABf4/GusBXjbAfOM/s1600/rambla.PNG"&gt;&lt;img style="text-align: center; margin: 0px auto 10px; width: 612px; display: block; height: 245px; cursor: pointer;" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TIMnSjBHlFI/AAAAAAAABf4/GusBXjbAfOM/s1600/rambla.PNG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;M&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;ontevidéu definitivamente não é um lugar para os estressadinhos. Quem, assim como eu, vem de um ritmo eletrizante de trabalho e curte um sábado na cidade corre o risco de ter um choque de realidade. Se de segunda a sexta, a tranquilidade já é uma característica local, o sabadão é a expressão máxima do estilo uruguaio de aproveitar a vida. Há muito tempo não passava um dia tão longo como este, aproveitando muito bem cada minuto. Não à toa, a capital do país é elogiada por oferecer a melhor qualidade de vida da América Latina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acordei tarde, para variar. Dessa vez pelo menos tinha a desculpa de ter passado boa parte da madrugada com os olhos abertos. Tirei o dia para andar de um canto para o outro. Nada de ônibus ou táxi, a proposta era bater perna mesmo. Percorri toda a Ciudad Vieja, explorando as ruelas, lojinhas e construções antigas. Um dos passeios mais gostosos e calmos de se fazer é caminhar pelas ramblas (calçadões à beira do Rio da Prata). Muita gente aproveita o fim de semana para pescar, correr ou andar de bicicleta pela região. O fato de Montevidéu ser reconhecida pela sua segurança estimula ainda mais essas atividades ao ar livre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TIPtegvYhzI/AAAAAAAABgY/D4GRKnSEuIY/s1600/montevideo1.PNG"&gt;&lt;img style="text-align: center; margin: 0px auto 10px; width: 600px; display: block; height: 458px; cursor: pointer;" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TIPtegvYhzI/AAAAAAAABgY/D4GRKnSEuIY/s1600/montevideo1.PNG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Pode ser apenas uma impressão minha, mas assim como havia percebido em Santiago, por aqui os idosos parecem desfrutar realmente de melhores condições de vida. Ao invés de expressões de cansaço, fraqueza ou desânimo, passam mais uma imagem de paz, energia e até de intelectualidade. Claro, não estou generalizando, a questão é que no Brasil e em países como Bolívia, Peru e Paraguai, que já conheci, acho mais comum ver menos vitalidade. O interessante é que a noite na cidade é totalmente oposta, bastante movimentada e com muitos jovens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um passatempo muito comum nos fins de semana é pechinchar nas feiras. Há diferente opções espalhadas pela cidade. É possível encontrar artesanatos, alimentos, antiguidades, roupas e bugigangas para todos os gostos. A mais famosa é a de Tristán Narvaja, que acontece sempre aos domingos na rua de mesmo nome, no bairro Cordón. Mas no sábado, passei por várias que ficavam localizadas nas principais praças da cidade. Costumam atrair pessoas de idades variadas. Mesmo que o objetivo não seja gastar, é legal conhecê-las só para observar os produtos, o ambiente e as pessoas que as frequentam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TIPtfZBs8BI/AAAAAAAABgg/DqE2vtOhFEo/s1600/montevideo2.PNG"&gt;&lt;img style="text-align: center; margin: 0px auto 10px; width: 607px; display: block; height: 463px; cursor: pointer;" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TIPtfZBs8BI/AAAAAAAABgg/DqE2vtOhFEo/s1600/montevideo2.PNG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Lá pelas 14h, a fome apertou e resolvi experimentar o famoso &lt;span style="font-style: italic; color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;"&gt;asado&lt;/span&gt;, que nada mais é que o churrascão uruguaio. Por esses lados do Rio da Prata e também na Argentina a carne faz muito sucesso e é de altíssima qualidade. E o lugar ideal em Montevidéu para quem procura por carne é o &lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;Mercado del Puerto&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. Como o próprio nome já diz, fica quase ao lado do porto da cidade e além de abrigar diferentes restaurantes, também conta com lojinhas de artistas locais. A foto acima mostra como são preparados os diversos tipos de carne. É um festival de boi, frango, linguiça, coxa, peito e tudo mais que tem direito. A parrillada completa vem com todas as partes possíveis do boi, portanto, se você não curte estômago, rins, testículos, fígado, intestinos e afins, peça pela parte nobre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O preço não é nenhum absurdo, mas está longe de ser uma pechincha. Convertendo para reais, um almoço com o chorizo (linguiça) de entrada, batatas fritas, o asado e dois refrigerantes de garrafa saiu por R$ 40. O atendimento foi sensacional. Um dos "churrasqueiros" até puxou assunto comigo, tinha descoberto que eu era brasileiro sem que eu precisasse abrir a boca. Desejou bom fim de viagem e que eu pudesse voltar outra vezes ao Uruguai. Pode ter certeza, que sim!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No fim da tarde, ainda parei despretenciosamente perto de um campinho de futebol, onde dois times de pernas-de-pau duelavam. Um com o uniforme idêntico ao do Tabajara, como pode ser visto em uma das fotos acima. Foi legal ver a movimentação da torcida, dos familiares, dos amigos e demais curiosos. A noite no hostel teve ainda uma apresentação de uma cantora iniciante e um porção dobrada de chivito, que eu não conseguir comer toda, porque os dois hamburgueres eram gigantes. Nada de farra nessa noite, dormir cedo era mais do que recomendável para ter forças no dia seguinte, o último no Uruguai.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-8818897876391749409?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/8818897876391749409/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2010/09/2108-montevideu-ramblas-e-mercado-del.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/8818897876391749409'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/8818897876391749409'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2010/09/2108-montevideu-ramblas-e-mercado-del.html' title='21/08 - Montevidéu: ramblas e Mercado del Puerto'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TIMnSjBHlFI/AAAAAAAABf4/GusBXjbAfOM/s72-c/rambla.PNG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-4042654295128811857</id><published>2010-09-05T02:07:00.000-03:00</published><updated>2011-07-27T18:11:09.761-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='montevidéu'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='uruguai'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='colônia do sacramento'/><title type='text'>20/08 - Colonia del Sacramento</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TIMmAUfto5I/AAAAAAAABfw/SLf8lEQFti4/s1600/colonia.PNG"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 612px; height: 209px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TIMmAUfto5I/AAAAAAAABfw/SLf8lEQFti4/s1600/colonia.PNG" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:180%;"&gt;N&lt;/span&gt;a época em que a América do Sul era dominada pela Espanha e Portugal, Colonia del Sacramento despertou a cobiça das duas potências. O principal interesse era militar, já que a cidade é um ponto estratégico no Rio da Prata. Mas hoje em dia, são os brasileiros e os argentinos que invadem com maior frequência este território uruguaio. Os atrativos agora são outros: o clima tranquilo, romântico e acolhedor do local, a arquitetura histórica e as charmosas ruas com lampiões coloniais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para muitos viajantes, Colonia costuma ser um ponto de passagem entre Montevidéu e Buenos Aires. Mas ela em si já é uma ótima opção turística. Eu resolvi conhecê-la em um passeio de um dia, pois estava com o tempo curto. Como acordei mais tarde do que o previsto, só consegui pegar o ônibus da COT às 11h30min em Montevidéu, chegando por volta de 14h. Passagem é de 179 pesos uruguaios ou 17,90 reais. E optei por retornar às 17h30min, na hora do pôr-do-sol. A verdade é que Colonia é pequenina, nestas 3h30min consegui conhecer praticamente tudo. Mas ela vale bem mais tempo do que isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dia estava muito bonito nesta sexta-feira. Céu azul, ensolarado, mas com clima de inverno. Os galhos secos das milhares de árvores dominavam a paisagem da cidade. Logo que eu cheguei, procurei um lugar para almoçar, mas achei o preço dos restaurantes um pouco elevados. Escolhi um lanche rápido e barato na padaria, que enganou bem a fome. Entre a rodoviária e a orla, há um bom número de casas e estabelecimentos comerciais mais modernos, digamos assim. Eu tinha a impressão de que toda a cidade era no estilo colonial. Mas os traços de antiguidade ficam na &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;Ciudad Historica&lt;/span&gt;, na direção da orla.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TIPr7wCmB2I/AAAAAAAABgQ/iEWq6yEB9H0/s1600/colonia2.PNG"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 596px; height: 453px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TIPr7wCmB2I/AAAAAAAABgQ/iEWq6yEB9H0/s1600/colonia2.PNG" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Os &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;lampiões&lt;/span&gt; são os principais símbolos de Colonia. Para onde quer que se olhe, lá estão eles compondo a paisagem e deixando as fotos mais interessantes. A graça de aproveitar a cidade é deixar-se perder pelas ruas. Andar de um lado para o outro sem propósito nenhum. Esquecer um pouco do relógio e da rotina. Não dá para ficar estressado por aqui. Há banquinhos e murinhos para se escorar em todo canto. Ótimo para tirar um cochilo, meditar, conversar ou namorar. No ônibus da ida, por exemplo, ouvi a menina da poltrona ao lado conversando com o namorado. Ele era de Buenos Aires, ela de Montevidéu. Colonia era o ponto de encontro. Não sei se eu estava muito fresco nesse dia, mas achei até poético (rs).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TIPr7KlYnvI/AAAAAAAABgI/z-8FM-de3Rw/s1600/colonia1.PNG"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 599px; height: 456px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TIPr7KlYnvI/AAAAAAAABgI/z-8FM-de3Rw/s1600/colonia1.PNG" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Cheguei lá pelas 20h em Montevidéu. Apesar do dia ter sido bem proveitoso, praticamente não tinha conversado com ninguém e isso já estava me deixando inquieto. Depois de perturbar a Eugenia, a recepcionista do hostel, fui até a sala onde estava a maioria dos hóspedes e ouvi três caras falando em português. Nem pensei duas vezes, me intrometi no assunto e me apresentei. Dois deles eram de Brasília e um de São Paulo. Depois de muita conversa, combinamos de sair mais tarde para conhecer os principais atrativos noturnos da capital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto eu esperava por eles, fiquei sentado no sofá vendo televisão. A recepcionista apareceu por lá e perguntou se eu ficaria para a &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;aula de dança&lt;/span&gt;. Nem sabia do que ela estava falando, mas respondi que não poderia, que sairia em instantes. Mas os caras demoraram tanto para aparecer, que a tal aula começou. O professor era um funcionário do hostel, as alunas eram duas lindas alemãs. Fiquei observando do sofá. Tudo começou com um &lt;span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;"&gt;tango&lt;/span&gt;, que também é típico no Uruguai e não só na Argentina. Quando o professor descobriu que eu era brasileiro e carioca, praticamente me obrigou a ensinar a eles como &lt;span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;"&gt;sambar&lt;/span&gt;. Como se eu soubesse alguma coisa. "Mas, como assim? Todo carioca sabe sambar", foi a resposta que ouvi. "Não, não é o meu caso". Um robô teria performance melhor. Mas de tanto perturbarem, fui obrigado a reconsiderar o convite. Pensei comigo, ninguém aqui sabe nada, faço qualquer coisa que eles nem vão perceber. Claro, pesou na minha decisão o fato das alemãs terem insistido tanto e ser aquela uma boa chance de me aproximar delas. Jorge Aragão tocando no som, eu fingindo e elas acompanhando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até aí, tudo bem. Mico superado. Próxima etapa era a &lt;span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;"&gt;salsa&lt;/span&gt;. Nisso, os colegas brasileiros já haviam aparecido por lá, assim como uma nova loira alemã. Agora eram duas loiras e uma morena. Dei minha participação por encerrada, salsa com certeza não era minha praia. A nova loira não se conformou, como pode um carioca não saber dançar salsa? Pois é, esse pessoal precisa se informar melhor. Como se a América do Sul fosse toda igual. Mas ao invés de me intimidar com a pressão, provoquei. "Por que então você não me ensina?". Mais ridículo que o samba fajuto foi aprender salsa com uma alemã. Ela me ensinando os passos, o movimento das mãos e eu tentando acompanhar. Em certo momento, ela olhou para mim e disse: "You are the man". Nossa, meu ego foi lá em cima. Aprendi rápido, pelo visto. Ela devia estar dizendo que eu era "o cara". Continuei no ritmo, com um sorrisão no rosto. Algum tempo depois, ela resolve falar em espanhol: "Tu és el hombre". Caramba, sendo paquerado agora em dois idiomas. Eu estava com tudo mesmo. Na terceira vez que ela falou comigo, novamente em espanhol, senti um tom um pouco diferente: "Você está me entendendo? Você é o homem. É você que tem que guiar a dança, não eu!". A cara foi lá embaixo em desaceleração recorde de ego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumo da história: não consegui nada com nenhuma das alemãs e ainda fui zoado  (rs). O jeito foi manter o plano inicial e sair para conhecer a noite de Montevidéu com os brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-4042654295128811857?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/4042654295128811857/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2010/09/2008-colonia-del-sacramento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/4042654295128811857'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/4042654295128811857'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2010/09/2008-colonia-del-sacramento.html' title='20/08 - Colonia del Sacramento'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TIMmAUfto5I/AAAAAAAABfw/SLf8lEQFti4/s72-c/colonia.PNG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-2734734895641099321</id><published>2010-09-05T01:05:00.000-03:00</published><updated>2011-08-01T13:42:26.186-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='montevidéu'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='uruguai'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><title type='text'>19/08 - Montevidéu: Centenário, 18 de Julio, Ciudad Vieja</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TIMcCenCV_I/AAAAAAAABfY/tsTUY4xjevk/s1600/montevideu.PNG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TIMcCenCV_I/AAAAAAAABfY/tsTUY4xjevk/s1600/montevideu.PNG" style="cursor: pointer; display: block; height: 268px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 607px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 180%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;C&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;heguei em Montevidéu na noite anterior e fiquei apenas vendo a final da Libertadores pela TV do hostel. Seria então meu primeiro dia para valer na capital uruguaia. Acordei com um pouco de medo de meu dinheiro estar curto demais para aproveitar os dias de viagem que ainda restavam. Nunca fui bom nessa parte de cálculos e câmbio, por mais que seja um dos pontos mais importantes. O grande problema é que praticamente nenhum hostel no país aceita cartão de crédito. E eu estava contando com isso para ficar mais tranquilo. Entre o café da manhã e a hora do check out (12h), fui até o centro da cidade para procurar algum caixa eletrônico onde pudesse sacar dinheiro. Utilizei o recurso de sacar através do cartão de crédito, que oferece uma taxa que não é vantajosa, mas é útil em momentos de sufoco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TK9BHJ3u-uI/AAAAAAAABhE/DNZZbuOrNPc/s200/planfeto.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TK9BHJ3u-uI/AAAAAAAABhE/DNZZbuOrNPc/s200/planfeto.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 200px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 144px;" /&gt;&lt;/a&gt;A principal avenida da capital, a &lt;span style="color: #3333ff; font-weight: bold;"&gt;18 de Julio&lt;/span&gt;, estava lotada por causa de uma manifestação política. Tive que me espremer entre as pessoas para alcançar um caixa eletrônico. O discurso no palanque era por melhorias no sistema educacional, mas tudo de forma muita tranquila. E as pessoas estavam realmente compenetradas, ouvindo e apoiando. Aqui no Brasil, muitas manifestações acabam virando um programinha social, quando não há aqueles grupinhos típicos que só vão para zoar (foto de um dos panfletos à esquerda).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo tendo gostado do atendimento e da estrutura do &lt;a href="http://www.planetmontevideohostel.com/"&gt;Planet Hostel&lt;/a&gt;, indicação do Augusto, resolvi me mudar para o &lt;a href="http://www.elviajerohostels.com/"&gt;El Viajero&lt;/a&gt; que ficava na &lt;span style="color: #3333ff; font-weight: bold;"&gt;Ciudad Vieja&lt;/span&gt;. Achei ele melhor tanto pela localização quanto pela quantidade de pessoas, maior que no anterior. Paguei logo as três diárias e resolvi manter Montevidéu como base. Colonia eu faria depois apenas em um dia, no estilo bate-volta, voltando para a capital à noite. Acertadas as contas, fui conhecer o lendário &lt;span style="color: #3333ff; font-weight: bold;"&gt;estádio Centenário&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TK9Glskdd9I/AAAAAAAABhM/5taYdIjD2ys/s1600/ingresso.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5525712881240078290" src="http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TK9Glskdd9I/AAAAAAAABhM/5taYdIjD2ys/s320/ingresso.jpg" style="cursor: pointer; float: right; height: 162px; margin: 0pt 0pt 10px 10px; width: 194px;" /&gt;&lt;/a&gt;Para quem ama esportes, esse lugar é um clássico. Além de conhecer a estrutura do estádio, há um museu com relíquias do futebol uruguaio, brasileiro e argentino. Para chegar lá saindo da Ciudad Vieja, basta ir até a calle Buenos Aires. Depois há três opções de ônibus: os números 21 ou 64, que custam 17 pesos (R$ 1,70). Nesses, você tem que saltar na avenida Itália e ir caminhando até a A. Navarro, onde fica a entrada do estádio. A opção mais em conta, no entanto, é o ônibus CA1, custa 10 pesos (1 real) e tem o ponto final no &lt;span style="color: #3333ff; font-weight: bold;"&gt;terminal Tres Cruces&lt;/span&gt;. De lá, basta andar até a Av. Itália e repetir o trajeto anterior. O museu no Centenário é cuidado por um velhinho muito simpático, que tem prazer em te orientar sobre o que está exposto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheguei lá com a camisa do Vasco e fui surpreendido pela alegria do velhinho ao me ver. Ele apontou para a cruz de malta e disse: "Eu sou Vasco, adoro o time". Não levei muito a sério, devia ser mais uma prova da simpatia uruguaia, mas ele insistiu. Falou que acompanhava o Brasileirão, sabia com exatidão o número de pontos da equipe na tabela, quais foram os últimos resultados e quais seriam os próximos jogos. Fiquei surpreso, nem eu sabia de todos os detalhes. Muito legal, um torcedor legítimo do Vascão em terras uruguaias. Vi as fotos, bolas, uniformes e taças que retratam toda a história do Centenário, estádio que abrigou a primeira Copa do Mundo em 1930. Ela foi vencida pelos anfitriões, que derrotaram a Argentina pelo placar de 4 a 2. Não é um estádio muito grande, mas é bonito. As arquibancadas são da cor azul-celeste e o gramado estava em boas condições. O bilhete de entrada no museu é uma réplica do ingresso da final da Copa, como você pode ver na foto abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Centenário está localizado ao lado do &lt;span style="color: #3333ff; font-weight: bold;"&gt;Parque Batlle&lt;/span&gt;, lugar onde o pessoal costuma ir para descansar, praticar esportes e namorar. Depois do almoço, é um espaço ideal para tirar aquele merecido cochilo encostado em uma de suas árvores. Para o restante da tarde, como estava bem disposto, resolvi caminhar dali até o início da 18 de Julio e conhecê-la até o final. Levei 2 horas porque enrolei bastante e parei em diversas lojas e livrarias. A avenida é extensa, mas dá para fazer esse passeio em menos tempo. Com calma, curti o comércio, comprei artesanatos para a coleção, tentei em vão achar uma camisa da seleção uruguaia (o sucesso na Copa de 2010 fez elas esgotarem rapidamente) e observei com agradável surpresa como a principal via do país seguia um ritmo bem calmo mesmo no horário de maior movimentação, sem o caos no trânsito como ocorre aqui no Rio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TIMkSiIDnGI/AAAAAAAABfg/F1Dh2jYaXxU/s1600/centenario.PNG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TIMkSiIDnGI/AAAAAAAABfg/F1Dh2jYaXxU/s1600/centenario.PNG" style="cursor: pointer; display: block; height: 457px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 608px;" /&gt;&lt;/a&gt;No final da 18 de Julio fica a &lt;span style="color: #3333ff; font-weight: bold;"&gt;Plaza Independencia&lt;/span&gt;, que abriga a &lt;span style="color: #3333ff; font-weight: bold;"&gt;Puerta de la Ciudadela&lt;/span&gt; e o &lt;span style="color: #3333ff; font-weight: bold;"&gt;Palacio Salvo&lt;/span&gt;. Este último é observado pela &lt;span style="color: #3333ff; font-weight: bold;"&gt;estátua do General Artigas&lt;/span&gt;, principal líder da independência uruguaia das colônias espanholas no século 19 (foto que abre o post). A Puerta de la Ciudadela marca o início da Ciudad Vieja, o bairro histórico de Montevidéu. Logo ali perto, há também o famoso &lt;span style="color: #3333ff; font-weight: bold;"&gt;Teatro Solís&lt;/span&gt;, que já foi palco de importantes atrações culturais do país. Já no início da noite, fui experimentar o &lt;span style="color: #3333ff; font-weight: bold;"&gt;chivito&lt;/span&gt; em uma lanchonete especializada na &lt;span style="color: #3333ff; font-weight: bold;"&gt;Plaza de la Constitución&lt;/span&gt;, que fica a duas quadras da Independencia. O chivito nada mais é que um hamburguer gigante, com recheios escolhidos pelo cliente. Os locais costumam comer ele com garfo e faca, acompanhado de fritas. Alguns vêm no prato só com a parte de cima do pão, outros com as duas. Uma boa opção para matar a fome. De barriga cheia e cansado da longa caminhada, dormi cedo. Também precisava recarregar minha energia para a viagem até Colonia del Sacramento no dia seguinte.&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TIMkTA21ArI/AAAAAAAABfo/FDopsImjJQ4/s1600/montevideo.PNG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TIMkTA21ArI/AAAAAAAABfo/FDopsImjJQ4/s1600/montevideo.PNG" style="cursor: pointer; display: block; height: 457px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 608px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-2734734895641099321?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/2734734895641099321/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2010/09/1908-montevideu-centenario-18-de-julio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/2734734895641099321'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/2734734895641099321'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2010/09/1908-montevideu-centenario-18-de-julio.html' title='19/08 - Montevidéu: Centenário, 18 de Julio, Ciudad Vieja'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TIMcCenCV_I/AAAAAAAABfY/tsTUY4xjevk/s72-c/montevideu.PNG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-8646717697458983572</id><published>2010-09-04T23:51:00.000-03:00</published><updated>2011-07-27T18:11:09.762-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='punta del este'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='uruguai'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><title type='text'>18/08 - Punta del Este: La Mano,San Rafael, Casapueblo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TIMOwKApBGI/AAAAAAAABfA/i6DVguWD0Rg/s1600/puntalamano.PNG"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 616px; height: 202px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TIMOwKApBGI/AAAAAAAABfA/i6DVguWD0Rg/s1600/puntalamano.PNG" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:180%;"&gt;E&lt;/span&gt;nfim, um dia mais tranquilo no Uruguai, após a loucura que foi o anterior. Vide o tamanho do post, acho que foi um recorde do blog até agora. Nesta quarta-feira contei com a companhia da Lenny, uma cearense que havia conhecido na noite anterior. Seus companheiros de viagem foram embora logo após o café. Nos despedimos deles na rodoviária e aproveitamos para tirar as famosas fotos com &lt;span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;"&gt;La Mano&lt;/span&gt; (foto acima). A escultura é o cartão-postal de Punta del Este. Fica estrategicamente localizada em frente à rodoviária, na &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;Praia Brava&lt;/span&gt;. Representa a presença do homem na natureza e foi construída pelo chileno Mário Irarrázabal  em 1982. Outros a chamam de a "mão do afogado".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Punta tem uma característica muito peculiar: é um caldeirão de pessoas durante a alta temporada e uma cidade fantasma na baixa. Os dados populacionais que encontrei são meio divergentes, mas a proporção impressiona de qualquer forma. No outono/inverno há 10 mil habitantes, na primavera/verão esse público aumenta para aproximadamente 200 mil. Para o viajante, as impressões da cidade vão ser completamente distintas dependendo da época escolhida. Cada uma tem as suas vantagens. Uma oferece os agitos noturnos, as praias lotadas e ensolaradas, e um comércio mais ativo. A outra te dá a oportunidade de mais descanso, tirar boas fotos sem aquele formigueiro de pessoas e conhecer um pouco melhor a população nativa. Essa foto de La Mano, por exemplo, dificilmente pode ser batida com tranquilidade no verão. Em compensação, esse período proporcionaria um céu mais azulado como plano de fundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TIMSEEJzvgI/AAAAAAAABfI/PHIP7uxx9Xw/s1600/atrativospunta.PNG"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 611px; height: 482px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TIMSEEJzvgI/AAAAAAAABfI/PHIP7uxx9Xw/s1600/atrativospunta.PNG" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A maioria dos mochileiros conhece Punta apenas em um dia. Na baixa temporada, realmente não há muito para se fazer por lá. Na alta temporada, os que tiverem mais tranquilos podem ficar mais um tempinho curtindo as praias e todo o glamour que a cidade e os turistas ricaços oferecem. As "playas" aliás são bem peculiares. Na península, as águas do Rio da Prata e do Mar Atlântico se encontram. Logo, você tem a opção de curtir praias de rio e outras de mar a poucos metros de distância. A melhor forma de conhecer os pontos turísticos da cidade é contratando um tour em agências ou albergues. Eu particularmente odeio city tours, mas alguns são necessários e esse se mostrou bastante satisfatório. Explico o porquê. Você pode até conhecer a orla da península caminhando, tirar fotos em La Mano, visitar os pescadores no porto e curtir o comércio local apenas caminhando. Mas três dos atrativos mais interessantes são isolados uns dos outros. Falo da Casapueblo, do bairro de San Rafael e da ponte ondulada. Ônibus em Punta não tem uma frequência muito boa e táxis são bem carinhos. O nosso durou umas cinco horas e foi um ótimo custo/benefício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;b style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;ponte ondulada&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; foi construída pelo designer Leonel Viera em 1965, na desembocadura do Arroio de Maldonado. Hoje, há uma réplica dela paralela à original. Ou seja, tanto na ida quanto na volta, você tem a sensação de estar em um tobogã. Além de uma foto, a graça dessa atração é passar de carro em velocidade média, para sentir a cabeça quicando no teto. Logo em seguida, visitamos outros bairros típicos de Punta. O destaque fica por conta de &lt;b style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;San Rafael&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;, bairro onde ficam os casarões mais esplendorosos da península. Para se ter uma noção da simplicidade dos habitantes, cada habitante é dono de um quarteirão inteiro. Celebridades hollywoodianas, jogadores de futebol, políticos e empresários formam a classe abastada que utiliza as residências na alta temporada. O curioso foi que passamos por uma casa que nos impressionou bastante e comentamos em voz alta. O guia nos explicou que era a casa dos empregados. A casa dos donos, duas vezes maior, apareceu em nossa frente logo após o carro virar a esquina.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O último passeio do dia para mim foi o mais marcante. Fizemos uma parada rápida em um mirante de &lt;b style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Punta Ballena&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;, de onde é possível ver tanto Punta del Este em quase toda a sua extensão e o litoral de Piriápolis. Logo depois entramos na &lt;span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;" class="Apple-style-span"&gt;Casapuebl&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;"&gt;o&lt;/span&gt;, que se trata de uma construção muito peculiar e interessante. É a casa de verão do artista uruguaio &lt;b style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Carlos Páez Vilaró&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;. O estilo arquitetônico lembra muito o das casas gregas da costa mediterrânea de Santorini. Além de ser residência do artista, também conta com um hotel, um museu e uma galeria de arte. O passeio pelo interior é bem legal, mas desanima o preço cobrado por algumas obras de Vilaró, até mesmo as mais simples. Não é o tipo de lugar para investir em uma lembrancinha. O que encanta, no entanto, é o pôr-do-sol. Já tinha ouvido relatos entusiasmados desse momento em Casapueblo, mas confesso que nunca levei tanta fé. Não sei se a última foto ilustra com tanta propriedade o que eu vi, mas realmente é lindo demais. Uma visão espetacular para fechar o dia em Punta del Este e seus arredores.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TIMVICD1DgI/AAAAAAAABfQ/NQSJcVRk5nI/s1600/atrativospunta2.PNG"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 607px; height: 472px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TIMVICD1DgI/AAAAAAAABfQ/NQSJcVRk5nI/s1600/atrativospunta2.PNG" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Tomei o ônibus para Montevidéu no fim da tarde, enquanto a Lenny foi para Porto Alegre. Chegando na capital, resolvi ir de táxi até o albergue para não fazer a mesma besteira que em Punta. Logo que deixei minhas coisas nos armários, perturbei a recepcionista para me ajudar a encontrar um canal que estivesse passando a final da Libertadores da América. Assisti ao duelo entre Inter x Chivas ao lado de um peruano e dois alemães. A minha torcida era a favor do Colorado, até em retribuição aos momentos divertidíssimos que passei em Poa. Mas o meu apoio ficou ainda maior quando os três gringos começaram a torcer a favor dos mexicanos. Aí, era questão de defender o Brasil (claro, se fosse o Flamengo, estaria era torcendo para o México, mas aí são outros quinhentos). Título colorado, zoei com os meus "rivais" e fui dormir tranquilo, após mais um dia corrido.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6566113959027246054-8646717697458983572?l=www.cariocaemfuga.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.cariocaemfuga.com/feeds/8646717697458983572/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2010/09/1808-punta-del-este-la-manosan-rafael.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/8646717697458983572'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6566113959027246054/posts/default/8646717697458983572'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.cariocaemfuga.com/2010/09/1808-punta-del-este-la-manosan-rafael.html' title='18/08 - Punta del Este: La Mano,San Rafael, Casapueblo'/><author><name>Rafael Cardoso</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/SZ12x0dqqOI/AAAAAAAAAQ0/tLzY4JGMHmk/S220/joy.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TIMOwKApBGI/AAAAAAAABfA/i6DVguWD0Rg/s72-c/puntalamano.PNG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6566113959027246054.post-7042488528662423534</id><published>2010-09-04T23:01:00.000-03:00</published><updated>2011-07-27T18:11:09.762-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='punta del este'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='rio grande do sul'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='chuí'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='uruguai'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa do sul'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='santa tereza'/><title type='text'>17/08 - Chuí, Fortaleza de Santa Tereza e Punta del Este</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TIL9A408rnI/AAAAAAAABeI/MxwtBgxWCCE/s1600/fortesantatereza.PNG"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 613px; height: 304px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TIL9A408rnI/AAAAAAAABeI/MxwtBgxWCCE/s1600/fortesantatereza.PNG" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;D&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;urante o percurso de ônibus até o Chuí, consegui dormir bem, apesar da ansiedade. Há um bom tempo que eu queria conhecer o Uruguai e essa também seria a primeira vez que sairia do país sozinho. Confesso que fiquei um pouco receoso, não sabia se teria problemas na fronteira, se conseguiria me virar com o portunhol nas cidades, essas coisas. A expectativa era bem grande. Por volta das 5h30min, acordei com o movimento de pessoas se levantando e descendo do ônibus. Praticamente todo mundo havia ido embora e eu tratei de pegar a minha mochila e descer logo também. Pelos meus cálculos, estávamos adiantados em uma hora. Decidi ficar na rodoviária esperando o sol aparecer e o comércio abrir para tomar um café.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TIMDt5y3yoI/AAAAAAAABeQ/g7UKmRe5GnQ/s1600/avenidabrasiluruguai.PNG"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 234px; height: 361px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TIMDt5y3yoI/AAAAAAAABeQ/g7UKmRe5GnQ/s1600/avenidabrasiluruguai.PNG" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Pois bem. Depois de escovar os dentes e pentear o cabelo no banheiro, resolvi me informar como eu poderia chegar na Fortaleza de Santa Teresa partindo dali. Muito simpática, a atendente me disse que desconhecia o caminho, mas que eu talvez tivesse mais opções se pegasse um ônibus até o Chuí. "Opa! Como assim até o Chuí? Nós não estamos na cidade?", perguntei meio lerdo ainda, achando que a mulher tinha se confundido. "Não, aqui é &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;Santa Vitória&lt;/span&gt;. Você não sabia?", e riu do carioca fazendo papel de burro. A verdade é que saltei antes do que devia do ônibus e tive que pegar outro para o Chuí. Sorte que era relativamente barato, uns 5 reais no máximo, e o trajeto levava pouco tempo. Mas foi um ótimo susto para despertar e &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;aprender a lição&lt;/span&gt;: sempre perguntar ao motorista, por mais óbvio que a situação possa parecer, se aquele lugar que você está descendo é realmente o certo. Enfim, na rodoviária do Chuí, peguei as informações de transporte que queria e a indicação das empresas que faziam os trajetos: Rutas del Sol e COT.  Andei pela cidade, que estava acordando aos poucos e procurei por um lugar para tomar café. Encontrei um trailer de um uruguaio, que falava português muito bem e que já deu indícios da simpatia que seria um aspecto marcante das minhas relações com o povo uruguaio. Tirei algumas fotos da cidade, que não tem nada para fazer além das compras nos free shops. Mas não deixa de ser uma experiência interessante estar na última cidade do Brasil na parte sul. Sempre que as pessoas querem dizer que conhecem bem o país, falam que o percorreram do Oiapoque ao Chuí.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A parte principal da cidade é a avenida que separa o Brasil do Uruguai. De um lado ela leva o nome do nosso país, do outro, o dos nosso vizinhos. É relativamente pequena e tranquila. Pode ser percorrida a pé em pouco tempo. Nela ficam as &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;lojas de free shop&lt;/span&gt;, ou seja, produtos que são comercializados legalmente sem pagamento de impostos, o que barateia os valores. Bebidas são o que há de mais barato, perfumes são ótimas opções de compra, roupas e eletrônicos não enchem tanto os olhos assim. Bom saber que algumas lojas abrem às 9h, mas muitas outras só a partir das 10h. Se o viajante vier de ônibus, terá de se preparar para passar algum tempo perambulando ou descansando em um canto até o comércio abrir. Para os que optaram pelo carro é só calcular o tempo certinho para não chegar tão cedo. Quem quiser fazer compras e voltar para Porto Alegre é muito tranquilo. As cidades Chuí (brasileira) e Chuy (uruguaia) são praticamente uma só. A necessidade de se registrar no posto alfandegário é apenas para os que vão continuar viajando por dentro do território uruguaio (o que era o meu caso).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Optei por investir apenas em perfumes, que são uma certa fraqueza minha. Comprei dois para mim por 90 dólares (Carolina Herrera e Lacoste), e outros três para uma amiga. Levei um susto na hora de passar o cartão, pois ele estava sendo recusado. O que também &lt;span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;"&gt;serve de dica&lt;/span&gt;: leve sempre dois cartões internacionais de crédito de bandeiras diferentes se for possível. Normalmente, Visa e Mastercard, os mais aceitos por aí. Por sorte, o outro cartão passou tranquilamente. Fui ver mais para frente que o problema era da máquina, pois o primeiro voltou a funcionar em outros lugares. A atendente da loja foi extremamente atenciosa e me ajudou a escolher os perfumes de acordo com características que eu passava para ela. Puxei assunto e descobri que era uruguaia, apesar do português perfeito e da fisionomia de brasileira. Era filha de uruguaio com uma brasileira. Acostume-se com essa característica da fronteira: a dificuldade de diferenciar quem é de qual país.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Outra coisa muito &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;importante&lt;/span&gt; quando se está fazendo um mochilão e as passagens terrestres não foram compradas com antecedência: assim que chegar em cada lugar, compre logo as passagens para o destino seguinte. Tem que ser a primeira preocupação, para você descobrir os horários de saída, controlar melhor o dinheiro que vai gastar naquele dia e organizar seus passeios até a hora do ônibus. Tudo isso pode evitar imprevistos. Fiz isso, optei pela COT, que tinha opções mais em conta e aceitava "tarjeta" (cartão). Comprei o trecho até a Fortaleza de Santa Tereza (foto que abre o post) e de lá até Punta del Este. O vendedor era meio mala e enrolado. Me explicou que a passagem da Fortaleza até Punta era "aberta", o que significava que eu não ficaria preso a um determinado horário de embarque. Quando eu resolvesse sair de lá teria que ligar para ele, confirmar o horário do próximo ônibus e reservar um assento. Isso ia dar um rolo...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TIMD9dEYIsI/AAAAAAAABeY/01SRPj31CnY/s1600/santaterezavacas.PNG"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 611px; height: 454px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_CZRgaASZHvs/TIMD9dEYIsI/AAAAAAAABeY/01SRPj31CnY/s1600/santaterezavacas.PNG" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Embarquei às 11h30m no ônibus do Chuy para a &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;Fortaleza de Santa T
